Então, na Veja dessa semana que está no fim (blé, é a do Tropa “Filme que aparentemente só eu ainda não vi” de Elite na capa) tem lá uma nota (até porque um texto de dois parágrafos não pode ser considerado um artigo, acho) sobre a vencedora do Nobel de Literatura, a Doris Lessing.
Doris Quem? Poisé, eu também fiz a mesma pergunta quando vi o nome. Bom, aí o Tiago me lembrou que ela está lá na lista do Harold Bloom em O Cânone Ocidental, né? Então, você não acharia meio incoerente se lesse na “nota” a seguinte frase:


Um dos argumentos mais utilizados por aqueles que defendem a venda de armas é o de que “carros matam muito mais, também são armas e estão por aí“. Eu sempre questionei esse argumento, mas de um tempo para cá – embora ainda seja completamente contra a idéia de um civil ter uma arma em casa – até que já não acho o tal argumento tão incoerente.

