Não lembro se comentei por aqui, mas meu computador passou um período lá no Fábio para que ele deixasse tudos nos trinques (o que é uma vantagem de ter como noivo um rapaz que manje de informática). Ele zerou tudo, instalou apenas os programas necessários, arrumou o problema do HD e blablablabla. E instalou o Office 2003 também (o meu era o… 97?98? sei lá.).
Mudernoso esse Office. Tão mudernoso que hoje, enquanto eu escrevia minha monografia sobre Poe, dei de cara com isso aqui: Esta frase contém 74 palavras. Deveria conter no máximo 60 palavras. Uau! É o futuro, minha gente!! O Word não se preocupa mais apenas com erros ortográficos ou gramaticais, agora tem também a questão do estilo! Mais uns tempos o Word terá mensagens como “Esta frase parece retirada de um livro do Paulo Coelho. Deveria parecer com José Saramago”.
Estou emocionada.
Eu até tolero ônibus lotado em dia de chuva. Gente com fone ouvindo um metal pentelho no último volume (wt, fone de ouvido para o que?). Pessoas rindo alto quando bem, eu não estou rindo também. Gente mascando chiclete perto do meu ouvido, de um modo que faria uma vaca sentir vergonha de como masca mato. Mas tem um treco que me faz perder a cabeça: a porra do cheiro dessas pipocas doces, que vendem em saquinhos cor de rosa.
Alice sighed wearily. `I think you might do something better with the time,’ she said, `than waste it in asking riddles that have no answers.’
Ontem eu e o Fábio estávamos dando uma voltinha no shopping e, na Sciciliano, acabamos encontrando na estante 3 dos quatro volumes da série “