Eu e o Fábio costumamos assistir muitos filmes de terror, primeiro porque o gênero nos agrada, e segundo – pelo menos na minha opinião – os filmes são em si tão toscos que nunca assistimos criando alguma expectativa, ou seja, se for ruim pelo menos serviu para passar o tempo.
Mas aí vem um treco chamado Viagem Maldita e esculhamba a segurança de nossa escolha. Filme maldito, eu deveria dizer. Com todo aquele alarde de regravação de filme do Wes Craven, ‘versão sem cortes’ e pqp, lixo do começo ao fim. A verdade é que ultimamente o único porto cinéfilo seguro são os clássicos mesmo.

Bom, cheguei em casa hoje depois da aula e estava sem adsl (uón! 🙁 ). E tecnicamente até era bom, porque eu tinha muito para fazer, sabe? O almoço, colocar roupa para lavar, terminar de ler o Antonio Candido para a mono de Português, ler texto para resenhar para a aula de tradução, preparar seminário sobre Virginia Woolf e por aí vai. Mas o que eu fiz, o que, o que, o que, o queeeeeeeeeee??
Um tema sempre recorrente por essas bandas são as tais das
Pense rápido. De todos os filmes feitos em Hollywood que na realidade são uma regravação de filme estrangeiro QUANTOS são melhores do que os originais, QUANTOS preservaram o sentido dos originais e QUANTOS não mastigaram certos momentos para ficar mais ao gosto do consumidor? Aguardo respostas (sério).
Éééé, eu alertei sobre a instabilidade, só não previa que ficaria fora do ar mesmo. O mais impressionante é como sinto vontade de escrever quando o Hellfire está off. Mil idéias borbulham, uou. Por falar em idéias borbulhando, eu estava pensando aqui o que leva alguém como o 
O nerd juniores gosta um montão do
Alguns anos atrás (acho que agora já bate quase em 10), Zeca Baleiro escreveu uma música que seguia mais ou menos assim:
Como todo nerd que se preze, eu gosto de citações (ou, digamos assim “homenagens” – para não cairmos naquele negócio de citações fora do contexto e afins). E disso o mundo da cultura pop está carregado. O jogo Final Fantasy VIII, por exemplo, tem lá um certo Piet tal como o Capitão Piet da trilogia Clássica do Star Wars (hehe, peguei pesado na nerdice, né?). Enfim, a questão é que se por um lado é muito legal “reconhecer” essas citações, por outro é ainda mais bacana conhecer algo através de citações.