Pushing Daisies

pushing-daisies.pngQuando chega uma série nova a comunidade nérdica se agita toda, correndo atrás de episódios e informações, na esperança de arrumar um substituto para a série favorita que saiu do ar, ou daquela que simplesmente não tem mais graça. Assim, se você é pelo menos meio nerd, em algum momento já deve ter topado com um comentário ou outro sobre a nova série da ABC, a Pushing Daisies.

Eu, que sou bem nerd, já tinha ouvido falar em vários lugares. No blog do Sky, no nerd-o-rama e no Jovem Nerd, por exemplo. E falava-se taaaanto de “Parece Tim Burton”, “Parece Amelie Poulin”, que achei que a série merecia um minuto da minha atenção (mais pelo Burton, porque Amelie Poulin já deu no saco).

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Lição internética do dia: iGoogle

igoogle.jpgOk, eu sei que já é bastante assustador o modo como dependemos do sr.Google para tantas necessidades desnecessárias, mas tá aí uma ferramenta muito bacaninha que vale a pena utilizar, é o iGoogle.

“Tá, o que é que tem de mais fora aquele i ali na frente?”, você me pergunta. Bom, sabe a página que você abre quando acessa o endereço www.google.com? Bom, digamos que através do www.google.com/ig, você pode personalizar esta página, colocando gadgets dos seu conteúdo preferido da internet, ou de coisas divertidas como o pac man, por exemplo. :g:

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Deus, um delírio

deusumdelirio.jpgQuem costuma ler o Hellfire há algum tempo sabe meu posicionamento sobre religião. Sou uma fanática pela defesa da liberdade de credo, independente de eu mesma não ter um. Então, quando comecei a ler “Deus, um delírio” do Richard Dawkins, achei que odiaria o livro do começo ao fim (especialmente por causa dos comentários que tinha lido sobre a obra), mas surpresa, é um livro muito bom.

Quando um livro desses cai em minhas mãos, começo a achar que estamos vivendo uma nova “idade das trevas” (há quem diga que essa seria a primeira). Alguns conflitos soam ainda mais sem sentido e, o que é pior, tantos avanços são adiados por causa do que acreditam alguns (ainda fossem todos…).

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Arnaldo Jabor partiu meu coração

euseijabor.jpgEm uma manhã de segunda-feira, durante uma aula de Técnicas de Reportagem e Entrevista. Lembro como se fosse ontem: passei na biblioteca da PUC e por acaso peguei “Eu sei que vou te amar”, aquela edição com a Fernanda Torres e o Thales Pan Chacon na capa. Eu estava em uma fase preciso-ler-muito-para-esquecer (e aí você pergunta “Esquecer o quê?” e eu digo “Dos amores não resolvidos, ué”).

E aí ele partiu meu coração, porque ao invés de esquecer, eu lembrei. E foi de alguma forma tão marcante, que não só eu lembro até hoje do exato momento em que ele partiu meu coração, como ainda lembro do que senti na hora (e de quantas vezes fiquei relendo trechos dos livros para quem quer que eu encontrasse na frente).

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Porque livros serão sempre melhores que filmes

text-edit-128×128.pngOntem a Débora perguntou onde poderia alugar o filme Lavoura Arcaica, e acabei comentando sobre o livro do Raduan Nassar (que em algum momento do curso de Letras eu deveria ter lido e não li, não que eu me orgulhe disso). Aí ficou a velha indagação no ar: se você não conhece nem o filme, nem o livro, qual deve conferir antes?

Quase todo mundo que conheço (salvo aqueles que sofrem de preguicite aguda) acabam respondendo “O livro, é claro!”. E eu poderia explicar a razão disso citando a Iser, Sartre, Jauss, Candido, Eco e todo mundo que já discutiu em algum momento como funciona a relação obra-leitor, mas prefiro ilustrar com um exemplo que veio em mente ontem.

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Tropa de Elite (e o fazer o certo)

tropadeelite.jpgOk, eu finalmente faço parte do grupo daqueles que assistiram ao filme Tropa de Elite. Eu sinceramente estava até com um pé atrás para ver o filme, porque achava que acabaria me decepcionando. Mas vi e não me decepcionei, é realmente muito bom. E dói ter que concordar, mas é bom principalmente pela razão que a Veja estampa na capa daquela edição que comentei dias atrás: bandido é tratado como bandido.

O que acontece é que mesmo um cara truculento como o Capitão Nascimento, que diante qualquer pessoa de “consciência social” pensaria tratar-se de um verdadeiro vilão, vira então um herói. Herói porque acredita basicamente em fazer o certo.

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Manja carinha querendo se enturmar?

Ele chega na rodinha, todo mundo falando do assunto do momento e ele totalmente de fora. Aí ele dá umas risadinhas, concorda com tudo sem nem saber o que é tudo e finalmente dá uma cotoveladinha amigável no cara ao lado e diz:  Ei, ei. Sou o Sargento Rocha!

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É, porque eu não vi ainda. Continuo achando que sou a única que não viu ainda. Mas ei, ei, eu sou o Sargento Rocha. ¬¬’ Quer fazer o teste? Então vá lá no Exame de Elite. Eu fico aqui, me iludindo com a idéia de que pelo menos não manipulei o teste. É.

Trailer novo de I am Legend

Não dá para dizer que é “fresquinho” porque utiliza um monte de imagens do outro trailer lançado, mas enfim, aí está.

Assistindo você não pode dizer “Que grande porcaria”, embora eu pessoalmente esteja bastante incomodada com a constância com a qual o cachorro aparece. Até porque a minha parte favorita [SPOILER: Selecione o texto para ler]era justamente o momento em que o cachorro aparece, e toda a solidão que ele sentia fica trilhões de vezes evidenciada por causa do apego imediato ao bicho. [FIM DO SPOILER]. Mas enfim, vamos ver, vamos ver. De repente não sai algo tããão ruim assim.

Não sabe do que estou falando? Então leia um post antigo meu sobre Eu sou a Lenda.

Já que o Halloween está chegando…

scream6c84008eef4ad.jpgEsse negócio de lista de filmes ou cenas mais assustadoras do cinema é algo bastante comum. O bacana é que hoje em dia, com o youtube à disposição da colega dona de casa, a brincadeira ficou ainda mais divertida. Dúvida? Dá uma conferida na lista das 13 cenas mais assustadoras segundo o London Times. Em tempo: cenas assustadoras não equivale a melhores filmes de horror, especialmente no caso desta lista.

A minha lista favorita (100 cenas mais assustadoras segundo o retrocrush) também ficou mais turbinada, digamos assim, com a adição das cenas em questão. Aliás, a lista foi atualizada (agora Cidade dos Sonhos está em primeiro). No caso dessa lista, cena assustadora QUASE equivale à filme de horror.

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