Como se não bastasse hoje em dia já temos que conviver com a praga dos sabichões palpiteiros (aquela gente que acha que uma busca no Google dá base para qualquer discussão a respeito de qualquer coisa), ainda há a praga das “crianças prodígio”. Não, não estou falando daquelas criancinhas que usam saia curtinha e saltinho e dançam na boquinha da garrafa, é um tipo pior (até porque é irritante).
Essas crianças acham que ter assistido Laranja Mecânica, lido O Retrato de Dorian Gray, escutado Chico Buarque faz delas assim, “adultas”. Veja bem, qualquer cultura que se adquira é excelente, mas ler pencas de livros clássicos ou assistir dezenas de filmes cults não fazem de você uma pessoa madura.
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Quarta feira, nada para fazer na quinta (nenhuma relação com ‘pré-feriado’, é que vão detetizar os prédios da reitoria mesmo). Eis então que bate a idéia “Opa, dá para ir ao cinema hoje à noite!” e lá vai a Anica conferir a programação de cinema, cheia de sentimentos conflitantes: o primeiro filme que pensa em ver é
… eles conseguem sair do comum. Acredito que todos lembram do bafafá ao redor de
Sabe aquele filme que tecnicamente é perfeito, todos os elementos trabalham de forma coesa para criar um efeito maravilhoso mas aí quando vamos ao enredo… nada. 