Ontem à noite assistimos The Girl Who Leapt Through Time (não sei como ficará o título em português), uma animação japonesa que, como a maioria das animações japonesas, acaba sendo superior ao que sai lá dos Estados Unidos. Eu sei que soa extremamente pedante esse tipo de comparação, mas eu sinto como se há muito tempo os estúdios norte-americanos tivessem ‘perdido o mojo’, digamos assim.
Antes as animações eram simplesmente chatas (por causa das cantorias promovidas nos desenhos da Disney). Depois ficaram divertidas (“com piadas para adultos”, como alguns gostam de dizer), mas passaram a insistir tanto no ponto da computação gráfica, que a coisa começou a ficar meio limitada.
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Acredito que para muitos o filme
… eu é que não vou deixar de comentar o Oscar.
Por uma certa ironia, acabei dormindo no meio da premiação que mais teve surpresas, escapando completamente daquela “cartilha” dos entendidos do Oscar. Mas nada que uma olhada nos jornais matutinos não resolva, certo?
Estava lembrando de um zine que ganhei certa vez, acho que era O Berne, ou coisa assim. Entre várias histórias, tinha uma na qual aliens queriam descobrir as riquezas da terra, e acabam relacionando riqueza com fé, e por causa de um engano gramatical definem que “muita riqueza” (muita fé) seria o mesmo que “fezes”.
Como tudo mundo está careca de saber, eu gosto muito de filmes de terror. Na verdade, gosto tanto que já vi uma penca – bons e ruins. E é claro que, por ver muitos, eles em dado momento ficam extremamente repetitivos, é só ver o caso da quantidade de filmes no estilo
Tá que foram só dois até agora, mas não estou dando muita sorte com os lançamentos cinematográficos. Estava louca para ver