Por onde andará…?

stephen fryAlguns anos atrás (acho que agora já bate quase em 10), Zeca Baleiro escreveu uma música que seguia mais ou menos assim:

Por onde andará Stephen Fry
Por onde andará … Stephen
Ninguém sabe do seu paradeiro
Ninguém sabe para onde ele foi
Prá onde ele vai
Stephen may be felling all alone
Stephen never do this again
Come back home
Se correr o bicho pega Stephen

Lembro que no encarte do cd tinha qualquer explicação sobre de onde surgiu a idéia dessa música, dizia algo sobre o Stephen ter sumido após ler uma crítica a um trabalho ou algo do gênero (o que significa que sim, fico feliz se alguém que tenha boa memória ou o encarte do cd em mãos colabore colocando o fato por aqui).

E assim como tem gente que gosta de dizer por aí “caminhando contra o vento sem lenço e sem documento” ou ainda “apesar de você amanhã há de ser outro dia“, apareceram muitas pessoas cantarolando esse “por onde andará…” como se o cara realmente tivesse sumido.

Para essas pessoas: não, ele não sumiu do mapa. Vocês podem saber por onde ele anda conferindo o perfil dele no IMDB.

No mais, vocês também não acham que a tecnologia tira muito o charme das coisas? Nem só nesse caso do Stephen Fry, mas vamos recordar das deliciosas histórias de Conan Doyle com seu Sherlock Holmes. Seria possível fazer o detitive interessante como é, se a história fosse escrita (e acontecesse) nos dias de hoje? Bleh.

***

Edit: Em tempo (e antes que eu me esqueça), eu sou foda. Quando pensava que seria derrubada por questões como “Empregando todas as regras aprendidas até agora (R1, R3 e reduçãp-ß), desenhe o diagrama com a análise gramatical para a sentença “Fernando ama uma dentista”, supondo que “Fernando” seja um N e denote f, “ama” seja um (NS)/N e denote A, “uma” seja um ((S/N)S)/Nc e denote λxn.λxm Exl. (xn xl)^(xm xl) (para as variáveis xn, xm e xl novas na derivação), e “dentista” seja um Nc e denote D”; novamente sou surpreendida pela minha inteligência. Clap clap clap.

8)

7 comentários em “Por onde andará…?”

  1. Desculpa Ana, mas a complexidade estapafúrdia dessa questão fez o edit ficar mais interessante que o post em si. Aliás, wtf. Esse aspecto da linguagem definitivamente não é divertido. É tipo matemática. Digo, “λxn.λxm Exl. (xn xl)^(xm xl)”? Esse tipo de coisa mata toda a beleza da negócio. Jesus.

    PS: Sobre o seu post anterior, o projeto já foi aplicado no cinema. Se chama “A Carreira Do Dr. Uwe Boll”.

  2. V on 25 Abril, 2006 at 2:27 am said:

    Desculpa Ana, mas a complexidade estapafúrdia dessa questão fez o edit ficar mais interessante que o post em si. Aliás, wtf. Esse aspecto da linguagem definitivamente não é divertido. É tipo matemática. Digo, “λxn.λxm Exl. (xn xl)^(xm xl)”? Esse tipo de coisa mata toda a beleza da negócio. Jesus.

    PS: Sobre o seu post anterior, o projeto já foi aplicado no cinema. Se chama “A Carreira Do Dr. Uwe Boll”.

    Na verdade foi uma estratégia para valorizar ainda mais o meu feito 8) Ok, não fo estratégia e você tem razão.

    Quanto à Gramática Categorial, é muito legal – por mais masoquista que eu soe dizendo isso. Eu sei que esse enunciado não é exatamente a coisa que melhor pode testemunhar a favor da gramática categorial, mas entender a função de um “de” em uma frase de forma mais lógica é muito bacana (e desafiador).

    Ronzi on 25 Abril, 2006 at 10:46 am said:

    Oi! Fiquei um tempo sem aparecer, estou de férias…

    é que vi isso aqui e lembrei de vc :

    http://www.openhead.com.br/noticia_view.php?id=143&tp=6

    depois das férias volto a ativa.

    Bjo.

    Seu tosco, volta só pra fazer comercial de coisa que não poderei ver? :disgust:

    :mrpurple:

    Lukaz on 25 Abril, 2006 at 1:51 pm said:

    Pow, essa questão parece super simples.

    O que é “denote” ?

    :dente:

  3. Huhauahuahauhauhauahuah
    “O que é denote?” foi excelente!! 😀
    Tudo bem, eu fugi de todas essas aulas na faculdade – TODAS. Limitação? Talvez, mas não foi pra isso que me enfiei num curso de Letras. :dente:

    :***

    P.S.: A explicação do Zeca Baleiro é que o Stephen, após a estréia de uma peça em Londres, se sentia um fracasso e, bombardeado pela crítica, sumiu por uns tempos e entrou em depressão.

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