(Fábio viu essa tirinha no fileheaven e disse “Ó você aí.“)
Ano: 2008
Não apague, mande para todos que você conhece!
Eu sou fã confessa de lendas urbanas. Sou tão fã, mas tão fã, que um dia ainda criarei minha própria lenda urbana! E uma coisa é certa: tal como ônibus lotado em dia de chuva é o ambiente ideal para que um vírus qualquer contamine um monte de gente, a internet e nossa vontade de ser enganados parece ser o ambiente para espalhar as tais das lendas urbanas.
Hoje eu recebi uma mensagem encaminhada de uma ex-aluna, comentando sobre um cara que foi logrado em um restaurante e depois “se vingou” passando para todo mundo a receita do cookie que eles ofereciam de sobremesa. Esse é até bonitinho, é aquele tipo de lenda com aquele fundo moral “Faça o certo” e tal. Quase consigo imaginar o Geninho contando o que aprendemos hoje.
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Curitiba, Curitiba…
Tem horas que fico cá lembrando dos versinhos daquela música do Maxixe Machine, algo que seguia mais ou menos assim: “Curitiba, Curitiba… Você é a única droooooga que eu vou admitir na minha viiiida” (btw, caso não conheça a banda, experimente o Bar Babel. Som dos bão).
Enfim. Hoje tem eclipse lunar, total, começa lá pelas 21:30h e termina um pouco antes da uma da manhã e blablabla. E eu, como toda pessoa que vive no mundo da lua, me amarro nesse tipo de coisa (ok, trocadilho besta). O fato é: fora o eclipse solar total de novembro de 1994 eu não consigo recordar de alguma vez que o céu de Curitiba não estivesse EXATAMENTE como está hoje. Cheio de nuvens, e aquela pinta de que vai chover a qualquer momento, só para f* com meu eclipse. Blé. Quem conseguir ver, por favor, tira foto e manda para mim.
Tempos estranhos
Hoje Fábio encaminhou um e-mail para mim que fez com que eu ficasse com a pulga atrás da orelha. Reproduzia uma matéria publicada no New York Times, comentando sobre uma garota que na versão Tio Sam do Você é mais inteligente que um aluno da quinta série? chegou na pergunta “Budapeste é capital de qual país da Europa?” e bem, disse lá barbaridades como “Eu achava que Europa era um país!”.
Ok, vamos por partes. Primeiro: eu ainda não consigo acreditar que os norte-americanos são assim, em sua totalidade ou grande maioria, TÃO alienados sobre “o resto” do mundo. Segundo: antes que comecem a falar, saiu no ano passado na Veja o resultado de uma pesquisa que apontava que uma porcentagem bem grande de brasileiros não sabem localizar o Brasil no mapa-múndi.
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Juno
Um dos principais filmes com mais de uma indicação para o Oscar é Juno, que chegará nos cinemas brasileiros semana que vem. Apontado como o Pequena Miss Sunshine deste ano, eu acho que a comparação entre um e outro acaba na questão de ser um filme independente. Não que Pequena Miss Sunshine seja ruim, é até bem bacaninha. Mas você vai demorar para ver no cinema história mais doce do que a de Juno.
E não é doce no sentido grudendo e meloso. É doce porque não há qualquer grande drama na história, não há personagens maus e mesmo assim você segue do começo ao fim querendo saber o que acontecerá com Juno, a menina que dá o nome do filme.
E no mundinho da Literatura…
Queria muito entender qual é o lance, o truque, o mojo, etc. do Stephen King. Há alguns dias comecei a ler Cell (Celular, lançado no fim do ano passado aqui no Brasil). Aquela coisa, alguém lá no Meia Palavra falou de zumbi e meu zumbidar começou a apitar e fiquei curiosa sobre o livro. Aquela coisa: um dia qualquer, chega em determinado horário e todos os que estavam falando no celular ficam maluquinhos, matando e devorando o que encontram pela frente.
Aí que quando comecei nem achei grandes coisas. O pior, estou na metade do livro e até agora ele não é grandes coisas. MAS EU NÃO CONSIGO PARAR DE LER. Qual é a desse cara, heim? Pacto com o demo, linguagem subliminar ou o quê? E sabe o que é mais engraçado? Enquanto você lê, não dá para deixar de pensar: ok, alguém fará um filme disso. Dito e feito.
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Links, links, links
(Para você que não agüenta mais jogar paciência)
Your Guide to Internet Criticism: Site em inglês, é exatamente o que o nome diz, um guia para críticas na internet. Senso de humor nerd, eu sei. Mas vale a clicada.
Proppian Fairy Tale Generator: Também em inglês (oi, tenho que comprar o leitinho das crianças). Deixemos a parte da literatura de lado, a brincadeira aqui é você selecionar as funções (vitória, violação, retorno, etc.) e ver no que dá. Se ficou curioso pela teoria, clica aqui.
Doctor Scops: Para o pessoal que tem quedinha pelo grotesco, site com bonecos beeem esquisitos. Não deixem de visitar o Original Limited Series, tem até uma categoria de bonecas “acidentadas”, digamos assim.
E se ainda assim você está entediado, tente este aqui: Inutilidades. Apesar do subtítulo “Os links mais inúteis”, é tão interessante que pelo menos algum tempo do seu tédio o blog matará.
Pessoas legais gostam de gatos
A cada dia que passa mais me convenço sobre isso. Não perguntarei mais sobre livros, discos e filmes favoritos. Nem sobre conceitos morais e o diabo a quatro. Perguntarei: “Gosta de gatos?” e saberei se vale a pena dar alguns minutos de atenção para a pessoa. Não, eu não estou dizendo isso porque sou uma gateira confessa.
É que hoje achei fotos do museu do Hemingway e adivinha o que você pode encontrar circulando por todos os cantos do museu, nem dando trela para os estranhos? Gatinhos. Todos descendentes de gatos que o próprio escritor trouxe para casa (diz a reportagem que ele chegou a levar até 50 gatos para casa). Clique aqui para ver os bichanos fofos.
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Aula de Inglês com Capitão Nascimento
Então que Tropa de Elite estreou nesta segunda lá no Festival de Berlim. O comentário geral é que ninguém odiou, mas também ninguém morreu de amores pelo filme. Segundo o G1, a razão pode ser a questão da tradução: o filme foi apresentado à imprensa com legendas em alemão, e foi narrado simultaneamente (como na entrega do Oscar pela Globo, saca?) em inglês, francês e espanhol.
Consegue imaginar o filme, originalmente narrado por Capitão Nascimento, sendo narrado por uma mulher? Poisé, quem ouviu a tradução em inglês foi bem assim. O bacana é que na reportagem fizeram um quadrinho colocando algumas traduções de frases mais célebres do filme, e eu agora estou morrendo de vontade de usar de alguma forma em sala de aula 😆
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Teste nérdico
A internet está cheia de testes para medir o quão nerd somos (embora eu ainda ache que buscar quantificar isso já é por si só a resposta, se é que você me entende).Por exemplo, tem o How nerdy are you?. Mas convenhamos, esses testes costumam ser muito chatos porque ao invés de elogiar nosso vasto conhecimento de cultura pop (cofcof*de rodapé*cofcof), normalmente se baseia em estereótipos do tipo “nerd não tem vida social”. E bá, se for para rotular, que rotule pelo que temos de melhor, certo?
E é por causa disso que a Hellfire Club Inc. traz para você em primeira mão o fabuloso Teste nérdico pró-detoneitor plus. Um joguinho rápido de reconhecimento de referências cujas respostas você poderá encontrar já logo abaixo da questão (é só selecionar o texto até a flechinha vermelha ←). Então, basta somar seus acertos para saber o quão nerdinho você é. Divirta-se :mrpurple:
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