Imagine que há pouco tempo aconteceu uma guerra biológica na Terra, que por algum motivo fez com que se alastrasse uma epidemia de vampirismo. Imagine que embora exista explicação científica para aqueles seres de dentes pontudos andando na calçada na frente da sua casa à noite, ainda assim muito do “mito” prevalece: eles fogem de alho e de cruz, morrem com uma estaca no coração e morrem com a luz solar.
Agora imagine que dentro desse cenário, você é o único sobrevivente. Preso dentro de sua casa, agora transformada em uma ‘fortaleza anti-vampiro’, podendo sair apenas quando o sol ainda brilha. Imaginou? Bem, essa é basicamente a trama de Eu sou a Lenda, de Richard Matheson.
O que faz dessa “novella” (é menor do que um romance e maior do que um conto, digamos assim) algo tão legal – trilhões de vezes superior a qualquer livro da Anne Rice, devo dizer – é o desenvolvimento dessa trama. Você consegue acompanhar o desespero de Robert Neville (o protagonista) ao perceber que é o único, que muitos dos que ele amava se foram e de como gradualmente ele vai entrando no limite da sanidade e da loucura.
Além disso, a forma como o passado é construído também é muito interessante: para tentar compreender o que gerou a epidemia, ele precisa relembrar dos primeiros sinais dela, nesse caso Matheson costura a história com flashbacks que de forma alguma atrapalham na construção da atmosfera claustrofóbica do livro.
Agora, a notícia ruim: eu e o Fábio bem que procuramos pela tradução do livro por essas bandas, mas aparentemente está fora de catálogo e só se você tiver muita sorte garimpanado em algum sebo poderá encontrar “Eu sou a lenda” (tem a sorte de ter amigos que emprestam livros também, hehe). O que eu li foi comprado na Amazon, o que custa um pouco caro por causa da taxa de frete. Mas se você gosta de histórias de vampiro, sim, eu acho que a compra vale a pena.
Antes que eu me esqueça, está para sair uma versão para o cinema desse livro, com o Will Smith interpretando o Neville (eca!!!!) – embora mais uma penca de filmes seja inspirada na obra do Matheson como, por exemplo, “A Noite dos Mortos Vivos”. Aliás, se você quiser saber mais sobre as inspirações, é melhor consultar o artigo de I am Legend na Wikipedia.




Lukaz
01 de agosto, 2006 às 21:51
Vou procurar.
Mesmo estando com uns 6 livros na fila de espera. :dente:
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Marilia
02 de agosto, 2006 às 16:02
Então, o que eu tinha colocado ali era um link do Postsecret era mais ou menos assim: “Odeio quem tem pés horriveis e usa sapatos que os deixam à mostra.” E um pézão horrendo iliustrando hehe :dente:
Aí eu lembrei de você :love:
BjoS!
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Newspaper Editor
02 de agosto, 2006 às 17:03
Oh lord!
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Gabriel
04 de agosto, 2006 às 03:26
Hmm, valeu pela sugestão de tradução, guria.
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Fábio
04 de agosto, 2006 às 10:30
Uma editora ja comprou =]
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Gabriel
05 de agosto, 2006 às 16:21
E quem disse que a sugestão era para lançar a tradução por uma editora?
Coisas pequenas desse tipo, como contos e novelas, eu traduzo por treinamento e pelo simples prazer de fazê-lo. =]
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Wilson
07 de agosto, 2006 às 23:28
Eu tava realmente afim de ler esse livro… pelo visto o jeito é gastar uma grana a mais no importado mesmo…
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Anica
08 de agosto, 2006 às 09:01
Que nada, Wilson. Comprando paperback acaba saindo preço meio igual.
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rakshasa
13 de agosto, 2006 às 20:44
sou vampirica,
e gostaria que alguem que seja tbm,me procure.
mas é serio.
vampirinha_dark@hotmail.com
o melhor tipo de vampiro que há é a rakshasa
eu bebo sangue humano e de morcego,como carne humana como a rakshasa,
por isso é serio………
quem tiver afim me procure.
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nathally
20 de setembro, 2006 às 23:17
ai adoro vampiros se vcs souberem de livros q falem deles de preferencia contos quase q reais me informem…valeu!!!! :disgust:
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