Star Trek (o filme)

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Geral parece ter com Star Wars e Star Trek a mesma pira que eu tinha com Beatles e Rolling Stones: achar que só se pode ser fã de um ou de outro, mas não dos dois. Não sei se foi porque comecei a assistir ambos já depois de uma certa idade, mas o fato é que eu não tenho nenhum peso na consciência sobre isso, e curto os dois sem qualquer comparação (além do óbvio de ser ficção científica). Não chego ao exagero de sair cumprimentando pessoas por aí com um “vida longa e próspera”, nem uso roupinhas jedi, embora adore fazer uma piadinha ou outra sobre o “lado negro da força” ou ainda dizer “he’s dead, jim” e coisas do tipo.

Acho que o que quero dizer é: eu gosto de ambos, mas não sou fanática. Sobretudo no caso de Star Trek, que verdade seja dita, acompanho desde 2005, e apenas a série clássica (por influência do Fábio). E talvez isso me permita assistir as coisas de uma forma um pouco mais distante, sem aqueles piripaques fanáticos típicos dos fãs. E estou dizendo tudo isso para comunicar que hum, o novo Star Trek agrada os fãs da série e aqueles que nunca assistiram. E agrada as pessoas que só curtem a série, sem grandes paixões, tipo eu hehehe.

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Ah, a vida real!

Dia desses estava eu na minha rotina nérdica básica,  assistindo a um episódio da série clássica de Star Trek, quando em dado momento Mr. Spock aplicava a tal da pinça vulcana num vilão, e fazia com que ele simplesmente apagasse no ato. Aí, como de costume, comecei a pirar. “Uou, já pensou que legal poder aplicar pinça vulcana em quem te enche o saco?”, pensei. Pena que não dá para aplicar pinça vulcana por telefone, para se livrar de vendedores chatos, hehe.

Enfim, nesse momento comecei a pensar em outras ‘n’ coisas que seriam interessantes se tivéssemos na vida real. A pinça vulcana ganha uma medalha de honra ao mérito, até porque foi a partir dela que veio a idéia. Mas vejamos o que mais a cultura pop pode nos oferecer.

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