Sonzinho batuta

kingsComo eu já tinha dito anteriormente, sempre gostei de conhecer música nova, quanto menos conhecida do ‘público comum’, melhor. Como eu também já disse anteriormente (ou pelo menos espero ter dito em algum momento da minha vida blogueira hehe), eu tenho um irmão. Esse meu irmão (chamado Rui), também gosta de conhecer músicas novas, tanto que a maioria das músicas novas que eu conheço é por causa dele.

Mas nós estamos vivendo um tipo de experiência sócioqualquercoisa, que implica no fato de que: a) vejo mais minhas sobrinhas e cunhada do que ele, b) fico sabendo mais da vida dele acompanhando o blog do que conversando. Enfim, coisas da vida. O importante é que em última visita, descobri que além de agora ele ter uma adega supimpa em casa, ele conheceu uma banda nova. Tchans!

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Passado

Ontem eu estava assistindo uma reportagem sobre “Saw II“, e então vi que o nome do ator principal era… Donnie Wahlberg. Bem que eu tinha achado aquele rosto familiar, mas não podia sonhar que tinha a ver com o bad boy da banda New Kids on the Block. E eu até poderia dizer “ahh, Donnie Wahlberg e seu passado negro!” mas eu tenho também meu passado negro de fã dos New Kids.

“Não julgue para não ser julgado, né?” O problema é que enquanto eu gastei uma fortuna em disco, álbuns de figurinha, fitas de video, desenho animado, revista em quadrinhos, boné rosa fosforecente e afins, ele fez uma fortuna com gente como eu. É, meu passado é mais negro que o dele.

Caixa de Pandora

Sempre gostei de conhecer música nova, fugir das músicas escolhidas pelo Mariozinho Rocha ou que ganham destaque nas rádios mais por jabá do que por serem realmente boas. Antes, minha brincadeira favorita era escrever o nome de uma banda da qual gosto muito no Allmusic, e a partir daí ver o que tinha de banda similar, influenciadores e influenciados. Com isso acabei conhecendo coisas bacanas como Husker Dü e Lourdermilk, que provavemente não ouviria em uma rádio qualquer.

Bem, aí ontem meu irmão chegou com essa aqui em casa: Pandora. Eu não sei como funciona para o pessoal que não tem banda larga, mas aqui no meu computador está funcionando que é uma beleza. =]

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I can’t get no…

Aiaiai… e lá estão eles, na praia. Mick se contorcendo feito um doido no palco, a galera louca com o show. Sim estou me torturando, e antecipadamente o que é pior. Esse post é do dia 13/02, mas estou programando para que seja publicado apenas no dia 18 porque, bem, é meu jeito de prestar minha homenagem aos meus queridos vovôs do bom e velho rock n’ roll: The Rolling Stones.

Como não posso estar lá (por falta de dinheiro somada ao amor à vida), resolvi registrar essa minha terceira chance perdida de ver os Stones ao vivo com um top5. E já que estou aqui me torturando, pensando no show, o tema será…

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Blow out

In my mind.
And nailed into my hands
All the time
Killing what I fed
And everything I touch turns to stone.
And everything I touch turns to stone.

I am fused
Just in case I blow out
I am glued
Just in case I crack out
And everything I touch turns to stone.
And everything I touch turns to stone.

Meu vizinho toca o tema do James Bond

Eu achei isso foda, gostaria de tocar o tema do James Bond também. Na verdade, eu gostaria que o tema do James Bond tocasse na minha vida, em algum momento de perigo, hehe. Piras a parte, não era sobre isso que queria falar, só comentei porque estou ouvindo meu vizinho tocar agora.

Eu queria falar mesmo sobre músicas que grudam na cabeça e não desgrudam. Normalmente quando isso acontece, a música é RUIM de dar dó. E aí você fica até com peso na consciência por ficar cantarolando a música chicletão. Mas aí, tem aqueles casos em que a música é boa, então você ouve VÁRIAS vezes e fica feliz, azar do vizinho lá embaixo que tem que tocar James Bond para parar de ouvir a música chiclete. 😀

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Ultraje

Das lembranças que eu tenho de infância, eu lembro sempre de uma vez que eu, meu pai e meu irmão estávamos dentro do carro no estacionamento do supermercado, esperando minha mãe fazer compras. Aí começamos a cantar:

O meu chiclete faz ploc
O seu chiclete faz bum
O meu chiclete faz ploc
O seu chiclete faz bum
Bum bum bundão
Bum bum bundão
Bum bum bundão…

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All you need is love!

ou: Filmes do Final de Semana :dente:

Na Ponta dos Pés : Mulher descobre que está grávida de um homem que é o único que tem estatura média em uma família de anões. Resolve ter o filho do mesmo jeito, porque não importa a altura, o que importa é o amor.

Carne Branca: Jovem apaixona-se perdidamente por uma garota, mas descobre que ela é um súcubo e quer na verdade é ter um filho homem para dominar o mundo. O rapaz engravida a moça, porque não importa se ela é súcubo, o que importa é o amor.

Nos Olhos do Gato: Rapaz pensa que sua noiva está morta em Calcutá, quando percebe que na verdade caiu em uma rede de mentiras criada pela noiva e pela melhor amiga da noiva (por acaso, amante dele). Depois de muito sexo, o rapaz decide sair correndo atrás da noiva supostamente morta, mas volta para a amante que está grávida, porque não importa a mentira, o que importa é o sexo amor.

THX 1138 Hmmm… bem… o que importa é o amor. :mrpurple:

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And there is Death.

Depois que você perde uma pessoa muito próxima, a tendência é que fique com medo de perder outras, não? Bem, no meu caso não foi assim, e acredito que tenha a ver com o fato de ter acontecido muito cedo. Morte não era bem o assunto que passava pela minha cabeça, pelo menos não a morte de pessoas da minha vida.

E então o Puck morreu no ano passado.

E sim, eu sei que ele não é uma pessoa, mas esteve comigo durante nove anos. Além disso, eu gostava muito dele (aquela história de Teresa e Karenin que só quem leu A Insustentável Leveza do Ser pode entender) e acompanhei todo o processo, desde que começou a ficar desanimado até quando não conseguia mais comer. E sério, foi doído paca.

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