Nada contra o Luís Fernando Veríssimo (escritor que, por acaso, acho engraçadíssimo). Mas quando o assunto são crônicas e, indo mais além, crônicas engraçadas, o melhor cronista aqui do Brasil é o Carlos Eduardo Novaes. Estou para lembrar de uma vez que eu tenha rido TANTO enquanto lia uma crônica, do modo que ri quando li “A Cadeira do Dentista”, há muito tempo atrás em um dos volumes daquela série Para Gostar de Ler (que algum número certamente você teve que ler para a provinha de interpretação do colégio).
Sério. Se tiverem oportunidade, confiram o trabalho dele. Eu até transcreveria um trechinho de umas das crônicas, mas enfim, vida corrida essa de duas monografias e um trampo. Mas não vou reclamar. Pelo menos as coisas estão acontecendo, ahn?
Como prometido, um trechinho:
Eu até tolero ônibus lotado em dia de chuva. Gente com fone ouvindo um metal pentelho no último volume (wt, fone de ouvido para o que?). Pessoas rindo alto quando bem, eu não estou rindo também. Gente mascando chiclete perto do meu ouvido, de um modo que faria uma vaca sentir vergonha de como masca mato. Mas tem um treco que me faz perder a cabeça: a porra do cheiro dessas pipocas doces, que vendem em saquinhos cor de rosa.
Ainda me recuperando do
… estão leiloando uma escultura em bronze que representa o primeiro cocô da filha de Tom Cruise e Katie Holmes. A notícia fala de valores girando em torno de 25 a 30 mil dólares. Legal, né? Um espaço no jornal para anunciar isso. E bem, a existência disso. Tanta coisa que se pode fazer com 25 mil dólares e tem fulano que compra cocô – ok, imitação de cocô.
Tempos atrás vi um documentário no GNT chamado “Os filmes da meia noite” ou qualquer coisa desse naipe. No programa, basicamente apresentaram três filmes que marcaram época até por terem esse caráter “cult” e “proibido”. Um deles é Rocky Horror Picture Show (e sobre ele
Então, como sabem, eu gosto de F1, o que de certa forma explica porque caio cedo da cama para assistir corrida. Como uma brasileira que gosta de F1 e que, até que se prove o contrário, é mentalmente sã, é evidente que gostaria de torcer para alguém que fosse: a) vencedor b) brasileiro.
Acabei de ver no jornal, enquanto tomava café. Brasileiro tem uma média de leitura de menos de dois livros por ano. A pesquisa citada também falava que os franceses liam 3 vezes mais livros do que os brasileiros, mas que o número de compradores de livros era maior no Brasil (acredito que por motivos óbvios).