Assisti nesse último final de semana O Segredo de Brokeback Mountain e confesso que estava com um pé atrás antes de começar a ver. Sabe como é, na minha cabeça o bafafá todo era por causa das personagens homossexuais (sobre isso falarei um pouco ali para frente). A questão é: independente de ser uma história de amor gay, é uma história muito bem conduzida.
Os dois atores estão ótimos, especialmente o Heath Ledger (bem, eu estava acostumada a vê-lo em filmes teens que não exigiam muito da atuação dele). E sabe, é foda você contar uma história de tal forma que o mais importante não seja que os dois cowboys machões são na verdade gays, mas contar a forma como um gostava do outro.
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Qual a melhor forma de curar um coração partido? Cultura. De preferência, lendo livros e assistindo filmes que tenham algo a ver com o que você está passando, o que de certa forma é um jeito de perceber que você não é a única pessoa a passar por isso; que não, não é o fim do mundo e que logo vira só lembrança.
Só para não esquecer, um “resoluções de ano novo revisited”:
Minha infância foi marcada pelos jogos de tabuleiro. Passei horas jogando até me tornar uma milionária no Jogo da Vida, chutei longe todas as pecinhas do War, me dava muito bem com Cotidiano e Entretenimento mas acabava me ferrando em Artes e Ciências no Master… E me divertia muito, mas muito mesmo com o Detetive.