Abril é o mês de nascimento e morte de Shakespeare, e como comemoração aqui em Curitiba acontecerá o evento que estão chamando de “Abril de Shakespeare” (ou, como a professora Liana diz, Shakespeare’s Week). De 24 a 28 de abril aqui em Curitiba teremos palestras, debates, leituras dramáticas e o escambau – tudo que tenha a ver com o bardo inglês.
Como eu não acho que a coisa vale só para quem estuda Shakespeare, mas para todos que gostam de acumular um tico a mais de cultura, vou divulgar aqui a programação (na verdade, também quero fazer fusquinha hihihihi). Só uma coisa: se alguém quiser ir nas palestras da Unicenp, falem comigo que é provável que eu consiga um canto no busão do povo da UFPR. Vamos à programação então:
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Como se não bastasse hoje em dia já temos que conviver com a praga dos sabichões palpiteiros (aquela gente que acha que uma busca no Google dá base para qualquer discussão a respeito de qualquer coisa), ainda há a praga das “crianças prodígio”. Não, não estou falando daquelas criancinhas que usam saia curtinha e saltinho e dançam na boquinha da garrafa, é um tipo pior (até porque é irritante).
Quarta feira, nada para fazer na quinta (nenhuma relação com ‘pré-feriado’, é que vão detetizar os prédios da reitoria mesmo). Eis então que bate a idéia “Opa, dá para ir ao cinema hoje à noite!” e lá vai a Anica conferir a programação de cinema, cheia de sentimentos conflitantes: o primeiro filme que pensa em ver é
Como eu já tinha dito anteriormente, 
Êêê, o primeiro de abril. Eu sei, a parte de enganar alguém é bacana – especialmente se esse alguém não está atento ao calendário e sequer sabe que a tendência do dia é a de ouvir mentiras. Mas se tem uma coisa que eu acho engraçada nesses dias são as brincadeirinhas já típicas de alguns sites, como por exemplo o
A campanha publicitária das Casas Bahia era deveras intrigante. Intrigante no sentido de: wtf, o que eles estão tentando ganhar com isso?!! Primeiro colocaram o rapaz pulando e gritando as ofertas, o que gerou um número sem fim de odiadores do sujeito. Sim, ele era pentelho e a propaganda mais ainda, mas nada que fizesse com que eu entrasse em uma comunidade de ódio do orkut, por exemplo. Na verdade eu só odeio a Uni.