True Blood S02E02: Keep This Party Going

true02(Eu não sei se já ficou claro, mas eu pretendo comentar episódio por episódio de séries que assisto. Resolvi começar isso com o início da segunda temporada de True Blood porque sou meio neurótica com padrões, mas espero que logo outras séries passem a ser comentadas aqui, hehe. E um aviso: esses posts sempre terão spoilers, já que tratam-se de comentários do episódio que acabei de ver)

Ok, agooooora sim. Muito melhor do que o primeiro episódio dessa segunda temporada, embora eu ache que ainda falta um tico para realmente pegar fogo (que é o que eu quero, oras bolas). Keep This Party Going por coincidência tem pouco da Tara (hehe) e foca mais na relação de Sookie com Jessica (afinal, de um jeito meio estranho ela é “madrasta” da vampira adolescente. Além disso, também mostra mais da MaryAnn, que resolve “agitar” o Merlotte’s, digamos assim.

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True Blood S02E01: Nothing But the Blood

true04(Post com spoilers, só leia se já viu o episódio ou se não liga para essa coisa de surpresa)

E eis que finalmente começa a segunda temporada de True Blood, com o episódio Nothing But the Blood. A grande verdade é que pouco aconteceu, o que fez com que eu lembrasse de uma questão: o livro já é meio esticado demais (alguns eventos duram por mais de dois volumes, por exemplo). E a adaptação acaba precisando esticar o que já é esticado e eis então que temos um episódio com pouca novidade, e alguns momentos até bem monótonos.

A história começa com a descoberta do defunto no estacionamento do Merlotte’s. Pela pele negra e a unha pintada de vermelho, todo mundo achava que seria o Lafayette. Bom, acho que aqui fica a primeira marca de adeus ao livro: Lafayette não morreu. No final das contas fico até feliz por isso, porque foi uma das melhores personagens da primeira temporada, senão a melhor.

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O bom, o maizomeno e o esquisito

happiness_of_katakuris1Nesse final de semana dei um tempo com nossos filmes de terror e voltamos aos gêneros mais, hum, normais. Fui consultar a lista de filmes de lançamento recente e me dei conta que bem, não tem muito lançamento recente que eu esteja a fim de ver, no final das contas. Tem Wolverine, mas falaram tão mal do filme que não sei se vou deixar para assistir quando estiver passando no 8 e meia no Cinema do SBT, hehe. E aí acabou que o final de semana contou com dois de 2009 e um de 2001 (o Premonição 3 não conta porque já era aquele momento de passar a régua no domingo, eu estava sem sono e bem, não foi planejado). Então vamos aos comentários:

Ele não está tão a fim de você: Fazia tempo que queria assistir. Sabe como é, tem um lado meu que acha Love Actually o filme mais batutinha para assistir em época de natal e desde que vi pela primeira vez sempre tento dar uma chance para as comédias românticas. Aqui é a velha história de um elenco cheio de grandes nomes, histórias que se interligam e tudo isso para falar “a verdade nua e crua “sobre os relacionamentos (daí o título). A personagem mais bacaninha é a do cínico Alex, que é o sujeito que acaba abrindo os olhos de uma romântica sobre como os homens lidam com situações do tipo “ligar no outro dia”. É batutinha, vale a pena ver se você estiver no clima para comédia assim. Continue lendo “O bom, o maizomeno e o esquisito”

Post-it II

Em setembro do ano passado eu tinha ficado toda abobalhada com um video da EepyBird que estava rolando na internet, cheio de post-its. Aí ontem eu estava dando uma olhada lá no Viral Video Chart e em primeiro lugar tem outro com post-its, mas dessa vez é uma animação (stop motion) que dá quase para dizer que é uma ode aos procrastinadores (tipo eu, hehe). Muito, muito legal!

Duffy

duffy1Vocês sabem, eu tenho essa queda por vocais femininos e por isso vira e mexe estou falando da mulherada do microfone por aqui, mas não sei bem porque cargas d’água nunca dediquei um post todo só para a Duffy, além de um comentário rápido em um post sobre a Gabriella Cilmi há um ano. Porque sério, está aí uma cantora acima da média (embora uns alunos meus, ao ouvir o hit Mercy, disseram “Teacher, essa mulher não canta, ela mia!!” hehehe).

O legal da Duffy não é só o vozeirão, mas as músicas também são ótimas. Dia desses num ato de protesto contra a ausência do Fábio acabei assistindo Noivas em Guerra, e adivinha quem está na trilha? Duffy. Mais de uma vez, diga-se de passagem. Mas ok, ok, eu sei que presença em trilha sonora de comédia romântica não quer dizer nada, então eu separei aqui meu top5 para você, que ainda não conhece a Duffy, ter noção do que estou falando.

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O que eu odeio na blogosfera

6a00d8341c858253ef00e54f60280d8834-640wiA ideia é a seguinte: você escreve um parágrafo curto falando sobre algo que você odeia na blogosfera. Coisas que os blogueiros fazem, o comportamento do pessoal no comentário, manias meio sem noção e por aí vai. Depois de escrever o parágrafo, você indica outro blog para adicionar mais um aos que já foram colocados, de forma que façamos uma grande lista com colaboração de todos. E eu sei que isso parece coisa de quem não tem nada para fazer, mas eu vejo um propósito na lista: a cada dia que passa, sempre tem um novato chegando por essas bandas. O novato faz algo que te irrita, mas às vezes ele nem sabe que isso não é muito bem visto, digamos assim. Topando com a lista (e se identificando com um dos itens) quem sabe ele muda, né. Então vamos lá:

1. NOTÍCIA DIRETO DA FONTE: Ok, sejamos honestos. A verdade é que salvo raros casos (aka: o pessoal mais bem relacionado) a maior parte das “notícias” publicadas em blogs não chegam direto da fonte. Por exemplo,  muito provavelmente você ficou sabendo que a armadura do Batman no próximo filme será cor-de-rosa através de outro meio de comunicação, incluindo aí outros blogs. Então, meu filho, qual é o problema de informar em qual blog você leu sobre isso? Um linkezinho batuta ou se você ainda não aprendeu a linkar, sei lá, só cita o nome do lugar de onde você tirou a informação. Não dói. E você fica parecendo muito mais bacaninha para o sujeito que escreveu o post no qual você se inspirou.

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Para continuar, indico o Knolex do Vida Ordinária (pelo que ele andou comentando no twitter dia desses, acho que ele também tem o que reclamar, hehe).

Deckard: será que ele é?

blade_runnerBlade Runner entra em minha lista de filmes favoritos fácil, fácil. Os diálogos de Roy Baty (marcados com uma ironia triste) são simplesmente inesquecíveis. Mas o que os fãs do filme gostam de debater é se Deckard é ou não um andróide, e a partir daqui o post se enche de SPOILERS, então se você nunca viu Blade Runner corre lá e volte só depois para continuar lendo. Quanto ao filme, minha opinião ainda é a de que ele é sim um andróide, considerando o desfecho com o origami e tudo o mais. Mas isso não importa, porque eu quero falar é do livro do Philip K. Dick, “Do Androids Dream of Electric Sheep?“, que deu origem ao filme do Ridley Scott.

Vocês sabem, depois de Ubik virei fã desse autor. O modo como ele manipula a linha narrativa é único, e talvez ele seja um dos escritores que melhor lida com a questão da personalidade, não só do que pensamos que somos, mas também do que somos. E lá vem Sheep com esse elemento, então ler o livro sem lembrar da discussão nérdica “Será que o Deckard é ou não um andróide” foi simplesmente impossível para mim. Mas calma, calma, vamos por partes.

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