18/01

Eu sei que prometi fazer uma restrospectiva de 1981 até 2006 para a celebração de nossa querida Anica, mas o fato que com a grana que ela deu, eu não faria 25 episódios mais nem morrrto! Ganho muito mais no Big Brother!

Hum?! Ah, sim! Para comemorar esse dia tão especial, hoje vou falar de acontecimentos que marcaram o dia 18 de janeiro em outros anos (além, é claro, do 18/01/1981, quando a amada Anica nasceu).

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Correndinho

* Loucos boêmios não deveriam ter filhos. Há algo de estranho em ver a foto de uma pessoa com quem você lembra de ter passado noites bizarras e/ou memoráveis segurando uma sacola de produtos de bebê em um braço e uma criança em outro.

* Existe de fato o perdão ou tudo é só esquecimento?

* Eu queria uma sala com pôsteres de filmes antigos pendurados como esse, esse e esse.

* Não há nada mais triste do que tomar café sozinho em um café, mesmo que por 10 minutos. Mas leite vaporizado rox.

* Às vezes acho que a solução dos meus problemas seria ir embora para um lugar no qual não conheço absolutamente ninguém.

* Do blog do meu irmão:

Ah, quase esqueço… Sofia na festa da Bia tentando entender de quem é o próximo aniversário: É o da tia Ana.. e ela vam aqui em casa com o marido dela? hahaha. welcome Fabio.

* Aniversário será comemorado dia 14/01, no Bar do Alemão. Sugestões de presentes: wishlist1, wishlist2, Cowboy Bebop, Gato com olhos diferentes, máquina de café.

De repente, acidente

Ahn, bem. Eu leio tarot. Ganhei uma vez de presente de Natal um tarot bem bonitinho, só com os arcanos maiores (e os desenhos eram todos fofos e meiguinhos), depois comecei a ler um “tarot das bruxas” no qual todas as cartas eram essencialmente feminas e a partir daí comecei a colecionar decks, tenho desde o Tarot de Marselha até o do Crowley.

O fato é que o tempo passa, o tempo voa e bem, eu deixei isso meio de lado. Não gosto de ler tarot nem para mim, que dirá para outras pessoas (eu sinto meio que como enganando). Então, há uns quatro anos, eu abro apenas três exceções para a regra de não mais ler tarot: a mãe da Jô, a Jô e a Sol.

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To absent friends, lost loves, old gods, and the season of mists…

…and may each and every one of us always give the devil his due.

Eu sou uma pessoa muito feliz, sabe como é: escolhi o caminho profissional certo, tenho uma família maravilhosa que me apóia em todas as maluquices e lerdices e um namorado que não só me ama mas sabe demonstrar isso.

Mas eu tenho um problema enorme que não faz a minha felicidade ser plena: muito rancor guardado. É tipo hum… feijão velho em tupperware. Você deixa lá, num canto da geladeira, porque morre de medo de abrir aquele potinho porque sabe que o que tem ali dentro não presta.

Enfim, resolvi abrir o potinho. Senta que lá vem história.

Eu tenho rancor de ex-namorado, que nunca me traiu, mas soube me ferir de todas as formas possíveis. Tenho rancor de amigos que em momento de crise resolveram tirar o corpo fora e não ajudaram a reatar uma amizade que era muito importante para mim (o que nunca escondi). Rancor de coisas que sei que foram ditas por pessoas que amo para pessoas que odeio. Rancor de algumas histórias incompletas e/ou mal contadas.

… acho que é basicamente isso. Eu sei que “perdão” seria a fórmula mágica para resolver isso. Mas tenho a sensação de que não teria esse acúmulo de rancor se na época certa tivesse falado o quanto essas pessoas me machucaram, ao invés de simplesmente ter engolido seco.

Abrindo um antigo caderno…

…foi que eu descobri
antigamente eu era eterno.
(Leminski)

Então. Eis que procurando meu tarot eu encontro uma tentativa de livro escrito a várias mãos, de 1995. Eu e minha amiga Liane (depois com contribuição de nossos outros amigos: a Pati, o Magalha, a Mel e a Camila Richter) tivemos a idéia de contar “coisas sobre nossa vida”, era quase um diário.

E, em determinado momento, começamos a escrever nossos perfis. Eis o meu:

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Promessas, Flores Partidas e afins

Só para não esquecer, um “resoluções de ano novo revisited”:

Esse ano quero conhecer Cortázar e Faulkner. Quero tirar carteira de motorista, criar um gatinho novo e pintar o cabelo com alguma cor diferente. Quero andar de bicicleta outra vez. Tirar um dia de chuva para ler Allan Poe embaixo do cobertor ouvindo Smiths como costumava fazer. Voltar a colecionar Dylan Dog. Aprender a fazer arroz branco soltinho. Me formar e encarar mestrado. Você sabe, o básico. Felicidade. Continue lendo “Promessas, Flores Partidas e afins”

Mais um ano vai, mais um ano vem…

… o resto da música eu esqueci :dente: Só lembro que tinha algo como “É o que a Brahmaaaaaa vem desejaaaar… Feliz Natal e um lindo Ano Novo, Ano Novo, Ano Novo!!!!!” hehe. Ok, piras publicitárias à parte, estou aqui para fechar as portas do ano de 2005. Então, sigam até o balcão, paguem a conta e chispem porque ainda preciso passar um pano no chão.

Um ótimo 2006 para todos vocês, que todos os seus sonhos se realizem, que vocês consigam o índice para o mundial de bocha e perder alguns quilinhos, e tudo o mais. :joy: