Desde agosto do ano passado, quando li uma resenha da Ágata lá no blog do Meia Palavra comentando esse livro morro de vontade de ler. O fato do autor ter sido tão bacana e topado uma entrevista (10 perguntas e Meia de abril desse ano) aumentaram ainda mais a curiosidade. Faroeste. Com zumbis. Eu sei, eu sei. Eu me vendo fácil para esse negócio de histórias de zumbis, mas no caso de Areia nos Dentes eu fico mais do que feliz por isso. Porque é um daqueles livros que eu colocaria fácil, fácil entre um dos melhores que li esse ano. E ó, nem tem tanto zumbi assim.
A narrativa mostra um sujeito tentando recuperar a história da família ao escrever um livro sobre os tempos em que viviam em um povoado no sul dos Estados Unidos. Aos poucos o narrador vai interrompendo a narrativa, seja por um problema com o computador, seja por embriaguez. E quando você já está afoito pensando: cadê os zumbis, cadê, cadêêê?, Já era. Xerxenesky já prendeu sua atenção e você quer saber dos dois Juans. Você já consegue sentir o calor e a poeira da Mavrak, cidade dos antepassados do narrador.
Continue lendo “Areia nos Dentes (Antônio Xerxenesky)”
Eu não me canso de comentar aqui que um dos meus filmes de terror preferidos de todos os tempos é 
Eu não sei quantos de vocês já viram o filme de Stanley Kubrick, 2001: Uma Odisseia 



Ok, acho que passou a maré ruim, finalmente um livro que não fiquei lutando para chegar até o fim. O Clube do Filme é uma história sobre um pai que ao ver o filho odiando a escola resolve oferecer para o garoto a opção de largar os estudos, e não precisar trabalhar nem pagar aluguel, desde que assistissem juntos pelo menos três filmes por semana. Então que eu achava que David Gilmour era o cara do Pink Floyd (e é), mas o autor do livro é um outro
Acho que entrei em uma fase ruim no que diz respeito aos livros. Primeiro foi o Pride and Prejudice and Zombies do Seth Grahame-Smith. A decepção foi tamanha que não deu nem vontade de vir escrever sobre ele aqui no Hellfire, e por pelo menos umas quatro vezes pensei em largar sem terminar de ler. Pois é, se você quer dar umas boas risadas com algo que o Grahame-Smith escreveu, acho que o negócio é ficar com o