Oi, estou aqui, estou ok. “A vida continua“, é o que dizem – e choques fazem você repensar sua posição sobre ‘n’ coisas, que no final das contas sempre envolvem a idéia de que temos que aproveitar da melhor forma possível o tempo que nos foi dado. Enfim, Fábio me pediu em casamento no domingo – lambrusco, rabisco na parede e top-x américa. Escolhemos também os quadros para a sala, já que o sofá chegou (e ele é lindo, e o Boo já cravou as unhas lá). Tem Audrey, Bogart, Marlon Brando de Vitto Corleone (segurando o gato, óbvio), Trainspotting e Marilyn Monroe lendo (eu acho tão deliciosamente irônica a imagem que ficaria triste se não comprássemos).
Ah, é. Voltemos ao tema do post: multidisciplinaridade. Sou bombardeada com esse conceito desde os tempos do uniforme azul e pipoteca no recreio, mas confesso que poucos professores conseguiam de fato dar “corpo” para a idéia. Na realidade, a primeira vez que vejo a tal da multidisciplinaridade funcionando de fato é na optativa que estou cursando (oh, último semestre!).
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Quem acompanha há algum tempo o Hellfire (que no dia 1º de julho fez seu terceiro aniversário – o que passou totalmente batido. Shame on me! :doh: ), sabe que bem, eu tenho lá um certo orgulho por ser “nerd“. Até por conta desse “orgulho” acabei vencendo todas as resitências e finalmente topando o negócio do RPG – no qual estou envolvida desde dezembro do ano passado (ou algo que o valha).
Eu nunca pensei que as pessoas pudessem ter medos sem saber que os têm, até acontecer comigo. Na minha jornada de retorno da Bettegolândia passei mais de quatro horas dentro de um ônibus todo fechado e com um ar condicionado funcionando mal. Eis que um fulano decide fumar no banheiro do busão – uma vez que lei proíbe fumar dentro do ônibus, mas não fala nada a respeito de banheiro.
O problema de você assumir de coração que gosta de uma coisa, é que você estará aberto para todo tipo de coisa: crítica, julgamento, questionamento e, principalmente, tiração de sarro. E isso estranhamente fica mais forte quando o assunto é futebol.
Acabo de voltar do salão, onde fui tirar o excesso de sobrancelha (eu invejo as mulheres que não precisam pagar por isso, mas meu astigmatismo não permite que eu faça esse tipo de coisa sozinha em casa). Sabe, ser mulher dói. Pacaceta. E tem coisas meio sem sentido, tipo tirar o excesso de sobrancelha, enquanto tem tanto homem pelas ruas com tarântulas sobre os olhos e que nunca pensaram em ser pinçados para parecerem mais “cute” para as mulheres.
Nesse último semestre cursei uma disciplina de Tradução e, eu que odiava traduzir, acabei tomando gosto pela coisa. Nós traduzimos textos de autores irlandeses (algum dos quais eu nunca tinha ouvido falar, devo dizer), e nessa tarefa sempre levantamos os problemas da tradução (relativa às escolhas, falta de background para entender um termo utilizado, etc.). Sim, é algo bacana – tão bacana que estou pensando em tirar diploma em tradução também (o que envolveria mais uma monografia além das outras duas que estou fazendo hehe).
Antes de mais nada: oi, tudo bem? Espero que ainda lembrem de mim. Eu não sei se recordam que