Só porque adoro vilões

E também porque estou sem nadica para fazer (e porque não quero ser a enésima pessoa a postar aquele vídeo do bichinho arregalando os olhos) vai aí um teste que encontrei lá no blog do TT1.

Your results:
You are Dark Phoenix

Dark Phoenix
59%
Mr. Freeze
56%
Mystique
56%
Venom
54%
Catwoman
51%
Poison Ivy
50%
Dr. Doom
46%
The Joker
44%
Riddler
39%
Apocalypse
38%
Magneto
36%
Lex Luthor
33%
Green Goblin
32%
Juggernaut
28%
Two-Face
28%
Kingpin
19%
A prime example of emotional extremes: Passion and fury incarnate.


Click here to take the Super Villain Personality Test

(Eu queria ser o Coringa ¬¬’)

Agora que o ano começou…

32.gif…alguns comentários.

Elizabeth: A era de ouro é um filme razoável. Algumas imagens bonitas, figurino bacana e a Cate está mandando bem. Problemas? Primeiro: não consigo mais olhar para o Clive Owen sem imaginá-lo enfiando uma cenoura em alguém. Segundo: o final desanda. Terceiro: Por que quando um filme é de fato uma continuação as pessoas não deixam isso mais óbvio para pessoas meio lesadas como eu? Só fui sacar que era continuação do outro Elizabeth quando me dei conta que a Cate estava encarnando muitas Elizabeths para o meu gosto.

***

Douglas Adams foi provavelmente o cara mais genial que já passou por nosso planetinha (e talvez pelo universo, visto que outras formas de vida podem não ter um senso de humor parecido com o nosso). Estou quase no fim de A Vida, o Universo e Tudo o Mais e não consigo deixar de rir só de lembrar de alguns momentos. Juro, esse ano eu uso a toalha!

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Os anos 90

gh90.jpgDia desses comentei sobre a notícia de um provável retorno do New Kids on the Block e fiquei com uma pulga atrás da orelha enquanto pensava sobre o cenário musical nos anos 90. Foi o estouro do Nirvana e de outras bandas bacanas como Radiohead, Blur, No Doubt e de artistas como Beck e Alanis. Aqui no Brasil bandas como Skank, Raimundos e Pato Fu e artistas como Chico Science e Cássia Eller conquistaram um lugarzinho ao sol em um cenário até então dominado pelas mesmas bandas de sempre (Legião, Ira, Capital, Paralamas, etc.). É, parece um bom quadro, não?

Mas aí comecei a esmiuçar os arquivos musicais dos anos 90 e encontrei alguns casos que fazem com que eu concorde com a teoria do Fábio: os anos 80 foram tão, mas tão bregas, que ultrapassaram os limites da década e ocuparam um pouco dos 90 com sua breguice. Duvida? Então diz aí se você não lembra de micos como…

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Se eu fosse…

livro-aberto.jpgPara continuar a brincadeira, por indicação da Carol lá do Toute ma vie agora é minha vez de responder o “Se eu fosse…” literário, um oferecimento de Meia Palavra, o fórum sobre Literatura que se você ainda não conhece, deveria 1 *PLIM, PLIM*

Enfim, nada muito complicado, basta associar o que você é com questões literárias. Se quiser adicionar perguntas, sinta-se à vontade. Só não esqueça de no final indicar outros três blogs ou flogs para responderem as perguntas, hmmmkay?

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Guimarães Rosa

jgrosa.jpgOntem chegou minha Bravo! de fevereiro, com o tio Rosa na capa. Eu já tinha achado bacana o fato de ter uma matéria sobre ele, mas eu nem imaginava qual seria. Abro a revista e vejo: trata-se da publicação de trechos do diário do escritor dos tempos em que ele esteve na Alemanha. Que tempos são esses, você me pergunta. Bom, nada mais nada menos do que a Segunda Guerra Mundial.

Para quem não sabe, nesta época Guimarães Rosa era cônsul-adjunto em Hamburgo. Foi mais ou menos isso que o meteu numa roubada de presenciar uma guerra, mas que por outro lado lhe rendeu uma segunda esposa. De qualquer forma, antes que me prolongue: corre para a banca e compre a Bravo. Não só pelos trechos do diário, mas pelo perfil do escritor, é aquele tipo de revista para ter guardada em casa.

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Shelfari

shelfari.jpgPense em uma mistura de last.fm com Orkut voltado para o pessoal que tem uma queda especial por livros. E aí você tem o Shelfari, ferramenta que conheci hoje por indicação do Ristow. A idéia é simples: você organiza sua estante (livros lidos, livros que está lendo, livros que você quer, etc.), que será parte do seu “perfil” (esta seria a parte last.fm da coisa, não se empolguem porque não se trata de um site que disponibiliza e-books…).

Além disso, você pode adicionar amigos, fazer parte de grupos, escrever resenhas sobre os livros que leu e por aí vai. Eu diria que é um LibraryThing melhorado (ou seja, com mais opções), não fosse um problema: não tem como adicionar livros manualmente. Mas segundo o site, AINDA não.

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Quando é impossível não reagir

dancingcat0001.JPGDia desses estava assistindo ao trailer de O Homem de Ferro 1 com o Fábio, e ali pela metade do teaser, o Homem de Ferro surge ao som dos primeiros acordes de Iron Man, do Black Sabbath. E eu então eu percebo que nós dois estamos agitando a cabeça, acompanhando a música.

Aí pensando na cena, cheguei a conclusão que tem música que é simplesmente impossível você não reagir quando ela toca. Seja agitando a cabeça, dançando, cantando – algumas atingem qualquer coisa que um sujeito das sociais conseguiria explicar perfeitamente mas eu não sei – só sei que acontece. E acho até que independe de você gostar ou não do estilo musical. E pensando nisso que resolvi fazer o…

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Bittersweets

E depois dizem que nós nerdzinhos não sabemos como rir de nossas próprias desgraças, né? Dia dos namorados estrangeiro chegando e o ThinkGeek começa a vender balinhas em formato de coração com mensagens singelas como “Sinto saudades do meu ex“, “Nós tínhamos planos“, “Devolva meus CDs“, “Usei você por diversão“, “PS: Eu me amo“, etc. Para aqueles que foram rejeitados ou que estão dando um pé na bunda de alguém. Olha que gracinha:

bittersweets.jpg

É por essas e por outras que sempre digo que inteligência e senso de humor andam juntos…

O blog é show de bola, sim senhora!

showdebola1selo.jpgEntão que na quinta-feira passada o Diego lá do Riffs & Solos indicou o Hellfire no Esse blog é Show de Bola e É um blog muito bom sim senhora e eu fiquei toda boba e lisonjeada, porque foi no mesmo dia que o Bagrong do 42 escreveu um post bem cute falando de vários blogs e não só incluiu o Hellfire, mas como falou do meu novo xodó, o Meia Palavra. Então, agradeço a gentileza de ambos e agora continuo a brincadeira do Diego indicando outros três blogs para participarem.

Só que desta vez vou inovar um tico e sair dos meus favoritos (como o Covil, Confessions, Eu diria que… etc.) e vou indicar alguns que chegaram recentemente na minha lista de favoritos (o que não significa que são novos, é claro). Crianças, se forem indicados, não estraguem a brincadeira e indiquem vocês também, viu?

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Rapidinhas (porque eu tenho que trabalhar!)

johnnydepp.jpgEu tenho noção que nasci na época errada quando o assunto é música no momento que a “grande volta” aos palcos não é Led ou algo do gênero. A única banda que acompanhei desde o começo e agora estou vendo notícias um retorno, é o New Kids on the Block
. Ô mãe, eu poderia ter nascido uns dez anos antes e as músicas do meu tempo não seriam tão vergonhosas, né?

***

Sweeney Todd foi minha maior decepção sobre qualquer filme do Tim Burton. Juro. Não é um filme horrível, aliás, muito pelo contrário: ali o Burton leva ao extremo a habilidade de criar mundos oníricos. A Londres de Sweeney é a Londres que muitos fãs de literatura vitoriana já devem ter imaginado, mas com o cinza imperando. E o contraste com o vermelho do sangue dá um efeito muito legal. Mas sério, tinha momentos que eu já dizia: PELAMORDEDEUS, NÃO CANTA! Ao contrário de musicais como Chicago, aqui as músicas não são boas.

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