O Melhor Filme de Cada Ano Em Que Estive Viva (II)

Continuando com a lista dos melhores filmes de casa ano em que estive viva, agora com o período entre 1990 e 1998. Como disse antes, é, sou velha e tive que repartir em três. Ainda bem que não são três de dez, senão entrava em crise. No caso dos anos 90 a dificuldade nem foi tanto lembrar dos filmes, ou ainda, escapar da nostalgia. Aí, o problema já foi selecionar qual filme, entre tantos excelentes que apareceram nessa época, ficaria de fora da lista.

Lembrando mais uma vez que as datas de lançamento são as do IMDb, e que essa não é uma lista nostálgica (o que significa deixar de lado nossa querida e já comentada Sessão da Tarde). Então, sem mais firulas, vamos logo à segunda parte da lista dos melhores filmes.

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Das coisas que moldam nosso caráter

Acabei de ler um artigo sobre a versão mangá da Turma da Mônica e fiquei cá, lembrando de todas as ‘n’ revistinhas do Mauricio de Souza que li.  Sabe como é: cheguei até a acompanhar a chegada da revista da Magali e do formato “Gibizinho” 1. Aí, sabeseláporque, lembrei de uma constante nas histórias envolvendo o Cascão, que aparentemente era mais “humilde” do que os demais amiguinhos: a moral “de que adianta dar valor aos brinquedos caros se você não sabe se divertir?” (ok, não era assiiiiiim que eu absorvia na época, só sabia que era importante saber que video game não é tudo na vida).

O engraçado é que no final das contas isso acabou moldando meu caráter, de certa forma. De um jeito meio hipócrita, talvez, mas eu era a menina que andava de bicicleta até um lugar bem longe de casa para sentar com a amiga num campinho e ficar falando na natureza (ahahahahaha, acabei de lembrar da vez que convidamos a Daniele para fazer isso e no final do dia uma olhou para a outra e disse “É, ela não entendeu como funciona”). Assim, eu não cresci com video game, mas de quando em quando achava que ter vários amigos para brincar de gato mia era muuuuuuito mais divertido do que ter a casa da Barbie, por exemplo. O que obviamente não era (pelo menos se você adorava brincar de Barbie, como eu).

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M is for Magic (Neil Gaiman)

Então que obviamente eu aproveitei a oportunidade de estar “lá fora” para comprar uns livrinhos. Um deles foi o M is for Magic do Neil Gaiman. Trata-se de uma coletânea de contos já anteriormente publicados (menos um, que na verdade é meio que um trecho do romance que ele lançará ainda esse ano, The Graveyard Book). É um livro voltado ao público infanto-juvenil, até porque a proposta é parecida com a das coletâneas do Bradbury como “S is for Space“, levar a Literatura para o público mais jovem, mas ao contrário de Coraline, o livro serve para leitores de todas as idades, sim.

O tom predominante é, como o nome diz, a magia. Mas aqui as coisas não aparecem como um conto de fadas serelepe e bonitinho: há muita acidez, nostalgia e melancolia. Há suicídio e sexo – embora de forma velada ou mesmo metafórica. E se seguindo a escola do Mestre Poe o Gaiman peca por escrever contos até meio longos, ainda assim ele parece ter aprendido bem a lição do efeito final: algumas conclusões são daquelas que deixam você perplexo e absorvendo o que foi lido.

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O Melhor Filme de Cada Ano Em Que Estive Viva (I)

Seguindo a sugestão do Luis e do V lá d’O Discreto Blog da Burguesia (um dos melhores títulos de blog de todos os tempos), resolvi fazer minha própria lista de melhores filmes de 1981 até recentemente. A tarefa não é das mais fáceis, até porque por mais que meu teste de demência tenha dado negativo, ainda assim minha memória não é das melhores. Além disso, eu não sou cinéfila como eles, então tem um monte de filme para ver. E ainda tive que definir o papel do fator nostalgia na lista (e aviso desde já que foi zero. Outro dia faço uma lista cheia de Curtindo A Vida Adoidado e Os Fantasmas se Divertem, prometo).

De qualquer forma, está aí a primeira parte. De 1981 até 1989. Já deixo como registro que preciso urgentemente assistir mais filmes dos anos 80. Não os da Sessão da Tarde, até porque tive uma infância bem desocupada e feliz, obrigada. Outra coisa: datas de lançamento de acordo com o IMDb. Ok, vamos à lista.

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Voltei

Sim, o Hellfire está às moscas desde o dia 5. Como a maior parte de vocês já deve saber, estive na Europa nos últimos dias, e é claro que seria extremamente idiota da minha parte torrar cinco dinheiros por uma hora de internet (a média dos cyber cafés lá). De qualquer modo, fica aqui um registro do retorno e a promessa de que volto a atualizar assim que me recuperar da dor da perda desse grande ícone, Dercy Gonçalves, que se foi sem deixar para mim oportunidade de dizer adeus. Snif.

E também resolvi abrir uma enquete sobre o template novo. Durante um mês o pessoal poderá votar aqui se o lance é o anterior (escuro) ou esse (claro) – de acordo com o resultado e do meu humor, eu mudo. Então vota aí, miudim.

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Lei Seca

Eu resolvi esperar um pouco antes de comentar sobre a tal da “Lei Seca”, embora eu esteja matutando o assunto já há algum tempo. Queria ver qual é a opinião geral das pessoas, queria ver como seria quando ela passasse a valer e por aí vai. Preciso dizer, antes de mais nada, que concordo com um ponto que o Skywalker (que é contrário à Lei) levantou no Estranho Vizinho. Disse ele:

Muita gente se irrita com Leis mal formuladas que são publicadas por aí. Mas o que se pode esperar de um país onde a Casa Legislativa é composta por cidadãos que nós elegemos do quilate de Clodovil, Maria do Rosário, Sérgio Zambiasi, dentre tantos outros que tem notória ignorância jurídica? Por mais redundante e pleonasmático que possa parecer, nunca é demais lembrar que os cidadãos que nós elegemos foram eleitos por nós.

Em ano de eleição, nunca é demais lembrar – especialmente para aqueles que votam “de zueira” e que agora estão aí reclamando da lei. Se seu principal argumento é que essa lei é “culpa do governo”, lembre que o governo é culpa sua.

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Dia 07 de julho é dia de Valinor!

(Também é o dia em que embarcarei para a Europa, hohoho)

O legal da vida é que às vezes uma coisinha mínima poderá fazer toda a diferença a longo prazo. Aí entra todo aquele blablabla de efeito borboleta que eu não quero comentar aqui. A questão é que eu ia divulgar o aniversário da Valinor falando de nerdices e afins, e aí eu lembrei de casos como o da bebê Elanor e bem, minha história com o Fábio ué – e fico pensando aqui, em como a Valinor será sempre algo importante na vida de várias pessoas, mesmo as que hoje em dia já não freqüentem mais o site.

É aquela coisa: a chance de nerds com tantos gostos em comum se encontrarem é sempre enorme. Mas é como… é como…. é como os Beatles, saca? Bandas inglesas batutas tem às pampas. Mas AQUELA formação, NAQUELE momento, NAQUELE lugar só aconteceu uma vez e não se repetirá jamais. Enfim, é cheia de nostalgia e orgulho que venho então falar do dia de Valinor (que já foi divulgado até no Melhores do Mundo!).

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Hellfire Club: cinco anos

(Observação: Esse post está ilustrado com algumas imagens que usei como topo durante os cinco anos de Hellfire. Na ordem: Blig, Blogspot, WordPress e o visual novo. Eu costumava guardar todas as imagens que preparava para meu blog, mas como vocês sabem, meu antigo HD fez bum então já era.)

Tudo começou às 4:27 da madrugada, há cinco anos atrás. Eu provavelmente não tinha o que fazer,  resolvi criar um blog (que na primeira semana era chamado “All You Need is Love(joy)“). O blog ainda está lá no Blig, embora com o link de algumas imagens (inclusive o topo) já quebrados. Nessa época ainda era algo beeeeem “Querido Diário”, confesso até o pecado de ter usado gifzinhos animados fofuchos em alguns posts, hehe. Mas o Blig era muito limitado e mudei para o Blogspot.

Só uma pessoa sabe o QUANTO eu me bati para aprender a mexer no código do template (e essa pessoa nem fala mais comigo, então acho que o segredo está enterrado, hehe). Madrugadas fuçando aqui e acolá até chegar onde queria. Depois, ficou tão fácil que eu mudava constantemente, mesmo quando sosseguei com a a idéia de usar a Emily the Strange, ainda assim mudava. O Hellfire também está lá, mas ficou completamente desconfigurado depois da última migração.

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Vampire Princess

Já comentei sobre alguns animes aqui no Hellfire, mas devo dizer que não sou exatamente uma fã. Gosto e algumas vezes tenho até curiosidade de conferir, mas não é exatamente o tipo de coisa sobre a qual estou sempre atrás de notícias, informações e links para download. De qualquer modo, dia desses conferi três episódios de Vampire Princess e gostei bastante.

Baseado em um mangá, a série para tv foi lançada em 1997, e conta a história de Miyu, uma “vampiresa” responsável por mandar os Shinmas (demônios que se aproveitam de fraquezas humanas) de volta para as trevas. Como deu para perceber, o tom principal é o de terror (e talvez até por isso eu tenha gostado tanto dos episódios que assisti). Seguem aqui alguns comentários sobre eles:

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