Sabe, há alguns m anos participo de discussões em fóruns e mais recentemente no orkut. No último caso, tenho tentado participar seria o termo mais correto. Depois de muito bater a cabeça na parede, deixo oficialmente registrado que eu desisto. É simplesmente impossível discutir naquele lugar (e notando bem como andam as coisas, acho que em qualquer lugar).
O estopim foi a velha discussão sobre aquele texto do “Um dia você aprende…” que rapaz chegou postando na comunidade Shakespeare como se fosse do poeta inglês. Algum anônimo postou dizendo que ‘não era Shakespeare’ e esse post foi seguido de um:

Dezembro de 2002, Berta acabou de cortar o cabelo, visual totalmente novo e arrojado. Não aguenta esperar mais um dia para mostrar o corte para a amiga Candinha e vai visitá-la. Candinha abre a porta e vê o cabelo da amiga e pensa com seus botões “Qual foi o pombo que cagou na cabeça da minha amiga?!“. Porém, ao constatar a expressão radiante de Berta ao perguntar “O que achou? Tá bom??” ela não tem coragem de dar voz aos seus pensamentos e diz:
Como se não bastasse hoje em dia já temos que conviver com a praga dos sabichões palpiteiros (aquela gente que acha que uma busca no Google dá base para qualquer discussão a respeito de qualquer coisa), ainda há a praga das “crianças prodígio”. Não, não estou falando daquelas criancinhas que usam saia curtinha e saltinho e dançam na boquinha da garrafa, é um tipo pior (até porque é irritante).
Então, o primeiro livro que tive que ler para a disciplina de Ficção em Língua Inglesa foi um livro infanto-juvenil muito premiado chamado “The Curious Incident of the Dog in the Night-time”, do Mark Haddon. Aqui no Brasil ganha o título de “
Ah, a Internet! Esse ambiente anarco democrático no qual todos podem conseguir não só informações sobre poetas de regiões obscuras do mundo, como também tem espaço livre para dar sua opinião a respeito de qualquer coisa: desde o macarrão que comeu em determinado restaurante até o filme que acabou de assistir.
Esse é mais um daqueles chavões manjados, junto com o “