Afastar o rabo da Miu do monitor (e esperar o Boo passar calmamente pelo teclado) tem sido parte dos meus esforços monográficos. A notícia boa é que agor aque terminei a relação entre ‘A Máscara da Morte Rubra’ e ‘A Queda da Casa de Usher’, falta pouco para acabar. Quer dizer, para acabar a parte “criativa” da coisa. Aí virão as ‘n’ correções e o trabalho do cão de colocar tudo nas normas da ABNT.
Não tenho atualizado muito porque o tempo que tenho para mexer no blog estou usando para arrumar os posts que foram migrados do Blogspot para cá pelo Fábio – o que é beeeem trabalhoso, no momento só os posts de março, abril e maio de 2004 estão ok.
Estava vendo uma polêmica no
Em janeiro desse ano fiz uma 
Sempre que retorno à condição de professora, tenho que lidar com essa triste realidade: a decepção faz parte do meu trabalho. Não é decepção de ter um chefe que não reconhece seu valor (minha chefe é gente boníssima), de ter um ambiente de trabalho ruim (eu dou boas risadas nos intervalos) ou coisas do gênero.
… encontrei uma barata na cozinha
Fico cá lembrando de quando tinha meus 15, 16 anos e então aparecia alguém mais velho para conversar e, por me considerar uma pessoa ‘xóvem’, usava altas gírias descoladas durante o papo – gírias que poderiam ser “descoladas” no tempo dele, mas que para mim soava como qualquer coisa tipo “É uma brasa, mora?”. Enfim.
Saiu notícia de que