All work and no play…

play1.jpg… makes Anica a dull girl. Então é isso aí: apesar da primeira semana difíííícil, atolada de tarefas, eu é que não vou abrir mão de uma diversão aqui e acolá – senão eu piro e mato Fábio e dois gatos a machadadas. :uhu:

Sábado um Alemão básico (conhecemos duas pessoas da Valinor – e acho bastante surpreendente que ainda tivéssemos pessoas daqui para conhecer, e, o mais importante, que são gente fina pra caramba), domingo um Munchkinzinho e RPG. E claro…

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Um pouco de Alice, e pouco tempo.

alice-tennile2-teaparty.jpg Alice sighed wearily. `I think you might do something better with the time,’ she said, `than waste it in asking riddles that have no answers.’

`If you knew Time as well as I do,’ said the Hatter, `you wouldn’t talk about wasting IT. It’s HIM.’

`I don’t know what you mean,’ said Alice.

`Of course you don’t!’ the Hatter said, tossing his head contemptuously. `I dare say you never even spoke to Time!’

`Perhaps not,’ Alice cautiously replied: `but I know I have to beat time when I learn music.’

`Ah! that accounts for it,’ said the Hatter. `He won’t stand beating. Now, if you only kept on good terms with him, he’d do almost anything you liked with the clock. For instance, suppose it were nine o’clock in the morning, just time to begin lessons: you’d only have to whisper a hint to Time, and round goes the clock in a twinkling! Half-past one, time for dinner!’

(`I only wish it was,’ the March Hare said to itself in a whisper.)

`That would be grand, certainly,’ said Alice thoughtfully: `but then–I shouldn’t be hungry for it, you know.’

`Not at first, perhaps,’ said the Hatter: `but you could keep it to half-past one as long as you liked.’

`Is that the way YOU manage?’ Alice asked.

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Gatinhos.

Bom, como alguns mais observadores e ligados a esse negócio de blogueiros devem ter percebido, eu utilizo um contador chamado Site Meter, mais para saber o que é que costuma trazer os visitantes ao meu blog: link na Valinor? link no perfil do orkut? etc.

A parte mais divertida, sem sombra de dúvidas, é a das pesquisas no Google. No antigo Hellfire eu cheguei inclusive a postar uma lista. Mas enfim, acredito que no Site meter todos tem acesso a esse tipo de informação – basta clicar no quadradinho no fim do menu -> site meter.

Aí vocês verão que, mesmo eu falando de livros, filmes, hqs e o escambau, o modo como as pessoas costumam achar meu blog é a imagem dos “Gatinhos“. Inclusive uma doida deixou o link da imagem nos scraps dos amigos. Legal, né? Vou começar a fazer um blog miguxo, cheio de imagens fofinhas para aumentar a visitação. :uhu:
:gotinha:

Olá, enfermeira!

Hello Nurse.JPGConfesso que fiquei deveras chocada quando falei “Helloooo, nurse!!” em sala de aula e só um aluno entendeu do que se tratava. E nem era o mais jovem. Olhos arregalados, e aquelas caras de “E eu que achava que era uma aula sobre profissões…

Preciso atualizar meu repertório de referências.

É, porque o tempo está passando e tudo mudando. E eu que em algum momento da minha adolescência tinha jurado que jamais seria um daqueles “professores velhos” que para passar por “jovens” usam “gírias antigas”, confesso que ainda não entendi o que significa o tal do verbo “causar“.

Obras Primas que Poucos Leram

obras.jpgOntem eu e o Fábio estávamos dando uma voltinha no shopping e, na Sciciliano, acabamos encontrando na estante 3 dos quatro volumes da série “Obras Primas que Poucos Leram“, que consiste basicamente numa reunião de artigos de gente bacana como o Otto Maria Carpeaux sobre os que seriam os livros ‘must read‘ (obs. acabei de ler que esses artigos foram encomendados pela revista Manchete na década de 70).

E sabe, para quatro volumes, têm títulos pra caramba (não são só livros, têm poesias também). Alguns eu já li (até por questões acadêmicas hehe), mas passando os olhos nos nomes citados, eu me dei conta de que não posso perder muito do meu tempo com porcarias: tenho muito para ler ainda. Não é que eu concorde com tudo que esteja ali (e acredito que alguns ficaram injustamente de fora, hehe). Mas, por exemplo, não me conformo de até hoje não ter ido além de algumas páginas de “Irmãos Karamázov“, ou não ter lido outra coisa do Henry James que não seja “The Turn of the Screw“.

Inclusive, tenho que largar mão de ser vagal e atualizar aquela minha lista de livros para ler

Multidisciplinaridade

Cindy-Sherman.jpgOi, estou aqui, estou ok. “A vida continua“, é o que dizem – e choques fazem você repensar sua posição sobre ‘n’ coisas, que no final das contas sempre envolvem a idéia de que temos que aproveitar da melhor forma possível o tempo que nos foi dado. Enfim, Fábio me pediu em casamento no domingo – lambrusco, rabisco na parede e top-x américa. Escolhemos também os quadros para a sala, já que o sofá chegou (e ele é lindo, e o Boo já cravou as unhas lá). Tem Audrey, Bogart, Marlon Brando de Vitto Corleone (segurando o gato, óbvio), Trainspotting e Marilyn Monroe lendo (eu acho tão deliciosamente irônica a imagem que ficaria triste se não comprássemos).

Ah, é. Voltemos ao tema do post: multidisciplinaridade. Sou bombardeada com esse conceito desde os tempos do uniforme azul e pipoteca no recreio, mas confesso que poucos professores conseguiam de fato dar “corpo” para a idéia. Na realidade, a primeira vez que vejo a tal da multidisciplinaridade funcionando de fato é na optativa que estou cursando (oh, último semestre!).

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(…)

vic.jpg
É tão estranho os bons morrem jovens

assim parece ser

Quando me lembro de você

que acabou indo embora, cedo de mais

…E todos os outros clichês poéticos, musicais e cotidianos que se multiplicam nessas horas não conseguiriam descrever a tristeza de perder uma pessoa que esteve presente em sua vida por tempo de menos, mas que mesmo assim foi uma das mais marcantes – especialmente pelo amor que tinha pela vida, e a forma intensa como a levava.

Fique em paz, Vicente.

Vampiros

Iamlegend.jpgImagine que há pouco tempo aconteceu uma guerra biológica na Terra, que por algum motivo fez com que se alastrasse uma epidemia de vampirismo. Imagine que embora exista explicação científica para aqueles seres de dentes pontudos andando na calçada na frente da sua casa à noite, ainda assim muito do “mito” prevalece: eles fogem de alho e de cruz, morrem com uma estaca no coração e morrem com a luz solar.

Agora imagine que dentro desse cenário, você é o único sobrevivente. Preso dentro de sua casa, agora transformada em uma ‘fortaleza anti-vampiro’, podendo sair apenas quando o sol ainda brilha. Imaginou? Bem, essa é basicamente a trama de Eu sou a Lenda, de Richard Matheson.

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