Como todo nerd que se preze, eu gosto de citações (ou, digamos assim “homenagens” – para não cairmos naquele negócio de citações fora do contexto e afins). E disso o mundo da cultura pop está carregado. O jogo Final Fantasy VIII, por exemplo, tem lá um certo Piet tal como o Capitão Piet da trilogia Clássica do Star Wars (hehe, peguei pesado na nerdice, né?). Enfim, a questão é que se por um lado é muito legal “reconhecer” essas citações, por outro é ainda mais bacana conhecer algo através de citações.
Um exemplo? Bom, meu primeiro contato com “O Corvo” do Edgar Allan Poe (o fulano que tenho respirado atualmente), foi em um episódio dos Simpsons, no qual Lisa lia a poesia na casa da árvore e a persona da poesia era o Homer (e Lenore era Marge). Não vou dizer que nunca teria contato com essa poesia não fosse o episódio, mas que serviu de ponte ou, por assim dizer, atalho, isso serviu.
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Como se não bastasse hoje em dia já temos que conviver com a praga dos sabichões palpiteiros (aquela gente que acha que uma busca no Google dá base para qualquer discussão a respeito de qualquer coisa), ainda há a praga das “crianças prodígio”. Não, não estou falando daquelas criancinhas que usam saia curtinha e saltinho e dançam na boquinha da garrafa, é um tipo pior (até porque é irritante).
Quarta feira, nada para fazer na quinta (nenhuma relação com ‘pré-feriado’, é que vão detetizar os prédios da reitoria mesmo). Eis então que bate a idéia “Opa, dá para ir ao cinema hoje à noite!” e lá vai a Anica conferir a programação de cinema, cheia de sentimentos conflitantes: o primeiro filme que pensa em ver é
Como eu já tinha dito anteriormente, 
Êêê, o primeiro de abril. Eu sei, a parte de enganar alguém é bacana – especialmente se esse alguém não está atento ao calendário e sequer sabe que a tendência do dia é a de ouvir mentiras. Mas se tem uma coisa que eu acho engraçada nesses dias são as brincadeirinhas já típicas de alguns sites, como por exemplo o