Muxtape, degustação e WordPress

Seguindo a dica do Knolex, resolvi dar uma olhada lá no Muxtape, site no qual você criar sua própria “fita” para compartilhar com os outros (em um máximo de 12 uploads, nenhum ultrapassando 10 megas). Parece bem batuta e obviamente voltei no tempo, mas desse assunto eu já falei no Hellfire anteriormente. Então fica a dica aí. Estou preparando uma fita só com músicas de trilha sonoras, assim que ficar pronta atualizo o post com o link.

Editado: Então aí vai minha fita de músicas de trilha sonora. Já aproveito para propor o desafio: em quais filmes essas músicas tocaram? Algumas são bem óbvias, mas acho que outras nem tanto assim, hehe.

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A ex do rockstar

axl_and_stephanie.jpgOntem estava em uma onda nostálgica e fiquei assistindo clipes dos Guns n’ Roses, mais precisamente os da fase Use Your Illusion (que foi quando eles começaram a torrar os tubos para fazer videos, hehe). Aí em November Rain e Don’t Cry lá estava Stephanie Seymour, mulher que tanto invejei por ser namoradinha do Axl e blablabla (ainda bem que a gente cresce, é o que eu sempre digo). Só que o namoro acabou e já em Since I Don’t Have You (do álbum The Spaghetti Incident) o Axl aparecia abraçadão com uma loira e Stephanie já estava no limbo das ex dos rockstar.

Mas não, não vou falar sobre a efemeridade dos relacionamentos dos famosos. Na realidade, estava aqui pensando nas frescurites que nós, pessoas simplórias que nunca cantamos para um público gigante (nem atiramos cadeiras de quartos de hotel), temos de vez em quando com esse caquinho de vidro no vão do dedo chamado fim de relacionamento (dos amigos).

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She Wants Revenge

shefrente.jpgNão adianta, no final das contas, pouco há de novo no mundinho do rock desde 2000. Artistas novos? Sim. Bons? Sim. Mas todos são variação do mesmo tema, no final das contas. Paródias, homenagens, influências. Seja lá qual for o termo aplicado, o fato é que nenhuma grande onda chegou por essas bandas como foi com o Red Hot, ou o grunge do início de 90.

Vê lá os Strokes, que se lançaram não só com o som mas também com o visual do pessoal das antigas. Seguindo a linha (já que fez sucesso) outras tantas bandas. Uma que conheci recentemente foi She Wants Revenge. E fazer o quê? Não é original mas é legal.

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E seguindo a trilha de Radiohead…

pic_home.jpgEis que o nine inch nails lança um novo álbum e coloca (algumas) músicas disponíveis para download gratuiro no site da banda. Trent Reznor não foi tão radical quanto o Radiohead, mas o projeto em si é grandioso. Ghosts I-IV apresenta 36 faixas instrumentais, todas gravadas durante dez semanas no último outono.

A sensação que dá é que o nin é mais um daqueles casos nos quais o artista se dá conta da existência da internet (muitos da indústria fonográfica AINDA preferem ignorar) e tenta a adaptação através de duas opções (o download gratuito de nove faixas ou o download do álbum completo por cinco dólares).

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Superstar (Sonic Youth)

p1020157.JPGAcho que tenho um sério problema com as músicas. Tirando raras exceções, nada do que eu gosto é de fato novo. Veja por exemplo a canção que não sai da minha cabeça (nem com quiboa!), Superstar do Sonic Youth. Para começar, é cover que apareceu em um álbum tributo em 1994, de uma música gravada em 1971 pelos Carpenters.

E na realidade, a música nem é dos Carpenters mesmo, eles adicionaram verso e blablabla, mas ela é de 1969 e reza a lenda que a canção pertence aos Bramlett e amigos (incluindo aí entre os amigos o sr. Eric Clapton) e o título inicial era “Groupie Song” (o que faz muuuuuito sentido, se você reparar na letra).

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Músicas com chuva

daniel-garcia-chuva.gifEu não sei se já deixei isto claro aqui no Hellfire, mas simplesmente adoro chuva. Com o calor que tem feito nos últimos dias, amo ainda mais. Fico aqui lembrando dos versos do Velvet “Who loves the sun?/not everyone“… e já que falei de música, ei, vamos para um novo top5? :mrpurple:

A idéia é essa aí: música com chuva. Músicas que tenham chuva na letra. Eu já esbocei esse top5 em algum lugar/algum momento, mas agora com a tecnologia, posso oferecer para você, dona de casa, um top 5 cheio de videos do youtube (é só clicar nos links). Viva!

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Tempos estranhos

zombies.jpgHoje Fábio encaminhou um e-mail para mim que fez com que eu ficasse com a pulga atrás da orelha. Reproduzia uma matéria publicada no New York Times, comentando sobre uma garota que na versão Tio Sam do Você é mais inteligente que um aluno da quinta série? chegou na pergunta “Budapeste é capital de qual país da Europa?” e bem, disse lá barbaridades como “Eu achava que Europa era um país!”.

Ok, vamos por partes. Primeiro: eu ainda não consigo acreditar que os norte-americanos são assim, em sua totalidade ou grande maioria, TÃO alienados sobre “o resto” do mundo. Segundo: antes que comecem a falar, saiu no ano passado na Veja o resultado de uma pesquisa que apontava que uma porcentagem bem grande de brasileiros não sabem localizar o Brasil no mapa-múndi.

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Juno

juno-poster.jpgUm dos principais filmes com mais de uma indicação para o Oscar é Juno, que chegará nos cinemas brasileiros semana que vem. Apontado como o Pequena Miss Sunshine deste ano, eu acho que a comparação entre um e outro acaba na questão de ser um filme independente. Não que Pequena Miss Sunshine seja ruim, é até bem bacaninha. Mas você vai demorar para ver no cinema história mais doce do que a de Juno.

E não é doce no sentido grudendo e meloso. É doce porque não há qualquer grande drama na história, não há personagens maus e mesmo assim você segue do começo ao fim querendo saber o que acontecerá com Juno, a menina que dá o nome do filme.

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Agora que o ano começou…

32.gif…alguns comentários.

Elizabeth: A era de ouro é um filme razoável. Algumas imagens bonitas, figurino bacana e a Cate está mandando bem. Problemas? Primeiro: não consigo mais olhar para o Clive Owen sem imaginá-lo enfiando uma cenoura em alguém. Segundo: o final desanda. Terceiro: Por que quando um filme é de fato uma continuação as pessoas não deixam isso mais óbvio para pessoas meio lesadas como eu? Só fui sacar que era continuação do outro Elizabeth quando me dei conta que a Cate estava encarnando muitas Elizabeths para o meu gosto.

***

Douglas Adams foi provavelmente o cara mais genial que já passou por nosso planetinha (e talvez pelo universo, visto que outras formas de vida podem não ter um senso de humor parecido com o nosso). Estou quase no fim de A Vida, o Universo e Tudo o Mais e não consigo deixar de rir só de lembrar de alguns momentos. Juro, esse ano eu uso a toalha!

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Os anos 90

gh90.jpgDia desses comentei sobre a notícia de um provável retorno do New Kids on the Block e fiquei com uma pulga atrás da orelha enquanto pensava sobre o cenário musical nos anos 90. Foi o estouro do Nirvana e de outras bandas bacanas como Radiohead, Blur, No Doubt e de artistas como Beck e Alanis. Aqui no Brasil bandas como Skank, Raimundos e Pato Fu e artistas como Chico Science e Cássia Eller conquistaram um lugarzinho ao sol em um cenário até então dominado pelas mesmas bandas de sempre (Legião, Ira, Capital, Paralamas, etc.). É, parece um bom quadro, não?

Mas aí comecei a esmiuçar os arquivos musicais dos anos 90 e encontrei alguns casos que fazem com que eu concorde com a teoria do Fábio: os anos 80 foram tão, mas tão bregas, que ultrapassaram os limites da década e ocuparam um pouco dos 90 com sua breguice. Duvida? Então diz aí se você não lembra de micos como…

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