Por não ter muito o que fazer enquanto cuidava do meu noivo adoentado na Bettegolândia, acabei retomando a leitura de “Os Três Mosqueteiros” (na verdade era para ele ler o livro). O impressionante é que, tal como na primeira vez que li, fui novamente fisgada pela história de D’Artagnan e companhia.
A fórmula do Dumas pai é manjada e foi repetida várias vezes depois (a aventura misturada com elementos históricos e o romance) mas tem algo que é mérito dele e só dele: o desenvolvimento das personagens. Está para surgir um grupo mais carismático do que Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan.
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Estava lá tomando minha dose diária de contato com o resto do mundo lendo as manchetes do G1, e aí fico sabendo que a família da menina de 13 anos que morreu em um motel em Porto Alegre
Coisa de um mês atrás foi publicada na Valinor uma notícia que mostrava
Assim: eu sou uma pessoa MUITO ciumenta, tenho ciúmes até quando a Miu lambe o Fábio e não eu. E não, eu não me orgulho disso, sei que é um sentimento meio torto de quem acha que amor é posse e blablablabla. Mas eu não estou conseguindo entender são os últimos casos que apareceram no jornal recentemente, relacionados à isso.
Vicente costumava dizer que
As coisas nunca acontecem por acaso nesse mundinho capitalista (hohoho, adoro esses chavões). Em uma semana, tem Monty Python em Busca do Cálice Sagrado em promoção no Submarino – daquelas bem imperdíveis mesmo. Aí, quando o artigo já se encontra esgotado eis que surge…
Não tem como deixar de pensar que alguém tá com a cabeça meio zoada. É preocupante.
Fui ontem assistir Avenida Dropsie, montagem da Sutil Companhia de teatro, que quero assistir faz uma pá de tempo. Na verdade desde maio do ano passado, como vocês podem ver nesse
Afastar o rabo da Miu do monitor (e esperar o Boo passar calmamente pelo teclado) tem sido parte dos meus esforços monográficos. A notícia boa é que agor aque terminei a relação entre ‘A Máscara da Morte Rubra’ e ‘A Queda da Casa de Usher’, falta pouco para acabar. Quer dizer, para acabar a parte “criativa” da coisa. Aí virão as ‘n’ correções e o trabalho do cão de colocar tudo nas normas da ABNT.