Brilho eterno de uma mente sem lembranças

Sabe, algo que sempre achei muito legal sobre Brilho eterno de uma mente sem lembranças (um dos poucos filmes que consigo assistir mais de uma vez sem dormir) é o fato de que a idéia de apagar a memória entra na história como algo comum, tipo tomar uma aspirina. E é tudo conduzido de uma forma tão bacana que no final das contas você nem fica pirando sobre os processos científicos que tornariam tal técnica verossímil. Importante ali são as pessoas, não o fato de que elas podem apagar a memória.

Até porque, convenhamos, apagar memória, wtf. Poisé. Aí hoje cedo eu fazendo minha leitura costumeira dos jornais e pãns, vejo a manchete “Pesquisadores apagam memória de camundongo” e agora estou aqui, fazendo uma lista básica para quando finalmente eu poderei dar uma de Clementine e apagar memórias e pessoas almost as a lark (sim, eu vi o filme tantas vezes que já sei falas de cor).

20 Clichês dos Filmes de Terror (parte II)

Continuando a série iniciada aqui, vamos agora ao 15º clichê dos filmes de terror (aliás, desse aí até a série de filmes Todo Mundo em Pânico já tirou sarro):

15. O cara negro – ou qualquer outra minoria – morre: Isso se tornou padrão desde a criação do slasher no final dos anos 70 e é epitomizado pela fala de Orlando Jones em Evolução: “Já vi esse filme. O cara negro morre antes.”

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Zooooooooombieees!!

Eu não consigo mais lembrar quando foi que tivemos um final de semana sem chuva aqui em Curitiba. Eu não vou usar a chuva como desculpa para ter ficado em casa, o fato é que se há um lado bom na quantidade de dias chuvosos é que eles fazem um clima ideal para assistir filmes de terror, mesmo que não esteja necessariamente escuro.

E aí que nesse final de semana eu fiz isso. Vi filmes. E uou, por coincidência, filmes de zumbi. O primeiro segue aquela linha que eu adoro, o terrir. Chama-se Dance of the Dead (não confundir com o episódio de Masters of Horror com o Robert Englund) e é um dos filmes do Los Angeles Scream Festival desse ano. Só com a sinopse já dá para entender porque é um terrir: na noite do grande baile da escola, os mortos se levantam e começam a comer os vivos, e os únicos que poderão parar os zumbis são os losers que não conseguiram ir ao baile.

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20 Clichês dos Filmes de Terror (parte I)

Acabei de ver isso no About.com e achei hilário (porque vocês sabem, como fã de filmes de terror, eu já tive a oportunidade de conferir todos esses clichês trocentas vezes), vou traduzir e colocar aqui aos poucos, começando pelo vigésimo:

20: Cabeças de bonecas espalhadas na casa do assassino: Ok, nós entendemos; esse é um carinha maluco. Mas que tal tentarmos algo novo, como asas de borboletas ou iPod Shuffles?

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A vida secreta dos grandes autores (Robert Schnakenberg)

Comentando com o Fábio ontem sobre uma Super com uma lista dos 122 livros para entender o mundo (vi lá no Arte e Vício) ele observou “Você e essa sua mania de livros sobre livros…”. É, eu e essa minha mania de livros sobre livros. A grande verdade é que a maior parte eu ainda não tive oportunidade de conferir, como por exemplo História Universal da Destruição dos Livros ou ainda O livro dos livros perdidos. Mas recentemente pude conferir uma obra que segue essa linha mas de forma mais leve e divertida, digamos assim. Estou falando de A vida secreta dos grandes autores, de Robert Schnakenberg.

Como deve dar para notar pelo nome do autor, o livro é gringo. Mas a tradução brasileira ganhou ilustrações do gaúcho Allan Sieber, o que serve como um diferencial bem bacana com relação à edição de lá.  E nesse caso, fica claro que figuras carimbadas da literatura tupiniquim não dão as caras no livro. Porém, os nomes escolhidos por Schnakenberg representam bem a literatura, acredito eu. Na obra temos  um monte de curiosidades sobre diversos, desde Shakespeare até Thomas Pynchon.

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Venetian Princess

Eu ando meio por fora dos lançamentos musicais, pelo menos aqueles mais populares (acho que entrei naquela fase velhaca de só ouvir o que eu já conheço). Por exemplo, a tal da Katy Perry que estava todo mundo comentando por causa da tal da música I kissed a girl. Fui conferir ontem, porque o bafafá sobre a música se estende há tanto que bem, talvez até fosse legal. Não achei grandes coisas. Na verdade, o que eu gostei mesmo foi a paródia que a tal da Venetian Princess fez para a música:

As zoações dela são ótimas, principalmente levando em conta o que ela faz em Hillary, Be My Best Friend e I Got A Crush On…. Giuliani. Tem mais algumas paródias (incluindo uma da Britney) que vale a pena conferir.

Across the Universe

Eu ando bastante enrolada para ver os filmes que possivelmente gostarei. Tipo Dark Knight, que vi coisa de um mês atrás. E agora essa semana finalmente assisti Across the Universe. Beatles, né. Não tinha como não gostar. Mas foi ficando para outro dia, outro dia… e acabei assistindo só porque meus alunos pediram. E bem, no final das contas é aquilo: filme encantador.

O musical conta a história de Jude, o rapaz de Liverpool que viaja aos Estados Unidos em busca do pai, o que acaba funcionando como fundo para mostrar os eventos dos anos 60 com músicas como Something e All you need is love de fundo. Aliás, é engraçado como de certa forma você começa a pensar “Quando é que colocarão tal música? E Hey Jude, quando entra?”, hehe.

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Você sabe que está meio por fora quando…

… compra uma SET por acaso e fica (muito) surpreso ao ver lá que:

1. Neil Gaiman está trabalhando em uma adaptação para o cinema de Morte, o alto preço da vida.

2. Tim Burton está fazendo uma adaptação de Alice no País das Maravilhas.

3. Dorian Gray não é ‘só um projeto’ e já será lançado no ano que vem.

Caramba, preciso urgentemente voltar a ler sites de cinema se eu não quiser ficar por fora de notícias bacanas. Acho que o maior problema é que eu comecei a procurar por notícias em sites nerds, que são legais e tudo o mais, mas no final das contas são bastante limitados (até porque normalmente cobrem vários assuntos, e não só cinema). Alguém aí tem alguma sugestão de site de cinema bom para acompanhar notícias?

Depressão pós-livro

Eu ando bastante frustrada desde que terminei a leitura da saga Twilight. Eu estava definindo isso mais ou menos como “Ninguém entende quando eu digo que estou chateada por viver em um mundo no qual acordar e descobrir-se transformado em uma barata soa absurdo.”, mas tipos que uma garota lá do fórum Crepúsculo soube se expressar tão bem que eu preciso abrir uma exceção e usar aqui no Hellfire palavras que não minhas, mas de outra pessoa.

E antes que os meninos escapem achando que é um caso de apaixonite por personagens, por favor, continuem. O post dessa menina expressa muito bem quando nós, amantes da fantasia em geral, nos sentimos quando fechamos o livro e descobrimos que nesse mundo não há vampiros, hobbits ou zumbis. Se você já esteve por aí (e ei, não importa a idade, a Literatura faz dessas coisas com o mais maduro dos velhinhos), eu tenho certeza que de qualquer forma entenderá o que essa menina escreveu. E que atire a primeira pedra quem nunca pensou duas vezes sobre a fantasia.

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