Antes de mais nada, vou logo avisando que eu não tenho muita paciência com filmes, documentários e o que for sobre a Segunda Guerra Mundial, muito menos se cai naquele blablabla do Holocausto. Perdi a paciência com isso, porque é sempre tudo igual, e é sempre MUITO raro alguém “contar a história” de um jeito diferente.
Então por que diabos eu gosto de Maus, do Art Spiegelman, ao ponto de ficar lendo em qualquer segundinho que sobra? Porque, afinal de contas, Maus é sobre o Holocausto, então em teoria não tem nada que eu já não tenha visto antes, não é mesmo? Não, não é. Maus é genial.
Que só a
O nerd juniores gosta um montão do
Não é que eu não conhecesse a figura, ouvi falar muito dele. Inclusive em uma optativa que fiz sobre Sátira alguém levou uma página cheia de detalhes biográficos e citações do sujeito. Poréééém, nunca tinha lido nadica de nada dele. E eu tenho noção de que não poderei ler todos os livros do mundo, mas fico feliz por deixar a lista um tanto menor, então aproveitei o intervalo entre “O Continente” e “O Retrato” para a aula de Ficção e História, para ler
Ok, não direi “hard day“, porque se eu aindei meio sumida foi porque estava praticando aquele difícil exercício da sociabilização durante o feriado. Show do Echo (lindo!!), casamento de prima, churrascada com amigos (xiboquinha!!!), rpg, aniversário do irmão… Enfim, pouco parei por essas bandas, mas a notícia boa é que tenho bastante novidades, hehe.
Alguns anos atrás (acho que agora já bate quase em 10), Zeca Baleiro escreveu uma música que seguia mais ou menos assim:
Hoje em dia ele tem emprego fixo, filhas, esposa e uma vida para tocar, mas teve um tempo no qual meu irmão tinha uma banda. Eu, como irmã de um rapaz que tinha uma banda, acabava acompanhando todas as histórias que iam desde a saída de um membro até o rompimento total. Era divertido, parecia coisa de filme.
Como todo nerd que se preze, eu gosto de citações (ou, digamos assim “homenagens” – para não cairmos naquele negócio de citações fora do contexto e afins). E disso o mundo da cultura pop está carregado. O jogo Final Fantasy VIII, por exemplo, tem lá um certo Piet tal como o Capitão Piet da trilogia Clássica do Star Wars (hehe, peguei pesado na nerdice, né?). Enfim, a questão é que se por um lado é muito legal “reconhecer” essas citações, por outro é ainda mais bacana conhecer algo através de citações.