Promessas, Flores Partidas e afins

Só para não esquecer, um “resoluções de ano novo revisited”:

Esse ano quero conhecer Cortázar e Faulkner. Quero tirar carteira de motorista, criar um gatinho novo e pintar o cabelo com alguma cor diferente. Quero andar de bicicleta outra vez. Tirar um dia de chuva para ler Allan Poe embaixo do cobertor ouvindo Smiths como costumava fazer. Voltar a colecionar Dylan Dog. Aprender a fazer arroz branco soltinho. Me formar e encarar mestrado. Você sabe, o básico. Felicidade. Continue lendo “Promessas, Flores Partidas e afins”

A song that isn’t mine anymore

Não lembro mais quem comentou comigo sobre uma entrevista que fizeram com o Arnaldo Antunes, sobre regravaçoes de músicas dele e o sucesso que elas faziam (casos como “Socorro”, que ele compôs com a Alice Ruiz e foi regravada pela Cássia Eller). Aí ele respondeu que a música não era dele, que música era viva. Que a partir do momento que era criada, era de todo mundo. Eu tenho certeza que ele disse isso de forma muito mais poética e bonita, como de costume, mas enfim, estou me apoiando em minha pobre memória para relatar essa idéia que achei tão bacana.

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As razões que costumamos esquecer

Eu estava tentando esquecer que não fui ao show do Pearl Jam. Não fui porque ficava naquelas de “Tá lôco, pagar uma nota preta para ouvir algumas músicas que posso ouvir no cd!” ou ainda “Ah, show só era bom para caçar” e afins.

Faz TANTO tempo que não vou a algum show, que não lembrava mais o que é que faz o ingresso valer. Não vou dizer que são todos os casos, algumas vezes gastamos dinheiro mais para estar em um evento com os amigos do que pelo show em si.

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Clipêra!!!

Eu já tive uma fase completamente apaixonada por videoclipes, o que não queria dizer necessariamente que ficava assistindo só MTV. Assisti programas como BadTV – que depois virou MadTV (“Agitação, Curtição, BadTv que legal!“), ClipTrip (segundo o apresentador, era o programa oxigênio – “estava no ar mas ninguém via” hehehe) e por aí vai. Cheguei a fazer fita vhs com clipes favoritos que sim, eu assistia quando não tinha nada para fazer (o que aparentemente era algo meio constante).

Na minha fita favorita tinha muita coisa que eu adorava rever, como por exemplo o clip de ‘Stupid Girl’ do Garbage, o clip ‘Biscoito’ do Acabou la Tequila e, é óbvio, ‘Wrong Way’ do Sublime (que sempre achei que era uma versão curta de ‘Assassinos por Natureza’ :mrpurple: )

Enfim, em homenagem à falecida fita (que Deus a tenha), resolvi fazer um…

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Eu vejo um museu de grandes novidades

Crianças, não esqueçam: Roy Lichtenstein em Curitiba! De 02 de dezembro até 05 de março de 2006.

Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos: R$ 4,00 adultos e R$ 2,00 estudantes identificados. (Crianças de até 12 anos, maiores de 60 e grupos de estudantes de escolas públicas pré-agendados não pagam)
Local: Museu Oscar Niemeyer – Rua Marechal Hermes, 999 – 3350.4400

Eu vou :joy:

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Muito Além do Jardim

Sabe, às vezes uma história inocente e simples pode gerar um filme bem melhor do que aqueles cheios de reviravoltas, dramas intensos e afins. Um exemplo? Muito Além do Jardim. Eu sempre tive curiosidade de ver esse filme porque gostava pra caramba de uma música da banda Intocáveis, que saiu em uma coletânea de bandas curitibanas (“Borboleta 13”) e se chamava “Muito Além dos Jardins”.Enfim, finalmente vi o filme. E ele é de uma leveza tal que ao terminar de assistir, você fica com seu humor nas alturas, te deixa bem mesmo. E, como disse antes, não é um filme intenso ou complicado: é simples. E talvez pela simplicidade da história, tenha sido possível trabalhar tão bem o roteiro, que é todo cheio de trocadilhos ótimos.
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Shiny happy people

Shiny happy people laughing, meet me in the crowd… (People! People!)
Throw your love around, love me, love me, take it into town… (Happy! Happy!)
Put it in the ground where the flowers grow, gold and silver shine…

Shiny happy people holding hands… (shiny happy people holding hands…)
Shiny happy people laughing…

Everyone around love them, love them…
Put it in your hands, take it, take it, there’s no time to cry… (Happy! Happy!)
Put it in your heart where tomorrow shines, gold and silver shine…

Shiny happy people holding hands… (shiny happy people holding hands…)
Shiny happy people laughing…

Here we go!

Shiny happy people holding hands… (shiny happy people holding hands…)
Shiny happy people laughing…

Só para comemorar minha aprovação em Tópicos de Pesquisa em Literatura, a disciplina que fez com que eu adquirisse Gilfobia, hehe. Ok, a trilha deveria ser I believe em miracles, dos Ramones. Mas como é para comemorar e não para questionar o status da minha aprovação, vamos lá:Shiny happy people holding hands… (shiny happy people holding hands…)
Shiny happy people laughing…

Goodnight Moon

De certa maneira acho que o que sempre procurei foi proteção. Tem noção de quaaaaaanto isso é só um instinto animal ou coisa do tipo?

Goodnight Moon (Shivaree)

There’s a nail in the door
And there’s glass on the lawn
Tacks on the floor
And the tv is on
And I always sleep with my guns
When you’re gone
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Walking After You

“Walking After You” (Foo Fighters)

Tonight I’m tangled in my blanket of clouds
Dreaming aloud
Things just won’t do without you, matter of fact
I’m on your back, I’m on your back, I’m on your back

If you walk out on me, I’m walking after you
If you walk out on me, I’m walking after you

If you’d accept surrender, I’ll give up some more
Weren’t you adored
I cannot be without you, matter of fact
I’m on your back, I’m on your back, I’m on your back

If you walk out on me, I’m walking after you
If you walk out on me, I’m walking after you

Another heart is cracked in two, I’m on your back

Porque eu gosto de ouvir baladas antes de dormir.

Ramones

Ouvindo Ramones e lembrando do que disse João Gordo uma vez: quem não gosta de Ramones bom sujeito não é. Fala sério, eu não sei o que seria do meu gosto musical se em 1992 um amigo da banda do meu irmão não tivesse aparecido com vinis do Mondo Bizarro e Brain Drain.

Claro que toda essa história de amor envolve algumas bizarrices do tipo assinar ‘April Ramone‘ nas cartinhas para as amigas (e eu juro que não lembro o motivo do April), mas como diz o Nelsão, todo amor é eterno. E é por isso que o top 5 desse mês é uma homenagem aos Ramones do meu coração.

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