Aí você abre o jornal e vê que…

… estão leiloando uma escultura em bronze que representa o primeiro cocô da filha de Tom Cruise e Katie Holmes. A notícia fala de valores girando em torno de 25 a 30 mil dólares. Legal, né? Um espaço no jornal para anunciar isso. E bem, a existência disso. Tanta coisa que se pode fazer com 25 mil dólares e tem fulano que compra cocô – ok, imitação de cocô.

Supondo que vocês também não gostariam de torrar dinheiro nessa bosta (há, há, que trocadilho feliz), o que fariam com esse valor? Podemos fazer uma lista e mandar para o comprador, com alguma sorte ele compra algo para nós também, nunca se sabe.

A notícia você pode ler aqui.

Quando é só nojento

Tempos atrás vi um documentário no GNT chamado “Os filmes da meia noite” ou qualquer coisa desse naipe. No programa, basicamente apresentaram três filmes que marcaram época até por terem esse caráter “cult” e “proibido”. Um deles é Rocky Horror Picture Show (e sobre ele já falei aqui), o outro é um filme do David Lynch, chamado Eraserhead. E não é querer ser paga pau do Lynch, mas este até que foi so so.

O problema é quando assisti o terceiro filme comentado no documentário, o tal do Pink Flamingos. E antes de mais nada, vou frisar: eu gosto de filmes trash. Costumo me divertir horrores com eles – e acredito que seja justamente esse o propósito dos filmes mais… ahn… escrotinhos.

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Ufanismo

Então, como sabem, eu gosto de F1, o que de certa forma explica porque caio cedo da cama para assistir corrida. Como uma brasileira que gosta de F1 e que, até que se prove o contrário, é mentalmente sã, é evidente que gostaria de torcer para alguém que fosse: a) vencedor b) brasileiro.

Quando uma coisa não se une à outra, fico sem remorso com a primeira opção. Sabe como é, esse negócio de torcedor sofredor o futebol já me garante. O fato é que convivo com a opção “a” tem mais de 10 anos, e não me sinto obrigada a torcer para perdedores por serem brasileiros. E sim, costumo ficar um tanto tiririca quando alguém vem com o papo patriota “Admire os da sua terra” para cima de mim (o que escuto durante todo esse tempo que só tive a opção “a”). Admiro quem tem o que ser admirado e pronto.

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Aulas de Inglês

Sabe, duas semanas e eu já tenho sonhado com trabalho. O Fábio diz que deveríamos receber hora extra por isso, o que não é exatamente uma idéia ruim, ahn? Enfim, se dar aula tem todo o lado bom (e tem, acreditem), tem toda a neura do: “será que eles entenderam a voz passiva?” ou ainda “será que vão saber aplicar isso em situação diferente?”

É, dar aula é uma responsa. O bom é que a Karina tem dado uma mão com idéias para deixar a aula mais… bacaninha, digamos assim. Por exemplo, ela veio com o “The Italian Who Went to Malta” e eu ri tanto, mas tanto com isso que resolvi colocar por aqui também.

Para ouvir, clica aqui.

Caso você não seja A em Listening, clica aqui.

Menos de 2 por ano.

Acabei de ver no jornal, enquanto tomava café. Brasileiro tem uma média de leitura de menos de dois livros por ano. A pesquisa citada também falava que os franceses liam 3 vezes mais livros do que os brasileiros, mas que o número de compradores de livros era maior no Brasil (acredito que por motivos óbvios).

Mas fico cá pensando: do que adiantam esses números (e colocar livro por 4,90 no supermercado), se eles não fazem uma pesquisa dos motivos que levam o brasileiro a ler tão pouco? É burrice se conformar com a idéia de que a única razão para isso é o preço do produto, não é – até porque quando você tem bibliotecas públicas perto de você, dinheiro é só desculpa.
A base dessa situação toda é a educação. Enquanto em sala de aula ler for sinônimo de tortura, essa média continuará assim, bizonhamente baixa. E quem se habilita a “mudar o esquema”, agora que o jeito de ensinar Língua Portuguesa e Literatura já está tão cristalizado?

Éééé… futuro negro para quem pensa em viver de livros. Pelo menos o buraco na camada de ozônio diminuiu, né? :uhu:

Adaptando o Hellfire

Então, já que as pessoas só entram aqui pela fofurice, vamos adaptar o Hellfire. Para começo de tudo, já botei um anúncio para contratar bichinhos fofinhos para eventuais aparições (e aumento de audiência, eu espero). O anúncio foi um sucesso, e estou até com dificuldades para selecionar qual colocar aqui, como podem ver:

(Sim, é brincadeira. Não, a intenção do Hellfire não é espalhar fofurice pelo mundo. E a explicação para essa foto, você pode encontrar aqui.)

All work and no play…

… makes Anica a dull girl. Então é isso aí: apesar da primeira semana difíííícil, atolada de tarefas, eu é que não vou abrir mão de uma diversão aqui e acolá – senão eu piro e mato Fábio e dois gatos a machadadas. :uhu:

Sábado um Alemão básico (conhecemos duas pessoas da Valinor – e acho bastante surpreendente que ainda tivéssemos pessoas daqui para conhecer, e, o mais importante, que são gente fina pra caramba), domingo um Munchkinzinho e RPG. E claro…

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Um pouco de Alice, e pouco tempo.

Alice sighed wearily. `I think you might do something better with the time,’ she said, `than waste it in asking riddles that have no answers.’

`If you knew Time as well as I do,’ said the Hatter, `you wouldn’t talk about wasting IT. It’s HIM.’

`I don’t know what you mean,’ said Alice.

`Of course you don’t!’ the Hatter said, tossing his head contemptuously. `I dare say you never even spoke to Time!’

`Perhaps not,’ Alice cautiously replied: `but I know I have to beat time when I learn music.’

`Ah! that accounts for it,’ said the Hatter. `He won’t stand beating. Now, if you only kept on good terms with him, he’d do almost anything you liked with the clock. For instance, suppose it were nine o’clock in the morning, just time to begin lessons: you’d only have to whisper a hint to Time, and round goes the clock in a twinkling! Half-past one, time for dinner!’

(`I only wish it was,’ the March Hare said to itself in a whisper.)

`That would be grand, certainly,’ said Alice thoughtfully: `but then–I shouldn’t be hungry for it, you know.’

`Not at first, perhaps,’ said the Hatter: `but you could keep it to half-past one as long as you liked.’

`Is that the way YOU manage?’ Alice asked.

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Gatinhos.

Bom, como alguns mais observadores e ligados a esse negócio de blogueiros devem ter percebido, eu utilizo um contador chamado Site Meter, mais para saber o que é que costuma trazer os visitantes ao meu blog: link na Valinor? link no perfil do orkut? etc.

A parte mais divertida, sem sombra de dúvidas, é a das pesquisas no Google. No antigo Hellfire eu cheguei inclusive a postar uma lista. Mas enfim, acredito que no Site meter todos tem acesso a esse tipo de informação – basta clicar no quadradinho no fim do menu -> .

Aí vocês verão que, mesmo eu falando de livros, filmes, hqs e o escambau, o modo como as pessoas costumam achar meu blog é a imagem dos “Gatinhos“. Inclusive uma doida deixou o link da imagem nos scraps dos amigos. Legal, né? Vou começar a fazer um blog miguxo, cheio de imagens fofinhas para aumentar a visitação. :uhu:
:gotinha:

Olá, enfermeira!

Confesso que fiquei deveras chocada quando falei “Helloooo, nurse!!” em sala de aula e só um aluno entendeu do que se tratava. E nem era o mais jovem. Olhos arregalados, e aquelas caras de “E eu que achava que era uma aula sobre profissões…

Preciso atualizar meu repertório de referências.

É, porque o tempo está passando e tudo mudando. E eu que em algum momento da minha adolescência tinha jurado que jamais seria um daqueles “professores velhos” que para passar por “jovens” usam “gírias antigas”, confesso que ainda não entendi o que significa o tal do verbo “causar“.