A pessoa que tenha lido meu perfil aqui no blog deve lembrar de um dos meus desejos mais profundos (ó, ó!), que consiste, basicamente, em “assistir Chico Buarque ao vivo antes que ele bata as botas“. Eis que estou lá, no busão, toda serelepe e feliz (mentira, no ônibus estou sempre ranzinza, mas enfim)… eis que vejo na rua um anúncio de show do Chico Buarque :susto:
Siiiiiiiim, eu finalmente terei a oportunidade. La la la la, alegria, alegria. Mas eis que vem a hora da brecinha. Chico, que nem é estranja, vai cobrar 280 realitos por cabeça para fazer a banda passar (cantando coisas de amor, la la la). Repito: 280 reais, 140 reais a meia entrada. Aí entra naquela coisa: pagar CARO para correr o risco do cara só tocar música do cd novo (que eu nem ouvi direito) e não tocar nenhuma das minhas favoritas? Ah, não. Dá licença, vou ali na livraria torrar 140 reais no super combo Zadig, Pigmaleão,Orgulho e Preconceito, Flush Memórias de um Cão, Uma Longa Queda e Esperando Godot, sim? Obrigada.
Continue lendo “Dilema musical”
Acredito que para muitos o filme
… eu é que não vou deixar de comentar o Oscar.
Por uma certa ironia, acabei dormindo no meio da premiação que mais teve surpresas, escapando completamente daquela “cartilha” dos entendidos do Oscar. Mas nada que uma olhada nos jornais matutinos não resolva, certo?
Cresci ouvindo a “lenda” do jacaré do Parque Barigüi e, como nunca fui freqüentadora assídua do local, a história permaneceu nesse status de lenda até que uns anos atrás um amigo garantiu que viu o tal do jacaré e que não era lenda – na verdade, a “lenda” mede mais de 3 metros de comprimento, e ganhou “lendinhas” como companhia com o passar dos anos (em 2004 apareceu um outro de 80cm de comprimento).
Não que seja original, mas mesmo assim é bem bacana: junte alguns dos diretores mais conhecidos do cinema de horror e dê para eles pouco menos de uma hora para que desenvolvam uma história assustadora. O resultado disso é a série
Eu não estou ranzinza esse ano sobre o carnaval, portanto vou selecionar coisas boas (sabe como é,
Nesse mundo de pseudo-celebridades pipocando em todo canto por qualquer coisa, falta um pouco do contato de gente como Franz Xaver Kappus (um cara que sonhava ser poeta) e Rainer Maria Rilke (um grande poeta). Percebi isso lendo ontem o ótimo Cartas a um jovem poeta, uma seleção de cartas de Rilke para Kappus, falando basicamente sobre o ato de criar e, mais adiante, o próprio viver.
Estava lembrando de um zine que ganhei certa vez, acho que era O Berne, ou coisa assim. Entre várias histórias, tinha uma na qual aliens queriam descobrir as riquezas da terra, e acabam relacionando riqueza com fé, e por causa de um engano gramatical definem que “muita riqueza” (muita fé) seria o mesmo que “fezes”.
Então, né, Cicarelli em mais uma confusão: o blog ligado à música da revista Wired publicou um post entitulado Brazilians Prostitutes Turn On iPod (trocadilho entre o “excitar” e o “ligar”). Bla bla bla, video com prostitutas rolando em mp4 bla bla bla… Não chamaria muito a atenção, não fosse um detalhe: o post foi ilustrado por uma foto da Cicarelli. 😆
Como tudo mundo está careca de saber, eu gosto muito de filmes de terror. Na verdade, gosto tanto que já vi uma penca – bons e ruins. E é claro que, por ver muitos, eles em dado momento ficam extremamente repetitivos, é só ver o caso da quantidade de filmes no estilo