Tem quase duas semanas que a MTV anunciou que cortará programas como o DiskMTV e outros que passam videoclips para… hmm… iniciar uma fase com programas “mais televisivos”, o que significa que se há algum tempo aquele “M” já não tinha mais muita razão de ser, agora é que não tem mesmo. É, vocês sabem. Eu não gosto de mudanças. Mesmo que eu não faça mais parte do bolo.
Teve um tempo que a MTV era muito bacana, e você podia assistir Smiths no ClássicosMTV, ver Skuba, Acabou la Tequila e Boi Mamão no Gás Total e ainda curtir um sonzinho diferente no LadoB. Mas acabou. Eu não sei se a perda do interesse no canal tem algo a ver com o fim da adolescência, mas acho que temos uma pista.
Continue lendo “O fim de uma era”
Sim, eu sei que tenho dado umas sumidas um tanto espaçadas. Mas se o Hellfire for morrer, prometo que aviso antes. Por enquanto não é minha intenção, até porque se você for procurar por Hellfire Club no Google, adivinha que está em primeiro? Tchamtcham.
Eu e o Fábio costumamos assistir muitos filmes de terror, primeiro porque o gênero nos agrada, e segundo – pelo menos na minha opinião – os filmes são em si tão toscos que nunca assistimos criando alguma expectativa, ou seja, se for ruim pelo menos serviu para passar o tempo.
Como todo nerd que se preze, eu gosto de citações (ou, digamos assim “homenagens” – para não cairmos naquele negócio de citações fora do contexto e afins). E disso o mundo da cultura pop está carregado. O jogo Final Fantasy VIII, por exemplo, tem lá um certo Piet tal como o Capitão Piet da trilogia Clássica do Star Wars (hehe, peguei pesado na nerdice, né?). Enfim, a questão é que se por um lado é muito legal “reconhecer” essas citações, por outro é ainda mais bacana conhecer algo através de citações.
Eu confesso que apesar de alguns amigos terem dito que morriam de rir ao assistir ‘American Idol’, nunca parei para conferir o programa: aquela coisa, TV não é exatamente o meu forte. Mas dia desses trocando os canais vi a propaganda da versão brasileira ‘Ídolo’, que passará no SBT.
Não vamos entrar nos méritos que televisão não presta, porque se prestasse ela não teria apelidos carinhosos como ‘máquina de fazer bobos‘. De qualquer forma, considerando que sabendo usar mal não faz, vamos levar em conta que de quando em quando brota alguma coisa interessante por ali.
