Beatles 3000

Sabe quando você está trocando de canal e para em um documentário do History Channel resgatando detalhes da vida de alguma personagem que viveu séculos e séculos atrás, fazendo reconstituição do que poderia ser seu cotidiano e afins? Pois é, um pessoal fez um mockumentary onde um pessoal lá de 3000 e tanto investiga um dos fenômenos mais marcantes da história… Os Beatles.

Ficou muito engraçado, vale a pena ver. Infelizmente, só em inglês e sem legenda (se alguém achar legendado me avise que eu coloco aqui ^^ ).

(se semana que vem eu colocar outro video relacionado com os Beatles, começo o “video dos Beatles da semana” aqui no Hellfire, prometo).

O beijo de Lamourette: Mídia, Cultura e Revolução

A Flip começou quarta e segue até domingo trazendo muitas discussões e novidades sobre Literatura e assuntos relacionados. Um dos nomes da festa literária é o historiador norte-americano Robert Darnton, que estará presente em duas mesas que debaterão o futuro do livro. A primeira, na quinta-feira às 19:30h, com Peter Burke e a segunda na sexta-feira às 10h, com John Makinson. E marcando a vinda de Darnton para o Brasil, a Companhia das Letras relançou no fim do mês passado O beijo de Lamourette: Mídia, Cultura e Revolução em formato de bolso.

Trata-se de uma série de textos publicados pelo historiador, que já na introdução Darnton deixa claro ao leitor que não apresentam necessariamente uma ordem ou conexão. E de fato, cada parte parece um pequeno livro que em comum tem apenas a relação do homem com o texto impresso, e muito da experiência do autor sobre a França do século XVIII para ilustrar o que está sendo comentado. Continue lendo “O beijo de Lamourette: Mídia, Cultura e Revolução”

Pânico

Ok, pânico. Já estamos em dezembro O.o

Uou, olha só: Duque de Caxias também teve uma Anica:

Numa pequena amostragem exemplificaremos aspectos da figura humana de Caxias:

Seu casamento foi contrariado pela mãe da noiva pela seguinte razão.O sogro de Caxias fora uma espécie de Prefeito do Rio , Defronte sua residência que se situava na esquina fronteira ao canto da atual praça da Republíca ,próximo ao Hospital Souza Aguiar, havia construído um belo jardim público de que muito se

orgulhava.A necessidade de exercitar o Batalhão do Imperador pra a guerra da Indepedência na Bahia determinou a trasformação do jardim público em campo de instrução, tarefa em que se envolvera o tenente ajudante do Batalhão do Imperador, o mais tarde Duque de Caxias.Este fato teria desgostado o pai de sua futura esposa que” teria morrido(sic) “em consequência de mágoas pela destruição do jardim público, por necessidade imperiosa de adestramento militar.E Caxias simbolizava um destruidor do jardim público para servir à defesa nacional numa emergência.Sua futura esposa tinha então cerca de 7 anos.

Mas casaram e tiveram uma união muito feliz e de muito amor conforme o demonstrou o seu biografo dr Vilhena de Moraes e do que aqui se darão amostras documentais com apoios em seus biógrafos Vilhena de Morais,Osvaldo Orico e Affonso de Carvalho:

Escreveu a sua Anica do Maranhão em 10 ago 1840:

“Meu bem! Esta foi escrita as 11 horas da noite em uma barraca de palha em que eu estou morando……….Tal é o cuidado que me dás e o amor que te tenho que cheio de trabalhos me não esqueço de ti .Dá um beijo nos meus anjinhos e saudades a a todos de casa.Sou só teu .Luiz.”

Às preocupações da esposa pela possibilidade de ser atingido por balas ele

respondeu:

“Sou fatalista e desprezo e sempre desprezei a morte ,porque sei que nada se pode fazer senão o que Deus for servido .E tanto se morre no meio de balas e dos pântanos, como em boas cidades.”