Já que é propaganda obrigatória…

… o negócio é procurar alguma diversão. Sei que ‘político palhaço’ é um pleonasmo, mas tem um pessoal aí que está procurando emprego no lugar errado: faturaria horrores num picadeiro, ou no mínimo na Praça é Nossa.

Enfim, uma pequena seleção de “melhores momentos” (enquanto me recupero da gripe e me preparo para mais uma semana do cão):

Samuel Silva, Samuel Silva…

Peroba neles!

Clodovil?!

Sete, dois ôvo e um pau, iééé!

Ódio mortal

1237.jpgEu até tolero ônibus lotado em dia de chuva. Gente com fone ouvindo um metal pentelho no último volume (wt, fone de ouvido para o que?). Pessoas rindo alto quando bem, eu não estou rindo também. Gente mascando chiclete perto do meu ouvido, de um modo que faria uma vaca sentir vergonha de como masca mato. Mas tem um treco que me faz perder a cabeça: a porra do cheiro dessas pipocas doces, que vendem em saquinhos cor de rosa.

Esse treco não é de deus. O pior é que parece uma combinação tão certa quanto chocolate com menta e pão com margarina: você está irritado num ônibus lotado, vem uma alma comer aquela coisa dos diabos perto de você. Estou pensando seriamente em começar uma campanha para eliminar esse treco do mercado.

Quando é nojento e divertido

slither.jpgAinda me recuperando do susto com o Pink Flamingos, confesso que estava com um pé atrás para assistir o filme Seres Rastejantes, horror que conta a história de uma invasão de lesmas extraterrestres começando em uma pequena cidadezinha do interior dos Estados Unidos.

Sabe, é o tipo de filme que grita CILADA, CAI FORA!! e que eu provavelmente acabaria perdendo a oportunidade de ver, por puro preconceito. Enfim, Seres Rastejantes é ótimo, por ser uma zoação com o próprio gênero – mas não uma zoação escrachada no estilo Todo Mundo em Pânico (o que ganha muuuuitos pontos a favor). Para quem for conferir, fica a dica: tem imagem extra no final dos créditos.

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Aí você abre o jornal e vê que…

… estão leiloando uma escultura em bronze que representa o primeiro cocô da filha de Tom Cruise e Katie Holmes. A notícia fala de valores girando em torno de 25 a 30 mil dólares. Legal, né? Um espaço no jornal para anunciar isso. E bem, a existência disso. Tanta coisa que se pode fazer com 25 mil dólares e tem fulano que compra cocô – ok, imitação de cocô.

Supondo que vocês também não gostariam de torrar dinheiro nessa bosta (há, há, que trocadilho feliz), o que fariam com esse valor? Podemos fazer uma lista e mandar para o comprador, com alguma sorte ele compra algo para nós também, nunca se sabe.

A notícia você pode ler aqui.

Quando é só nojento

Pink_Flamingos_mellomstort.jpgTempos atrás vi um documentário no GNT chamado “Os filmes da meia noite” ou qualquer coisa desse naipe. No programa, basicamente apresentaram três filmes que marcaram época até por terem esse caráter “cult” e “proibido”. Um deles é Rocky Horror Picture Show (e sobre ele já falei aqui), o outro é um filme do David Lynch, chamado Eraserhead. E não é querer ser paga pau do Lynch, mas este até que foi so so.

O problema é quando assisti o terceiro filme comentado no documentário, o tal do Pink Flamingos. E antes de mais nada, vou frisar: eu gosto de filmes trash. Costumo me divertir horrores com eles – e acredito que seja justamente esse o propósito dos filmes mais… ahn… escrotinhos.

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Ufanismo

massa.jpgEntão, como sabem, eu gosto de F1, o que de certa forma explica porque caio cedo da cama para assistir corrida. Como uma brasileira que gosta de F1 e que, até que se prove o contrário, é mentalmente sã, é evidente que gostaria de torcer para alguém que fosse: a) vencedor b) brasileiro.

Quando uma coisa não se une à outra, fico sem remorso com a primeira opção. Sabe como é, esse negócio de torcedor sofredor o futebol já me garante. O fato é que convivo com a opção “a” tem mais de 10 anos, e não me sinto obrigada a torcer para perdedores por serem brasileiros. E sim, costumo ficar um tanto tiririca quando alguém vem com o papo patriota “Admire os da sua terra” para cima de mim (o que escuto durante todo esse tempo que só tive a opção “a”). Admiro quem tem o que ser admirado e pronto.

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Aulas de Inglês

Sabe, duas semanas e eu já tenho sonhado com trabalho. O Fábio diz que deveríamos receber hora extra por isso, o que não é exatamente uma idéia ruim, ahn? Enfim, se dar aula tem todo o lado bom (e tem, acreditem), tem toda a neura do: “será que eles entenderam a voz passiva?” ou ainda “será que vão saber aplicar isso em situação diferente?”

É, dar aula é uma responsa. O bom é que a Karina tem dado uma mão com idéias para deixar a aula mais… bacaninha, digamos assim. Por exemplo, ela veio com o “The Italian Who Went to Malta” e eu ri tanto, mas tanto com isso que resolvi colocar por aqui também.

Para ouvir, clica aqui.

Caso você não seja A em Listening, clica aqui.

Menos de 2 por ano.

wall_o_books.jpgAcabei de ver no jornal, enquanto tomava café. Brasileiro tem uma média de leitura de menos de dois livros por ano. A pesquisa citada também falava que os franceses liam 3 vezes mais livros do que os brasileiros, mas que o número de compradores de livros era maior no Brasil (acredito que por motivos óbvios).

Mas fico cá pensando: do que adiantam esses números (e colocar livro por 4,90 no supermercado), se eles não fazem uma pesquisa dos motivos que levam o brasileiro a ler tão pouco? É burrice se conformar com a idéia de que a única razão para isso é o preço do produto, não é – até porque quando você tem bibliotecas públicas perto de você, dinheiro é só desculpa.
A base dessa situação toda é a educação. Enquanto em sala de aula ler for sinônimo de tortura, essa média continuará assim, bizonhamente baixa. E quem se habilita a “mudar o esquema”, agora que o jeito de ensinar Língua Portuguesa e Literatura já está tão cristalizado?

Éééé… futuro negro para quem pensa em viver de livros. Pelo menos o buraco na camada de ozônio diminuiu, né? :uhu:

Adaptando o Hellfire

Então, já que as pessoas só entram aqui pela fofurice, vamos adaptar o Hellfire. Para começo de tudo, já botei um anúncio para contratar bichinhos fofinhos para eventuais aparições (e aumento de audiência, eu espero). O anúncio foi um sucesso, e estou até com dificuldades para selecionar qual colocar aqui, como podem ver:

furry.jpg

(Sim, é brincadeira. Não, a intenção do Hellfire não é espalhar fofurice pelo mundo. E a explicação para essa foto, você pode encontrar aqui.)