Começou o ano e eu e o Fábio estamos de férias e nerdiando felizes a bailar. Aí parte do roteiro de nerdiação foi assistir A Scanner Darkly, que por estas bandas receberá o ma-ra-vi-lho-so título O Homem Duplo. O filme é baseado em uma obra do Philip K. Dick – não é o primeiro filme baseado em alguma obra dele, Blade Runner também é.
Aliás, tal como no caso do filme do caçador de andróides, este se passa no futuro. A principal diferença no caso de Scanner Darkly é, para começar, o uso da técnica conhecida como rotoscopia – os atores são filmados e depois a animação é feita sobre eles. Além disso, aqui o tema central não é a “humanidade”, mas as drogas.
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O Natal seria infinitamente mais bacana se acontecesse em julho – em um invernão de lascar. Não falo nem sobre vivermos um “natal europeu”, até porque não neva por essas bandas, independente da estação do ano. Mas pqp, sair para comprar presente com esse calor dos infernos é de matar.
Ou: Aprendizados Culturais da America para Beneficiar a Gloriosa Nação do Casaquistão. :mrpurple:
… Que eu lhe dou de graça
Por não ter muito o que fazer enquanto cuidava do meu noivo adoentado na Bettegolândia, acabei retomando a leitura de “Os Três Mosqueteiros” (na verdade era para ele ler o livro). O impressionante é que, tal como na primeira vez que li, fui novamente fisgada pela história de D’Artagnan e companhia.
Estava lá tomando minha dose diária de contato com o resto do mundo lendo as manchetes do G1, e aí fico sabendo que a família da menina de 13 anos que morreu em um motel em Porto Alegre
Coisa de um mês atrás foi publicada na Valinor uma notícia que mostrava