O Futuro!

Não lembro se comentei por aqui, mas meu computador passou um período lá no Fábio para que ele deixasse tudos nos trinques (o que é uma vantagem de ter como noivo um rapaz que manje de informática). Ele zerou tudo, instalou apenas os programas necessários, arrumou o problema do HD e blablablabla. E instalou o Office 2003 também (o meu era o… 97?98? sei lá.).

Mudernoso esse Office. Tão mudernoso que hoje, enquanto eu escrevia minha monografia sobre Poe, dei de cara com isso aqui: Esta frase contém 74 palavras. Deveria conter no máximo 60 palavras. Uau! É o futuro, minha gente!! O Word não se preocupa mais apenas com erros ortográficos ou gramaticais, agora tem também a questão do estilo! Mais uns tempos o Word terá mensagens como “Esta frase parece retirada de um livro do Paulo Coelho. Deveria parecer com José Saramago”.

Estou emocionada.

Ódio mortal

1237.jpgEu até tolero ônibus lotado em dia de chuva. Gente com fone ouvindo um metal pentelho no último volume (wt, fone de ouvido para o que?). Pessoas rindo alto quando bem, eu não estou rindo também. Gente mascando chiclete perto do meu ouvido, de um modo que faria uma vaca sentir vergonha de como masca mato. Mas tem um treco que me faz perder a cabeça: a porra do cheiro dessas pipocas doces, que vendem em saquinhos cor de rosa.

Esse treco não é de deus. O pior é que parece uma combinação tão certa quanto chocolate com menta e pão com margarina: você está irritado num ônibus lotado, vem uma alma comer aquela coisa dos diabos perto de você. Estou pensando seriamente em começar uma campanha para eliminar esse treco do mercado.

Aulas de Inglês

Sabe, duas semanas e eu já tenho sonhado com trabalho. O Fábio diz que deveríamos receber hora extra por isso, o que não é exatamente uma idéia ruim, ahn? Enfim, se dar aula tem todo o lado bom (e tem, acreditem), tem toda a neura do: “será que eles entenderam a voz passiva?” ou ainda “será que vão saber aplicar isso em situação diferente?”

É, dar aula é uma responsa. O bom é que a Karina tem dado uma mão com idéias para deixar a aula mais… bacaninha, digamos assim. Por exemplo, ela veio com o “The Italian Who Went to Malta” e eu ri tanto, mas tanto com isso que resolvi colocar por aqui também.

Para ouvir, clica aqui.

Caso você não seja A em Listening, clica aqui.

Adaptando o Hellfire

Então, já que as pessoas só entram aqui pela fofurice, vamos adaptar o Hellfire. Para começo de tudo, já botei um anúncio para contratar bichinhos fofinhos para eventuais aparições (e aumento de audiência, eu espero). O anúncio foi um sucesso, e estou até com dificuldades para selecionar qual colocar aqui, como podem ver:

furry.jpg

(Sim, é brincadeira. Não, a intenção do Hellfire não é espalhar fofurice pelo mundo. E a explicação para essa foto, você pode encontrar aqui.)

Um pouco de Alice, e pouco tempo.

alice-tennile2-teaparty.jpg Alice sighed wearily. `I think you might do something better with the time,’ she said, `than waste it in asking riddles that have no answers.’

`If you knew Time as well as I do,’ said the Hatter, `you wouldn’t talk about wasting IT. It’s HIM.’

`I don’t know what you mean,’ said Alice.

`Of course you don’t!’ the Hatter said, tossing his head contemptuously. `I dare say you never even spoke to Time!’

`Perhaps not,’ Alice cautiously replied: `but I know I have to beat time when I learn music.’

`Ah! that accounts for it,’ said the Hatter. `He won’t stand beating. Now, if you only kept on good terms with him, he’d do almost anything you liked with the clock. For instance, suppose it were nine o’clock in the morning, just time to begin lessons: you’d only have to whisper a hint to Time, and round goes the clock in a twinkling! Half-past one, time for dinner!’

(`I only wish it was,’ the March Hare said to itself in a whisper.)

`That would be grand, certainly,’ said Alice thoughtfully: `but then–I shouldn’t be hungry for it, you know.’

`Not at first, perhaps,’ said the Hatter: `but you could keep it to half-past one as long as you liked.’

`Is that the way YOU manage?’ Alice asked.

Continue lendo “Um pouco de Alice, e pouco tempo.”

Gatinhos.

Bom, como alguns mais observadores e ligados a esse negócio de blogueiros devem ter percebido, eu utilizo um contador chamado Site Meter, mais para saber o que é que costuma trazer os visitantes ao meu blog: link na Valinor? link no perfil do orkut? etc.

A parte mais divertida, sem sombra de dúvidas, é a das pesquisas no Google. No antigo Hellfire eu cheguei inclusive a postar uma lista. Mas enfim, acredito que no Site meter todos tem acesso a esse tipo de informação – basta clicar no quadradinho no fim do menu -> site meter.

Aí vocês verão que, mesmo eu falando de livros, filmes, hqs e o escambau, o modo como as pessoas costumam achar meu blog é a imagem dos “Gatinhos“. Inclusive uma doida deixou o link da imagem nos scraps dos amigos. Legal, né? Vou começar a fazer um blog miguxo, cheio de imagens fofinhas para aumentar a visitação. :uhu:
:gotinha:

Olá, enfermeira!

Hello Nurse.JPGConfesso que fiquei deveras chocada quando falei “Helloooo, nurse!!” em sala de aula e só um aluno entendeu do que se tratava. E nem era o mais jovem. Olhos arregalados, e aquelas caras de “E eu que achava que era uma aula sobre profissões…

Preciso atualizar meu repertório de referências.

É, porque o tempo está passando e tudo mudando. E eu que em algum momento da minha adolescência tinha jurado que jamais seria um daqueles “professores velhos” que para passar por “jovens” usam “gírias antigas”, confesso que ainda não entendi o que significa o tal do verbo “causar“.

Obras Primas que Poucos Leram

obras.jpgOntem eu e o Fábio estávamos dando uma voltinha no shopping e, na Sciciliano, acabamos encontrando na estante 3 dos quatro volumes da série “Obras Primas que Poucos Leram“, que consiste basicamente numa reunião de artigos de gente bacana como o Otto Maria Carpeaux sobre os que seriam os livros ‘must read‘ (obs. acabei de ler que esses artigos foram encomendados pela revista Manchete na década de 70).

E sabe, para quatro volumes, têm títulos pra caramba (não são só livros, têm poesias também). Alguns eu já li (até por questões acadêmicas hehe), mas passando os olhos nos nomes citados, eu me dei conta de que não posso perder muito do meu tempo com porcarias: tenho muito para ler ainda. Não é que eu concorde com tudo que esteja ali (e acredito que alguns ficaram injustamente de fora, hehe). Mas, por exemplo, não me conformo de até hoje não ter ido além de algumas páginas de “Irmãos Karamázov“, ou não ter lido outra coisa do Henry James que não seja “The Turn of the Screw“.

Inclusive, tenho que largar mão de ser vagal e atualizar aquela minha lista de livros para ler