E no piano…. Atari 800XL!!
Na guitarra…. Texas Instruments TI-99/4a!!
No baixo… Disquete de 8 polegadas!!
Harddrive de 3.5 polegadas com o gongo!
E por favor, uma salva de palmas para o HP ScanJet 3C para todos os vocais!!!
😆
Um pandemônio.
E no piano…. Atari 800XL!!
Na guitarra…. Texas Instruments TI-99/4a!!
No baixo… Disquete de 8 polegadas!!
Harddrive de 3.5 polegadas com o gongo!
E por favor, uma salva de palmas para o HP ScanJet 3C para todos os vocais!!!
😆
Sim, seria Anicamente impossível passar o feriado sem ter visto pelo menos um filmezinho. E então quando chegamos nas cntp (frio e comecinho de noite) fomos conferir um filme de terror espanhol de 1971, chamado La noche del terror ciego. Aliás, só para registrar, o título em português é de Portugal. Não consegui achar qualquer informação sobre o lançamento do filme no Brasil, que dirá qual seria o título “oficial” aqui. Mas deixemos isso de lado e vamos à história, sim?
Dirigido e escrito por Amando de Ossorio, o longa começa com uma viagem de um casal mais uma amiga para o interior. Por uma razão até meio estapafúrdia, uma das mulheres resolve saltar fora do trem quando está próxima de ruínas medievais, que depois sabemos ser habitadas por cavaleiros templários mortos vivos 1 .
O UOL colocou no ar ontem uma seleção bem interessante, dos melhores discos lançados em 1989 (20 anos atrás, sacou sacou?). O que eu achei bacana reparar é como relacionamos certas bandas aos anos 90 mas nos 80 elas já estavam gravando. Caso do Nirvana (com Bleach), Red Hot Chili Peppers (com Mother’s Milk) e nine inch nails (com Pretty Hate Machine). Também bate aquele momento “Poutz, to véia!” ao ver Like a Prayer da Madonna entre os lançamentos daquele ano. Engraçado como a noção de tempo varia quando o assunto é música (e bem, quando os anos vão passando, certo?).
Inspirada por essa lista do UOL resolvi dar uma pesquisada para saber o que estava saindo em 1981 (ano em que eu nasci, para os que não sabem), até para ver se não tinha mais um desses casos de bandas que já estavam labutando, só esperando o tão sonhado momento do estouro. Para tal, usei a boa e velha wikipedia em inglês como fonte. Para quem ficar com vontade de fazer algo igual, basta usar esse link aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Category:xxxx_albums , trocando o xxxx pelo ano em que você nasceu.
Dando continuidade à leitura da trilogia Millenium, eis que leio o segundo título da série, A Menina que Brincava com Fogo. Dessa vez sem qualquer confusão de títulos e já devidamente apresentada às personagens, tudo levava a crer que seria uma leitura divertida e interessante, tal como o primeiro volume. Não, não foi. Infelizmente, confesso que cheguei até a perder qualquer vontade de ler a conclusão (que ainda não tem tradução no Brasil).
Vamos por partes: o fato é que para quem se apaixonou pela heroína Lisbeth Salander, talvez o livro sem MUITO bom. Sabe como é, às vezes nos encantamos por personagens e quanto mais podemos saber sobre eles, melhor. E aqui todos os detalhes sobre o passado de Salander ficam abertos ao leitor. E talvez aí que esteja um dos pecados do livro, na minha opinião. O que faz (ou fazia) de Salander uma personagem legal não era a quantidade absurda de tatuagens ou o fato de ela ser uma hacker ou algo que o valha. Era o mistério. E sem mistério, ela fica bem sem graça.
Continue lendo “A Menina que Brincava com Fogo (Stieg Larsson)”
Testezinho bizarro que acabei de encontrar. Qual seria seu sabor se um canibal comesse você. É.
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Spicy, ahn? O título é uma citação de O Silêncio dos Inocentes. Se você não viu ainda, faça um favor para você mesmo e assista logo, sim?
Então que eu tenho cá essa minha mania de comprar livros. Não chega a ser compulsão, porque sou uma pobre consciente e não gasto o que não tenho, mas que vira e mexe fico namorandinho novos livros para comprar antes mesmo de terminar de ler os da última compra, eu fico. É mais forte do que eu, sabe. Vejo lá um site de livraria e fico fuçando os lançamentos, as promoções, as edições especiais… ai ai. Mas como já dito antes, não tenho tanta bufunfa sobrando então a escolha tem que ser mais criteriosa.
O problema é: mesmo com critérios (às vezes um tanto estranhos, do tipo “Caraca, olha o tamanho desse livro só por 20 reais!!!!”) algumas vezes eu acabo me metendo em roubadas. Por roubadas não quero dizer necessariamente que o livro seja ruim. Mas é um daqueles casos em que você olha para a estante e pensa “Onde eu estava na cabeça quando comprei isso?”. Resolvi então comentar de alguns deles com vocês, no…
Dias atrás eu estava toda serelepe porque tinha ficado sabendo que a segunda temporada de True Blood começaria no dia 3 de maio. Mas saiu um anúncio da HBO confirmando que a data será… blé. 14 de junho. Para quem não entendeu por que diabos eu estou tão curiosa sobre a segunda temporada (até levando em consideração que não gostei da conclusão da primeira), o negócio é que ao ler os livros da Charlaine Harris eu cheguei a conclusão de que a série tem tudo para ficar muito, muito legal.
Mas é claro que isso depende basicamente das escolhas do Alan Ball. Não acho que se distanciar da obra que está sendo adaptada possa ser necessariamente ruim – e isso inclui qual destino ele dará para Lafayette, que no primeiro livro mal tem o nome citado mas que na série ganhou a atenção do público. Então a curiosidade é basicamente essa: de saber qual rumo a série vai tomar, e se a segunda chance valerá a pena.
A HBO também divulgou algumas imagens da segunda temporada que comentarei a seguir (o que significa mais ou menos que se você ainda não viu o primeiro ano, é melhor parar por aqui).
Ontem nenhum aluno apareceu (nesses casos sempre lembro de uma colega de Tópicos de Estudo em Linguística perguntando para o professor “Vai ter pré-feriado?”), e fiquei lá preparandinho minhas aulas futuras. O tema de uma das unidades é termos atípicos, “palavras sem tradução direta em outras línguas” digamos assim, assunto que o Rui já comentou lá no Blog do Meia Palavra.
Aí vi que a referência dessa aula é o livro The Meaning of Tingo and other extraordinary words from around the world, do Adam Jacot de Boinod. Surpreendentemente, já temos uma tradução aqui no Brasil (saiu pela Conrad em 2007), que pode ser encontrada como Tingo: o irresistível almanaque das palavras que a gente não têm. Parece um daqueles livros divertidíssimos, se for considerar alguns exemplos que traduzi lá da edição americana:
Eu não lembro bem quem foi que indicou há uns tempos o filme Dead Snow (chuto que foi o Skywalker), só lembro que fiquei naquela de “Quero ver”, mas acabei não conferindo. Aí ontem à noite estávamos aqui em casa escolhendo o que veríamos, sondando as sinopses e tudo o mais, quando vejo lá o Død Snø, que no IMDb tem lá Grupo sai de férias yadda yadda yadda NAZI ZOMBIES. Uouuuuuuuu! Fiquei com vontade de assistir na hora. E lá fui eu.
O filme começa com uma cena MUITO boa, com uma garota correndo na neve. Toca como trilha No Hall do Rei da Montanha (um dos trechos mais conhecidos de Peer Gynt), o que conquistou meu coraçãozinho na hora. Pensa só, um filme com NAZI ZOMBIES e que abre dessa forma TEM que ser um dos melhores filmes de zumbi de todos os tempos. Poisé. Mas não é.