Meu passado (musical) me condena

vergonha_001.jpgNa aula dia desses falávamos sobre encontrar “gente famosa” nas ruaS, o que aqui em Curitiba é um fenômeno bem raro, acho que é por isso que temos nossa hall of fame próprio, incluindo “celebridades” como o Oilman. Enfim, eis que uma aluna conta que tirou foto com o Afonso do Dominó.

Vuuuuuursh, viagem no tempo! Quando ela falou Afonso uma luz brega começou a apitar e fui levada até um momento na minha vida que além de apaixonada por desenhos animados, também era louca por esses sujeitos e seus estranhos mullets. Por causa disso resolvi colocar para fora toda minha cafonice de fã fazendo uma lista dos amores platônicos da época. Portanto vamos ao…

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Musicovery

musicovery.jpgHoje cedo descobri esse trubisco chamado Musicovery e estou me divertindo há algumas horas. Funciona assim: você está no clima para ouvir um rock calminho? Clica em “Rock” e depois em “Calm” e pãns! Lá vem uma música batuta (no exemplo citado, acabou de começar a tocar Black Mountain Side do Led). As combinações também incluem busca por década (acabei de colocar 70s e veio Mercedes Benz da Janis), o que pode render algumas curiosidades, especialmente se você for na categoria ‘pop’, ou só pelo “clima” digamos assim (cliquei em Positive e veio Alabama Song do Doors).

Muito bacaninha. A qualidade da música não é muito boa nem é possível baixar, o que talvez garanta uma boa variedade de canções bem “populares” digamos assim. E o sistema de “ramificação” das músicas acaba gerando boas “descobertas” além dos sons mais conhecidos.

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91 Happy Hour

music.jpgEntão, nesse semestre eu não trabalho mais das 14h até de noitão, só estou dando aulas das 19h às 21h. E bem, como agora eu sou moradora do Água Verde e não mais do Cristo Rei, eu vou andando para o trabalho. E bem, eu sou pobre e não tenho um mp3 player nem o diabo que o carregue, então dependo do rádio do meu celular para passar o tempo enquanto estou caminhando até o trabalho.

E por causa do horário, eu sempre acabo escutando o programa 91 Happy Hour, da rádio rock aqui de Curitiba. E caramba, é muito bacana mesmo. O “dj” do programa é o Mauricio Singer (omg, não escuto nada sobre ele desde os tempos do Skuba) e bom, digamos que ele tem um ótimo gosto para música :dente:

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(What’s So Funny ‘Bout) Peace, Love, and Understanding?

killingjoke.jpgEntão que o rapaz vai lá e mata 32 pessoas. Como se não bastasse o fato para atestar a falta de parafusos do jovem Cho Seung, ainda descobrem que ele fora internado, que fora acusado de assédio, de atear fogo em um quarto, que escrevera uma peça muitcho loca e blablablabla. Enfim, pinel. Agora, fico cá pensando: que mundo louco é esse que permite que um maluco desses tenha acesso à armas?

E o pior é não deixar de fazer essa pergunta após ler a matéria do G1 na qual especialistas fazem lista dos cinco fatores que levam ao assassinato em massa. Diz lá na lista, elaborada por James Alan Fox (professor de Direito Criminal na Universidade Northeastern) e Jack Levin (diretor do Centro Brudnick para Conflito e Violência, da Northeastern):

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Nem só de música se faz um mito

bowie_david.jpgNão desmerecendo a qualidade (ou a falta dela) no que diz respeito à produção musical deste pessoal, mas o fato é que a lista dos 25 melhores rumores da história do rock criada pela gringa Rolling Stone deixa claro que nada como um boa lenda urbana-musical para fazer divulgação.

O mais bacana é observar o caráter global da propagação destes boatos. Tem lorota nesta lista que inclusive eu tenho que assumir a culpa de que, em algum momento de minha vidinha, contribuí para passar adiante.

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As capas mais sexies

strokes.jpgSaiu no G1 uma lista das capas de álbuns mais sexies de todos os tempos, publicada em uma revista masculina inglesa chamada Maxim. Eu confesso que fiquei com um pouco de dó dos britânicos, porque certamente o sexy deles não é bem o nosso (e nem estou falando daquele lado vulgar incluindo loiras dançando na boquinha da garrafa).
O primeiro lugar, talvez o único caso que concordei, foi a capa de Is This It do Strokes. Inclusive o Like a Prayer da Madonna é um caso famoso de “plágio”, eu não vou conseguir lembrar agora de quem é, mas tem um álbum brasileiro cuja capa é idêntica. Se alguém lembrar desse caso, por favor comente aqui.

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Dilema musical

A pessoa que tenha lido meu perfil aqui no blog deve lembrar de um dos meus desejos mais profundos (ó, ó!), que consiste, basicamente, em “assistir Chico Buarque ao vivo antes que ele bata as botas“. Eis que estou lá, no busão, toda serelepe e feliz (mentira, no ônibus estou sempre ranzinza, mas enfim)… eis que vejo na rua um anúncio de show do Chico Buarque :susto:

Siiiiiiiim, eu finalmente terei a oportunidade. La la la la, alegria, alegria. Mas eis que vem a hora da brecinha. Chico, que nem é estranja, vai cobrar 280 realitos por cabeça para fazer a banda passar (cantando coisas de amor, la la la). Repito: 280 reais, 140 reais a meia entrada. Aí entra naquela coisa: pagar CARO para correr o risco do cara só tocar música do cd novo (que eu nem ouvi direito) e não tocar nenhuma das minhas favoritas? Ah, não. Dá licença, vou ali na livraria torrar 140 reais no super combo Zadig, Pigmaleão,Orgulho e Preconceito, Flush Memórias de um Cão, Uma Longa Queda e Esperando Godot, sim? Obrigada.

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Músicas injustiçadas

formatura.jpgHoje saindo da casa da minha mãe, estava lá eu escutando uma musiquinha básica quando começa a tocar We are the Champions do Queen. E olha só que absurdo: eu, por um segundo, baixei o volume meio envergonhada pensando “Credo, essa música de fim de cerimônia de formatura…”

Isso que eu estava usando fone de ouvido.

Aí pensei “Quer saber? Dane-se, adoro essa música!” e coloquei no volume máximo e saí cantarolando bem serelepe e faceira, mesmo que eu não fosse uma formanda, sequer jogadora de algum time campeão da Copa da UEFA.
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O fim de uma era

images.jpgTem quase duas semanas que a MTV anunciou que cortará programas como o DiskMTV e outros que passam videoclips para… hmm… iniciar uma fase com programas “mais televisivos”, o que significa que se há algum tempo aquele “M” já não tinha mais muita razão de ser, agora é que não tem mesmo. É, vocês sabem. Eu não gosto de mudanças. Mesmo que eu não faça mais parte do bolo.

Teve um tempo que a MTV era muito bacana, e você podia assistir Smiths no ClássicosMTV, ver Skuba, Acabou la Tequila e Boi Mamão no Gás Total e ainda curtir um sonzinho diferente no LadoB. Mas acabou. Eu não sei se a perda do interesse no canal tem algo a ver com o fim da adolescência, mas acho que temos uma pista.

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