Aniversários

janusJaneiro, o mês mais bizarro do ano, especialmente aqui no Brasil. Diz a lenda que o ano só começa depois do Carnaval, então janeiro ainda é aquela coisa meio nebulosa, nada extraordinário acontece porque todo mundo está na praia e blablabla. Acho que é para compensar essa mesmice que vez ou outra somos presenteados com fatos importantes, como por exemplo… hummm… que tal isso: o lançamento de Sandman! Há! O Ambrosia está fazendo um esquema bem legal para comemorar o aniversário de 20 anos de lançamento da revista, incluindo uma promoção para blogueiros. E mudaram até o template, usando como fundo um pedaço de uma das capas de Sandman, bem legal.

Tem os aniversários de pessoas também, né. 19 de Janeiro Edgar Allan Poe estaria completando 200 anos. Se bem que se ele estivesse vivo agora, provavelmente muito das bizarrices da biografia dele seriam verdade, né. Enfim, para celebrar a Saraiva está com uma sessão especial de livros do Poe. Se você ainda não conhece Mr. Poe, eu acho que o aniversário é mais do que uma boa desculpa para conhecer. Eu voltarei a falar dele no dia 19, prometo.

E dia 18 tem o meu, há, há.

Repo! The Genetic Opera (agora eu vi!)

Estou desde a metade de novembro morrendo de curiosidade sobre esse musical, Repo! The Genetic Opera. No meio tempo já tinha baixado a trilha sonora e já sabia algumas músicas de cor, por exemplo Zydrate Anatomy. E sabe como é, lançamento especial, só em algumas cidades dos Estados Unidos, estava quase sem esperanças de conferir o filme. Eis que ontem FINALMENTE eu consegui assistir e, o que é melhor, não foi uma decepção.

Sabe como é, sempre fico com medo quando crio muita expectativa sobre algo porque invariavelmente quebro a cara. Assisti Repo! pensando que seria um Rocky Horror sem o humor (ahn?!). De qualquer modo, gostei. O filme começa com um breve resumo dos fatos através do que seriam páginas de quadrinhos (o recurso aparece bastante ao longo da história, aliás). Ficamos sabendo que uma epidemia tomou conta do planeta, causando falência dos órgãos vitais. Nesse cenário aparece a empresa GeneCo, que clona órgãos e vende em prestações que, caso a pessoa não consiga pagar, será tomado pelo Repo Man.

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Warm Bodies (Isaac Marion)

warmbodiesLembram que certa vez fiz um top5 com meus posts favoritos, eentre eles citava um do Jesus me chicoteia!, que tratava-se de uma tradução do conto “I am a Zombie Filled With Love“, de Isaac Marion? Pois então. Se você não leu o conto ainda, mais uma vez eu divulgo o link da tradução do Marco Aurélio, e também do original. Leia, porque vale a pena.

Leu?

Ok, agora a notícia boa. O autor do conto desenvolveu a idéia em um romance, chamado Warm Bodies. Tem até um videozinho para divulgação, que é bem legal. Notícia boa é que já dá para comprar o livro. Notícia ruim é que não é através de uma loja nos esquemas Amazon, é so site do autor mesmo, então tem que ir na confiança (custa 14 doletas o livro, mais 12 doletas o frete).

O blogueiro da novela

all-work-and-no-play-makes-jack-a-dull-boyAqui e acolá alguns blogs já começaram a comentar o fato de que a próxima novela da Globo contará com um “blogueiro” como uma das personagens. E acabo de ver no G1 que a tal da Caminho das Índias apresentará também uma personagem que é solteirona na vida real, mas que no Second Life “esbanjará sensualidade e viverá diversas aventuras”.

Eu não suporto novela. Não assisto desde… ahn… sei lá. Perigosas Peruas? De qualquer modo sei que isso pode afetar meu julgamento, mas a grande verdade é que eu sempre vejo a Globo como aquele tiozão que não sacou que já está velho e fica tentando se enturmar com a garotada. Second Life? Alguém ainda usa isso? Argh. Deixo então vocês com uma dica que o Inagaki (blogueiro de verdade!) deu lá no Twitter: lembram do livro que o Jack Torrance escreve em O Iluminado? Pois é. Um fã lançou “a obra”.

A Duquesa

theduchessEntão que aproveitando as férias e aquele frio bizarro de ontem puxei meu cobertor e fui para a sala ver filminho. O que eu tinha disponível em DVD era A Duquesa, que estreou nos cinemas brasileiros em novembro do ano passado. Com Keira Knightley no papel da tal da Duquesa de Devonshire do título, e Ralph Fiennes como o maridón Duque, a história começa com tela negra e letrinhas brancas anunciando: baseado em uma história real. Eu desconheço a história de toda a realeza britânica, então não sei o quão reais são os fatos relatados ali, então deixei de lado a História e assisti só o Drama.

Como tal, A Duquesa é um filme acima da média. A história narra basicamente a vida de Georgiana 1 após o casamento com o Duque de Devonshire. Digamos que o Duque não é exatamente um sujeito fiel, e no auge da sacanagem acaba levando a amante para viver com ele e com Georgiana. Acho que aqui dá para entender mais ou menos como se desenha a vida da duquesa: presa a um homem que odeia e que a odeia, por meras convenções sociais.

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2009 será um ano bom

yearsofrefusalQualquer ano com disco novo do Morrissey tem que ser um ano bom, certo? Era para sair em 2008, mas chega dia 16 de fevereiro de 2009 o “Years of Refusal“. O Phantom Lord foi batuta não só contando isso para mim, mas também passando um das faixas do álbum, I’m Throwing My Arms Around Paris, e o que eu tenho a dizer é que é Moz, do jeitinho que eu gosto do Moz. Outra faixa de Years… que já tem rolado por aí é That’s How People Grow Up, que no ano passado teve até clipe no top10 da MTV brasileira, então acho que vocês já conhecem a música e sabem que é bem legal também.

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Reforma Ortográfica

A partir de hoje começam a valer as novas normas para ortografia do português. Eu continuo achando uma reforma bem bocó, até porque prega uma unificação que não vale de nada se gramática e semântica ainda diferem tanto do que é usado aqui para os outros países cuja língua principal é o português.

De qualquer modo, achei tão interessante um negócio que saiu na Folha hoje que resolvi colocar aqui para vocês. É um trecho de Memorial de Aires escrito com as normais de 1908, 2008 e agora com o acordo. Leiam e depois digam se vocês também repararam em um treco que faz com que eu ache que reformas ortográficas sejam ainda mais inúteis, hehe.

reforma