(Post com spoilers, só leia se já viu o episódio ou se não liga para essa coisa de surpresa)
E eis que finalmente começa a segunda temporada de True Blood, com o episódio Nothing But the Blood. A grande verdade é que pouco aconteceu, o que fez com que eu lembrasse de uma questão: o livro já é meio esticado demais (alguns eventos duram por mais de dois volumes, por exemplo). E a adaptação acaba precisando esticar o que já é esticado e eis então que temos um episódio com pouca novidade, e alguns momentos até bem monótonos.
A história começa com a descoberta do defunto no estacionamento do Merlotte’s. Pela pele negra e a unha pintada de vermelho, todo mundo achava que seria o Lafayette. Bom, acho que aqui fica a primeira marca de adeus ao livro: Lafayette não morreu. No final das contas fico até feliz por isso, porque foi uma das melhores personagens da primeira temporada, senão a melhor.
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Está aí um livro que tem uma série de preconceitos a serem vencidos. Comecemos pelo autor, que por ser filho do comediante Mel Brooks passa a falsa ideia de que só escreve sobre humor. Depois tem o fato de tratar-se de uma história de zumbis. Porque sim, eu sei que há uma penca de gente que se interessa pelo assunto e lerá um livro assim com gosto simplesmente por ser uma história com zumbis (na verdade eu me animei com o livro por causa disso :mrpurple: ). Por outro lado, tem um monte de gente que relaciona o assunto com filme trash, tosqueira, lixo da cultura pop. O que não deixa de ser uma pena.