Esse é mais um daqueles chavões manjados, junto com o “Tudo que é bom dura pouco“, (fonte para chavões e algumas risadas: Homem Chavão ). De qualquer forma, não é à toa que podemos considerar essa sentença um chavão, acontece com relativa freqüência. Temos o casal apaixonado que não pode consumar o amor por causa de briga de família ou ainda o pobre órfão que consegue vencer na vida.
Mas confesso que nada me surpreende mais quando a vida imita uma obra como a de Allan Poe. No sentido de ainda me assustar quando vemos que as personagens de seus livros não são só “parte de uma história de horror”. Enfim, que o horror está aí, no cotidiano. Em uma matéria de jornal.
Sabe aquele filme que tecnicamente é perfeito, todos os elementos trabalham de forma coesa para criar um efeito maravilhoso mas aí quando vamos ao enredo… nada.
Eu estava sentada na calçada em frente a minha antiga casa no Cristo Rei, com um monte de gatos ao meu redor. Todos eles eram enormes e tinha inchaços em algumas partes do corpo, eu sabia até síndrome do que era aquilo ( 😮 )




