Rapidim

bonde_do_role2.jpgComo diria o saudoso Pedro Bernardi, puxalavida! Eis que abro a Bravo deste mês e dou de cara com o quêêêê? Uma reportagem sobre o Bonde do Rolê e todo o sucesso que eles estão fazendo lá fora. Uau. Não conhece? Bom, pelo menos aqui no Hellfire eu já falei deles. Meu lado ufanista acha o máximo, mesmo.

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Aí tem o lado bairrista (eu sou uma coleção de óóóótimos lados, ahn?). Nesta mesma Bravo tem o Dalton Trevisan sendo indicado para o Prêmio Bravo Prime de Cultura, com “Macho não ganha flor” (clica no link, só 18 royals na FNAC!). Nem li ainda, mas ele já tem minha torcida (Vai lá, Daltão, manda ver! hu hu hu!cheerleader4.gif)

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Eu, Al Pacino e Rolling Stones

alpacino.jpgEu sei que hoje em dia já é cair no lugar comum chegar e dizer que o cinema atual já não oferece mais grandes momentos, daquelas cenas inesquecíveis repetidas trezentas mil vezes como o xadrez com a Morte do Bergman, ou ainda Scarlett O’Hara dizendo que nunca mais passará fome. Mas sabe, felizmente sempre há exceções, por mais “pop” que sejam.

Veja o caso de Advogado do Diabo. É um filme muito bom, independente da cara de porta do Keanu Reeves. Cheio de sacadas geniais, e bem, tem lá o Al Pacino representando um dos melhores demos do cinema (recentemente ele perdeu lugar para o De Niro como Louis Cyphre no meu top5). Mas sabe, o que faz o ingresso valer são os últimos instantes do filme. Se não viu Advogado do Diabo ainda (peloamordedeus, já tem 10 anos o filme!), nem continue a ler este post.

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Elvis não morreu!

bubba.jpgEu acho impressionante a capacidade que os americanos têm de criar mitos, mais ainda o modo como se relacionam com eles. Tomemos o Elvis como exemplo. Sujeito boa pinta, rebolante e com sonzinho batuta, vira uma espécie de divindade que merece inclusive, uma vigília com vários fãs “celebrando” os 30 anos de morte dele.

(Na realidade eu nunca entendi esse negócio de pessoas serem lembradas pela data de morte. É tipo o John Lennon. Quando que falam dele? No aniversário de morte. A própria palavra “aniversário de morte” parece tão sem sentido para mim… mas enfim, sem divagações, continuemos).

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SeeqPod Music

seeqpod.jpgFuçar o orkut dos outros tem dessas vantagens. Estava lendo os recados do meu irmão e vi uma sugestão do meu cunhado para ele, o SeeqPod Music. Assim como o Musicovery e o last.fm, é mais um daqueles brinquedinhos para o pessoal que gosta de ouvir uma musiquinha (e já enjoou do que tem no computador :dente: ).

A idéia, como o nome já diz, é fazer busca por música (algumas têm a opção de video também). Ao encontrar a música, você tem à sua disposição informações sobre ela, além de opções já conhecidas como aquela de colocar o player direto em seu blog. Além disso, você pode criar uma playlist fazendo busca por artistas/músicas que quer ouvir, ou simplesmente (isso aí foi o que achei mais divertido) escrever o nome do artista e clicar no botão “Discover” para ouvir sons similares.

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Esta é uma mensagem automática:

jogomusica.jpgOlá. Neste momento, a Anica está feliz da vida comendo pieroguis e lendo SuperInteressantes lá na Bettegolândia. Mas, preocupada com o tédio que um sábado julino pode provocar nas pessoas que estão online, ela resolveu agendar um post contendo link para a segunda parte da tortur… digo, para a segunda parte do joguinho de música de filmes. Se estiver pronto para arrancar os cabelos tentando lembrar do nome do filme nos quais essas músicas tocaram, clique aqui.

(Dica: fiquem atentos, em alguns casos a letra da música entrega qual é o filme)

We’re All Going To Hell

coverslanted.jpgTempos atrás eu estava contando sobre um conto de fadas musical vivido por minha ex-caloura, o que era possível especialmente por causa da internet. Depois da banda dela, comecei a prestar mais atenção nisso e notei que muita gente tem se tornado um sucesso especialmente por causa dos MySpace da vida.

Aí ontem eu recebi uma indicação do meu irmão lá no last.fm, de uma banda chamada The Bastard Fairies. Logo depois de ouvir a indicação fui fazer minha pesquisinha básica e descobri que a banda (na verdade é um homem e uma mulher) também são desses casos de estouro pela internet (mas para eles o que ajudou foi o YouTube).

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Enquanto isso, na Musicolândia…

nipper.gifEu sei que o Lukaz já comentou sobre isso no blog dele, mas vou colocar aqui também. É um joguinho de trilhas sonoras, você escuta um pedacinho da música e depois escreve o nome do filme no qual ela é tocada.

São 64 músicas ao todo e eu confesso que não consegui todas. Uma em especial tem razão de ser: quem me conhece sabe que uma das minhas vergonhas cinematográficas é nunca ter assistido o filme da música 29.

Ahá! Achou que eu colocaria a resposta, é? Vai lá e faz, é bem masoquisticamente divertido – porque algumas músicas você SABE que ouviu mas simplesmente não consegue lembrar de onde, hehe. Então, clica aí para começar a arrancar os cabelos.

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Friday I’m in love

the_cure_21.jpgChega sexta-feira e eu sempre lembro dos tempos de colégio, quando eu chegava meio-dia em casa, tirava o uniforme como que me livrando de uma roupa de chumbo, colocava Friday I’m in love do the Cure para tocar e não fazia p* nenhuma no resto do dia. Tinha um significado especial, e não era o de “oba, dia de badalação”, porque nunca tive esse perfil, sinceramente falando.

Eu não sinto saudades da adolescência, e até acho que do meu jeito vivi muito bem essa época. Mas sinto saudades de tocar Friday I’m in love e magicamente me libertar das minhas obrigações (que na época consistiam simplesmente em ir ao colégio).

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Sgt. Pepper’s lonely hearts club band

simps2.jpgAntes que eu deixe passar batido, agora em junho Sgt. Pepper’s lonely hearts club band completa quarenta anos. É um dos álbuns mais batutas dos Beatles, embora não seja o meu favorito (ainda sou mais o Revolver), mas eu fico pasma ao notar como o trabalho foi além da música, parecendo quase ter se tornado uma entidade.

Pois repare, mesmo os não-beatlemaníacos já ouviram falar de Sgt. Pepper, e tem gente que chega a fazer referência sem nem saber do que se trata (até porque esse lonely hearts club band parece muito atraente para nós nerds que adoramos referências). A capa do disco dos Simpsons que ilustra esse post é só um exemplo entre vários. Além disso, uma penca de gente sabe de “causos” por trás de cada faixa (tipo a mais famosa, de que Lucy in the Sky with Diamonds significa LSD).

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