Identidade

Eu acabo de me dar conta que, mesmo gostando muito de Agatha Christie, eu nunca li “O Caso dos Dez Negrinhos”. Mas de qualquer forma, o que eu ouvi dizer é que esse filme foi levemente baseado no livro.

A história é, em teoria, bem comum no gênero: dez pessoas ficam presas em um motel, e passam a ser assassinadas uma a uma. Como já disse, em teoria. Mas é óbvio que não vou ficar me estendendo muito nisso, já que qualquer coisa que eu fale em um filme de suspense pode… hmmm… acabar com o suspense.

Antes de mais nada, nota 10 para a atmosfera criada. A chuva que não acaba, a luz que em dado momento se apaga, os relâmpagos, o motel pequeno… tudo converge para uma sensação de claustrofobia. Os atores também tem mérito nisso: aquela coisa de se surtar e simplesmente não ter para onde ir foi bem representado.

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Alta Fidelidade

Olha, eu só sei que por alguns ligeiros segundos algumas cenas do filme Alta Fidelidade passaram na minha cabeça. O filme é legal porque tem John Cusack, mas leiam o livro.

Enfim:

Laura: I’m too tired not to be with you.
Rob:

What, so if you had a bit more energy we’d stay split up, but things being as they are, with you being wiped out and all, you want to get back together? Is that it?
Laura: Yeah

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Dolls

Hoje a tarde li uma notícia que chegou em Curitiba um filme japonês chamado Dolls. Eu fiquei toda empolgada, mas tinha aula depois… bem… tinha

Dirigidido por Takeshi Kitano, Dolls não é exatamente um filme convencional. Fala sobre o amor, mas de uma forma trágica: desde um relacionamento marcado por egoísmo, até conseqüências de uma má escolha. É interessante, porque são contadas três histórias diferentes, mas que não são divididas por capítulos ou algo assim: as histórias de um casal para outro tem sempre ligação, uma espécie de link, seja um personagem secundário, seja um lugar.

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Dolls

Hoje a tarde li uma notícia que chegou em Curitiba um filme japonês chamado Dolls. Eu fiquei toda empolgada, mas tinha aula depois… bem… tinha

Dirigidido por Takeshi Kitano, Dolls não é exatamente um filme convencional. Fala sobre o amor, mas de uma forma trágica: desde um relacionamento marcado por egoísmo, até conseqüências de uma má escolha. É interessante, porque são contadas três histórias diferentes, mas que não são divididas por capítulos ou algo assim: as histórias de um casal para outro tem sempre ligação, uma espécie de link, seja um personagem secundário, seja um lugar.

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Benção viral

Um amigo meu uma vez me disse que um espirro equivale a um mini orgasmo. Nesse caso, eu deveria me sentir uma criatura abençoada, uma vez que estou gripada pela segunda vez no mesmo mês, não?

Bom, vamos ver… Assisti Underworld no cinema ontem. Não vale comentário algum, o filme é uma b****. Ok, vale o comentário pelo visual estiloso da protagonista. E ponto.

Jô me definiu hoje como a pessoa que mais rápido escolheu uma armação de óculos. Acho que isso porque eu meio que já sabia qual modelo queria. Agora, além de ser nerd, eu vou parecer nerd.

– Gente!
– Gente, a Velma disse gente!

Beat the Devil

Ah, caramba! Faço esse top 5 de diabos e esqueço do melhor de todos!! Gary Oldman, impagável como o diabo no curta Beat the Devil. Esse curta faz parte de um projeto da BMW e foi dirigido por Tony Scott e estrela ninguém mais, ninguém menos do que James Brown!

Sim, ele é o de cabelo vermelho. Sério, vale *muito* a pena conferir, dos que eu vi acho que esse foi o melhor curta. Tá aqui, ó. Não cheguei a baixar o filme desse site (Fábio mostrou para mim já faz algum tempo), mas foi onde achei no momento. Se achar outro link eu coloco aqui. Tentem a sorte, o arquivo é loco de grande, hehe.

Coisa Ruim

E como prometido…

TOP 5: MELHORES ‘COISA RUIM’ DO CINEMA

Pois é, assistindo Anjos Rebeldes pensei em fazer esse top 5. Sabe como é, diabo, Hellfire Club, etc. Tudo a ver com o clima ‘uhu! me dei bem com o blogspot!’. Lembrando que a lista é beeeeem cinemão pipoca, não exijam Mefistófoles aqui, se é que vocês me entendem

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Compulsão

Para ver onde é que chega o vício por livros: estou toda alegre e saltitante porque comprei Paraíso Perdido (do John Milton) hoje! Eu vou um dia desenvolver a teoria do conhecimento de mundo (que já foi estuda, mas vou dar meu ponto de vista ué), o caso de Paraíso Perdido ilustra bem. Aquela coisa de que para compreender certos poemas, filmes, quadros, etc. precisamos ter um certo conhecimento de mundo.

No caso do Paraéso Perdido, isso remete ao filme O Advogado do Diabo. Lotadinho de referências a esse livro, a começar pelo próprio nome da personagem interpretada pelo Al Pacino, para não cair nas citações literalmente falando.

Mas vou ter que deixar na estante por uns dias, porque ainda estou lendo o livro do ‘homem-peixe’.