Lição internética do dia: Baixando vídeos do Youtube

funny_new_18.gifNão sei se já aconteceu com você, mas vira e mexe assisto algo no youtube, acho muito legal e aí quando vou mostrar para algum amigo aparece lá a mensagem “Este vídeo não está mais disponível“. Malditos Gremlins! Pois saiba que ainda há esperança, e é mole, mole guardar aqueles que você acha mais bacanas no seu computador.

Antes de mais nada, você precisará instalar um programa que leia a extensão .flv, como por exemplo o nFLVPlayer ou o FLVPlayer (eu só baixei o primeiro, então são sei se o segundo é bom). Estando o programa devidamente instalado, é só seguir estes passos (usarei como exemplo o video do You Know I’m No Good da Amy Winehouse para vocês entenderem melhor):

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FANDOCE (eu quero!)

fandangoschurros.jpgNão sei se já comentei, mas observo muito as coisas jogadas no chão enquanto caminho pelas ruas. Não é que lixo me atraia, na verdade ando de cabeça baixa para sempre ter a desculpa do “Puxa, não te cumprimentei porque não te vi” na manga para quando eu encontrar um semi-conhecido.

Enfim, o fato é que dia desses estava no meio de uma dessas caminhadas cabisbaixas quando dei de cara com um pacotinho rosa. E eis que leio: FANDOCE CHURROS: VEM COM DOCE DE LEITE. E eu que achava que depois do Fandangos com molho de morango não faltava inventar mais nada! E sabe, não estou grávida nem nada, mas desde o dia que vi esse pacote na rua, só tenho pensado em comer o tal do Fandangos. Detalhe: não encontro em nenhum lugar para vender.

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Sobre nossa língua já não tão portuguesa

lingua.jpgRecentemente diversos jornais têm alardeado a tal da reforma ortográfica que provavelmente passará a valer a partir do ano que vem. Alardeiam, mas não informam, o que já é um problema. Porém, problema mesmo, é a forma como estão anunciando que a tal da reforma “facilitará” o “complicado” português, uma vez que dores de cabeça como a crase sumirão do mapa.

Honestamente, a idéia de “unificação da língua” que a tal da reforma tenta defender já é por si só estúpida. As pequenas fronteiras criadas entre o português daqui e o de Portugal, por exemplo, continuarão a existir. Neste caso, primeiro porque aparentemente nossos colonizadores são os únicos sãos a não sucumbirem à babaquice de “unificação”. Além disso, sejamos realistas: as diferenças entre o português brasileiro e os demais são unicamente ortográficas? Claro que não.

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Um pouco atrasada

vergonha.jpg… mas não poderia deixar de registrar isso. O Senado é a Vergonha Nacional. Um dos maiores sintomas disso é que ainda têm uns tão desavergonhados que ao serem perguntados se votaram contra ou a favor da cassação, mentiram para o público. O importante é guardar bem o nome dos que votaram contra e NÃO VOTAR neles na próxima eleição 1. Porque se esse senado é uma vergonha, uma parcela da culpa é nossa. Tem gente ali que já aprontou em outros carnavais, e por um desses milagres democráticos continua lá.

Em tempo, parabéns aos que iniciaram a campanha. E se você está meio perdido, clica na imagem acima ou procure por Vergonha Nacional no Google. Mais explicações você poderá encontrar aqui, aqui e aqui.

Grotesco

mask-the-behind.jpgAs pessoas costumam associar o termo grotesco com algo necessariamente “ruim”, atribuindo um valor negativo para a palavra. Mas o termo grotesco vai além, e pode ser algo muito, muito bom. Tem um livro batutinha que os interessados no assunto podem ler chamado O Grotesco, de Wolfgang Kaiser (editora Perspectiva).

Lá ele define a palavra muito bem quando fala de “suspensão de realidade“.  Aquela coisa de mundo de pernas para o ar, vacas voando e céu cor-de-rosa. Na realidade, eu associaria o termo não com algo ruim, mas com outra palavra: onírico.

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Prefeitura de Curitiba por um mundo melhor

busao.jpgEntão, parece que desta vez o negócio é sério e finalmente Curitiba terá um metrô. Sabe que até fui pega de surpresa com a notícia da ausência das propostas para o metrô (vai ver os engenheiros também achavam que era só boato, hehe). O mais batuta é ler o que diz a página da prefeitura sobre as vantagens do metrô:

1. O custo do metrô em Curitiba poderá ser 50% menor do que em outras cidades, porque terá circulação subterrânea, na faixa da canaleta do ônibus expresso, o que evitará desapropriações;

2. Sendo subterrâneo, devolverá a pedestres e ciclistas a pista exclusiva da canaleta, criando parques lineares ao longo dos eixos;

3. O sistema oferecerá maior segurança e conforto aos passageiros, mantendo o sistema integrado de transporte, com tarifa única;

4. Por oferecer maior conforto e segurança, o metrô aumentará o número de passageiros na rede de transporte, reduzindo o número de veículos em circulação, o que desafogará o trânsito e diminuirá os acidentes;

5. Com a redução do número de veículos nas ruas, a qualidade do ar na cidade irá melhorar.

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Rapidim

bonde_do_role2.jpgComo diria o saudoso Pedro Bernardi, puxalavida! Eis que abro a Bravo deste mês e dou de cara com o quêêêê? Uma reportagem sobre o Bonde do Rolê e todo o sucesso que eles estão fazendo lá fora. Uau. Não conhece? Bom, pelo menos aqui no Hellfire eu já falei deles. Meu lado ufanista acha o máximo, mesmo.

***

Aí tem o lado bairrista (eu sou uma coleção de óóóótimos lados, ahn?). Nesta mesma Bravo tem o Dalton Trevisan sendo indicado para o Prêmio Bravo Prime de Cultura, com “Macho não ganha flor” (clica no link, só 18 royals na FNAC!). Nem li ainda, mas ele já tem minha torcida (Vai lá, Daltão, manda ver! hu hu hu!cheerleader4.gif)

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Ok, eu confesso!

Dentro de mim mora uma perua brega que achou a coisa mais linda do mundo essa rosa cafona:

rosa.jpg
(clique na imagem para ampliar) 

Acho que é um pouco pela nostalgia, saca? Hoje em dia com photoshop e engenharia genética você pode fazer qualquer coisa, mas teve uma época romântica e inocente na qual, para mudar a cor de uma flor, você precisaria de uma rosa branca, um copo com água e tinta azul (e paciência). Então calcule o trampo de fazer, através deste mesmo método arcaico, esta versão floral do kitsch.

De qualquer modo, olhando para a imagem eu não posso deixar de lembrar daquele famoso verso da Gertrude Stein, que é sempre repetido por aí. Rose is a rose is a rose is a rose.

Thank you for smoking

cigarro.jpgSer criança nos anos 80 e adolescente nos 90 significa, de certa forma, ter se livrado do lodaçal do politicamente correto. Um bom exemplo disso são as propagandas de bebidas e cigarros, que bombardeavam as mídias em qualquer horário, sem restrições.  Ok, eu entendo o motivo das restrições atuais, de qualquer forma, pela falta das restrições, eu tive acesso a alguns comerciais batutas anos atrás.

Tinha Hollywood ao som de Pain Lies on the Riverside (por que seu apelido é Lagartixa?), por exemplo. Hollywood se deu mal logo na primeira parte dos 90 porque associava o cigarro com gente praticando esportes, nessa armadilha a patota não caía, não. Já lá para o final dos 90, o Luck Strike tentou embarcar na onda da internet com um comercial ao som de Fun For Me do Moloko (o video começa com uma propaganda do visa, mas espere que logo começa. Nham!) Mas aí, né, tinham os comerciais do Free.

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Tomô?

mamiferosparmala320.jpgLembram dos mamíferos da Parmalat? É né, já tem aí uns dez anos desde que troquei meus códigos de barra pelo Quasímodo (era um urso polar, não tinha sobrado nenhum outro bichinho legal na promoção). Ahhhh, quantas mamães orgulhosas não tiraram aquelas fotos breguérrimas com os filhinhos vestidos de mamíferos, ahn?

Poisé. Agora uma agência publicitária muy esperta teve a grande sacada de chamar aqueles pequerruchos para o novo comercial da Parmalat. Amanhã (quinta-feira) no intervalo do Jornal Nacional, irá ao ar o novo comercial, desta vez com todos os bebês já na faixa dos 13, 15 anos, tentando colocar as fantasias de bichinhos e, obviamente, não servindo nelas (eles cresceram de tanto tomar Parmalat, sacou, sacou?).

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