Rapidim

bonde_do_role2.jpgComo diria o saudoso Pedro Bernardi, puxalavida! Eis que abro a Bravo deste mês e dou de cara com o quêêêê? Uma reportagem sobre o Bonde do Rolê e todo o sucesso que eles estão fazendo lá fora. Uau. Não conhece? Bom, pelo menos aqui no Hellfire eu já falei deles. Meu lado ufanista acha o máximo, mesmo.

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Aí tem o lado bairrista (eu sou uma coleção de óóóótimos lados, ahn?). Nesta mesma Bravo tem o Dalton Trevisan sendo indicado para o Prêmio Bravo Prime de Cultura, com “Macho não ganha flor” (clica no link, só 18 royals na FNAC!). Nem li ainda, mas ele já tem minha torcida (Vai lá, Daltão, manda ver! hu hu hu!cheerleader4.gif)

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Ok, eu confesso!

Dentro de mim mora uma perua brega que achou a coisa mais linda do mundo essa rosa cafona:

rosa.jpg
(clique na imagem para ampliar) 

Acho que é um pouco pela nostalgia, saca? Hoje em dia com photoshop e engenharia genética você pode fazer qualquer coisa, mas teve uma época romântica e inocente na qual, para mudar a cor de uma flor, você precisaria de uma rosa branca, um copo com água e tinta azul (e paciência). Então calcule o trampo de fazer, através deste mesmo método arcaico, esta versão floral do kitsch.

De qualquer modo, olhando para a imagem eu não posso deixar de lembrar daquele famoso verso da Gertrude Stein, que é sempre repetido por aí. Rose is a rose is a rose is a rose.

Thank you for smoking

cigarro.jpgSer criança nos anos 80 e adolescente nos 90 significa, de certa forma, ter se livrado do lodaçal do politicamente correto. Um bom exemplo disso são as propagandas de bebidas e cigarros, que bombardeavam as mídias em qualquer horário, sem restrições.  Ok, eu entendo o motivo das restrições atuais, de qualquer forma, pela falta das restrições, eu tive acesso a alguns comerciais batutas anos atrás.

Tinha Hollywood ao som de Pain Lies on the Riverside (por que seu apelido é Lagartixa?), por exemplo. Hollywood se deu mal logo na primeira parte dos 90 porque associava o cigarro com gente praticando esportes, nessa armadilha a patota não caía, não. Já lá para o final dos 90, o Luck Strike tentou embarcar na onda da internet com um comercial ao som de Fun For Me do Moloko (o video começa com uma propaganda do visa, mas espere que logo começa. Nham!) Mas aí, né, tinham os comerciais do Free.

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Tomô?

mamiferosparmala320.jpgLembram dos mamíferos da Parmalat? É né, já tem aí uns dez anos desde que troquei meus códigos de barra pelo Quasímodo (era um urso polar, não tinha sobrado nenhum outro bichinho legal na promoção). Ahhhh, quantas mamães orgulhosas não tiraram aquelas fotos breguérrimas com os filhinhos vestidos de mamíferos, ahn?

Poisé. Agora uma agência publicitária muy esperta teve a grande sacada de chamar aqueles pequerruchos para o novo comercial da Parmalat. Amanhã (quinta-feira) no intervalo do Jornal Nacional, irá ao ar o novo comercial, desta vez com todos os bebês já na faixa dos 13, 15 anos, tentando colocar as fantasias de bichinhos e, obviamente, não servindo nelas (eles cresceram de tanto tomar Parmalat, sacou, sacou?).

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Espíritos 2 (ou, “WTF, distribuidoras?”)

alone.jpgAssistimos ontem ao filme “Espíritos 2 – Você nunca está sozinho”. Lembram do primeiro? A distribuidora tinha até mandado bem na divulgação, e foi o maior sucesso (pelo menos sucesso no mercado de filmes de horror). Aí, né, os gênios por trás do lançamento dos filmes aqui no Brasil pensaram “Olha, tem esse Alone para ser lançado. É história de terror, do mesmo diretor. Vamos chamar de Espíritos 2, e aí todo mundo que assistiu o primeiro assistirá o segundo, êêê!”

Poisé, Espíritos 2 não é continuação do Espíritos 1. Mas se levarmos em conta que “Shutter” (título original do primeiro) não significa “espíritos”, então acho que tudo bem, né? Deixemos de lado a malandragem com relação à tradução de título e vamos ao filme em si, que é o que interessa.

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Série Vaga-lume

escaravelho.jpgEu não conheço pessoa que goste de ler e não lembre com certa nostalgia da Série Vaga-lume, da Editora Ática. Os títulos da coleção funcionavam como “porta de entrada” para o hábito da leitura, e talvez eram umas das exceções agradáveis nas listas de livros que éramos obrigados a ler na escola.

O Mistério do Cinco Estrelas, Xisto no Espaço, Éramos Seis, Escaravelho do Diabo… tantos livros que tivemos o prazer de ler, ao ponto de deixarmos guardados no baú das boas lembranças junto com brinquedos e desenhos animados favoritos. Poisé, a coleção está fazendo 35 anos agora.

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Eu, Al Pacino e Rolling Stones

alpacino.jpgEu sei que hoje em dia já é cair no lugar comum chegar e dizer que o cinema atual já não oferece mais grandes momentos, daquelas cenas inesquecíveis repetidas trezentas mil vezes como o xadrez com a Morte do Bergman, ou ainda Scarlett O’Hara dizendo que nunca mais passará fome. Mas sabe, felizmente sempre há exceções, por mais “pop” que sejam.

Veja o caso de Advogado do Diabo. É um filme muito bom, independente da cara de porta do Keanu Reeves. Cheio de sacadas geniais, e bem, tem lá o Al Pacino representando um dos melhores demos do cinema (recentemente ele perdeu lugar para o De Niro como Louis Cyphre no meu top5). Mas sabe, o que faz o ingresso valer são os últimos instantes do filme. Se não viu Advogado do Diabo ainda (peloamordedeus, já tem 10 anos o filme!), nem continue a ler este post.

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Notícias educativas

Sou fã das sessões de noticias bizarras dos jornais, especialmente o Planeta Bizarro do G1 e o Oddly Enough da Reuters. Por coincidência, os dois sites trouxeram duas notícias bastante educativas esta semana. No estrangeiro, vemos lá a manchete “Mulher ateia fogo ao pênis do ex-marido“, que graçasadeus não veio ilustrada.

Lição do dia? Meninos, não bebam vodka sem roupa no sofá de sua ex-mulher (para falar bem a verdade, eu confesso que mais bizarro do que a mulher ater fogo ao pênis do cara, é o sujeito estar peladão no sofá. Ok, eles compartilham o flat. Mas o ideal do divórcio não seria não ter mais que compartilhar intimidades bisonhas?). Mas é o G1 que dá a lição mais importante:

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