Concurso de aniversário do Meia Palavra

Dia 25 de novembro o MEIA PALAVRA completará um ano de existência. Para celebrar, estamos promovendo um concurso cujo prêmio não poderia ser mais óbvio: LIVRO! Se quiser participar, basta seguir essas instruções:

1. Mande um e-mail para [email protected] com o assunto: CONCURSO MEIA PALAVRA até o dia 20 de novembro

2. Diga qual é seu nick no fórum MEIA PALAVRA e complete a seguinte frase:

PARA ———————- MEIA PALAVRA —————————–

3. Junto coloque seu endereço COMPLETO, para que o prêmio possa ser enviado.

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Gabriel

Eu não sei se já comentei por aqui, mas uma das minhas personagens favoritas de todos os tempos no cinema é o arcanjo Gabriel, interpretado brilhantemente pelo Christopher Walken em Anjos Rebeldes. A relação dele com os humanos é de um profundo desdém, como quem não entende por que diabos deus perderia tempo com “macacos falantes” como nós. Se ainda não assistiu ao filme, corre lá na prateleira das velharias da sua locadora porque vale a pena (as continuações, ao contrário, são uma b* bem grandona e fedida).

Enfim, levando em consideração que ele é minha personagem favorita, acabei aceitando ao convite do Fábio para assistir a produção australiana de 2007 chamada… Gabriel, que conta a história do arcanjo vindo ao purgatório para acabar com as trevas e trazer luz novamente para as almas que lá estão. Hum. Certo.

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FAIL

Mania nérdica tipo os lolcats, o “Fail!” parte do princípio básico de zoar a estapafurdice alheia (em alguns casos, acho que trata-se de Schadenfreude mesmo). E como isso é coisa que não falta, tem sempre alguma imagem nova com a legenda FAIL rolando por aí. Acho que para parte da graça saber um tico de inglês é necessário, enfim, segue um exemplo:

E se quiser uma fonte infinita de FAILs, não deixe de visitar o FAIL blog, que tem até videozinhos rindo da desgraça alheia.

Quase

É engraçado reler o que eu escrevi há mais de dois anos, e relembrar aqui o que senti durante as últimas voltas desse GP do Brasil de F1. Confesso que fazia muito, MUITO tempo que não vibrava assim para qualquer esporte que estivesse assistindo. Quando já estava certo que bem, o Massa venceria mas o título seria mesmo do Hamilton, foi lá o Vettel ultrapassou o inglês e aí foram duas voltas de muita gritaria, de “VAI, VETTEL!”, “SEGURA, VETTEL!” e muita comemoração…

… até o Glock ser ultrapassado pelo Hamilton. Mas enfim, não é querer dar uma de Polyana, mas só pela vibração final essa corrida valeu. Depois de tantos anos de comemorações insosas, emoção de fato. Vale mais ainda se considerar que o que tinha que fazer, o Massa fez direitinho, do começo ao fim. Pena as trapalhadas da Ferrari em uma ou duas corridas terem deixado esse campeonato para outro ano (e hoje em dia eu sinceramente não duvido que virá).

20 Clichês dos Filmes de Terror (final)

Chegamos agora ao final dos 20 clichês dos filmes de Terror, retirados lá da categoria horror do About.com. Se está perdido, a primeira parte está aqui, a segunda aqui e a terceira aqui. Agora vamos aos últimos clichês, começando com:

5. Alguém grita e/ou vomita ao ver um cadáver: Sério, entre CSI e todos aqueles programas de “crimes reais” da tv, você já deve ter visto cadáveres o suficiente – ou quase isso – que ao cruzar com um na vida real não deveria fazer de você um louco tendo um ataque.

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(Channel 4) Dead Set

Histórias de zumbis não costumam mudar muito na essência. A “praga” surge do nada, pegando as pessoas de surpresa e fazendo do enredo acima de tudo um conto sobre sobrevivência. Sim, eu não esqueço da questão da crítica à sociedade, mas convenhamos, tirando aquele negócio de “a moral da história”, o que vemos é uma gritaria danada e gente tentando salvar a pela a qualquer custo.

Por isso que não me surpreende que a minissérie Dead Set (do Channel 4) não experimente nada criativo nesse ponto. Na história, zumbis atacam a Grã-Bretanha do nada, ninguém sabe de onde eles surgiram só se sabe que se você morrer após ser mordido por um deles, você também virará um morto-vivo. Ok, até aí nada de errado, e essa parte do “nada de novo mas nada de errado” eles conduzem muito bem. As cenas básicas de zumbi comendo gente, ou de pessoas fugindo desesperadas dão o mesmo medo que qualquer bom filme do gênero.

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Coisas das cercanias da Bettegolândia

Quase quatro anos passando ali, pensando WOW, TENHO QUE FOTOGRAFAR ISSO e deixando para depois e então esquecendo. Eis que circulando em um site gringo (muito hilário, btw, o PhotoshopDisasters) vejo lá uma imagem que lembra que WOW, TENHO QUE FOTOGRAFAR ISSO:

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20 Clichês dos Filmes de Terror (parte III)

E seguimos em frente com a lista dos 20 clichês dos filmes de terror. Para você que chegou agora, a primeira parte está aqui, e a segunda parte aqui. Então vamos ao décimo clichê (e um dos meus favoritos):

10. A história acaba e descobre-se que o protagonista estava morto o tempo todo: vocês todos não podem ser M. Night Shyamalan, então parem de tentar.

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O terror da porta aberta

Não entendo nem nunca entenderei o desespero dos motoristas para avisarem a um outro sujeito que a porta do carro está aberta. Sério. 1 Já vi gente fazendo absurdos no trânsito, só para ser o bom samaritano motorizado da vez. Algum dia um motorista desavisado caiu do carro e morreu atropelado pelo veículo que vinha atrás, e o acidente foi tão horrível que deixou marcas profundas na consciente coletivo da galera, só pode.

Missão de vida: salvar alguém da porta aberta.