Catherine O’Hara

Vocês pensem só na coincidência. Ontem a tarde assisti Onde Vivem os Monstros e bem, como sempre fato dei uma olhadela nos créditos (há, sempre lembro do Homer no filme dos Simpsons, falando “Essas pessoas trabalharam duro só para terem seus nomes lidos!” ou algo que o valha). Aí é noite assisti Penélope e de novo assisti aos créditos. Não, a coincidência não foi essa seu bobo. Isso se chama HÁBITO. A coincidência é que nos dois filmes constava a Catherine O’Hara nos créditos: no primeiro fazendo a voz de Judith, e no segundo como a mãe da protagonista. Legal, né?

Hehe, deixe quieto, foi a deixa para comentar sobre esses dois filmes mesmo. Não que ambos sejam maravilhosos e imperdíveis (por falar nisso, Moon está chegando direto nas locadoras como Lunar, se não viu ainda, veja, porque esse é imperdível), mas são uma boa dica para quem não tem muito o que ver. E ainda dá para prestar um tributo para Catherine O’Hara, que marcou presença na infância de muitas pessoas ao som de Day-O no filme Os Fantasmas se Divertem (se não lembra, clica aqui) e também como a mãe de Kevin em Esqueceram de Mim. Mas ok, vamos aos comentários.

Onde Vivem os Monstros: era para chegar agora primeiro de janeiro, mas a distribuidora deve ter achado mais batuta jogar para o dia 15, para não concorrer com o filme do Lula nem com o Sherlock Holmes. Fantasia bacaninha, na qual um moleque meio genioso briga com a família, sai correndo como louco e encontra alguns monstros com quem faz amizade (quase dá para colocar a narração de propaganda de Sessão da Tarde, heim?). É divertido, em alguns momentos tocante, mas uma vez que você a) não é mais criança b) assistiu filmes excelentes como A História Sem Fim quando era criança; a coisa fica um pouco sem graça.

Eu fiquei curiosa de verdade é sobre como deve ser assistir ao filme no IMAX, porque não tem como negar que a parte dos efeitos está bem legal, o que é importantíssimo quando falamos de fantasia. Te transportar para aquele mundo sem que você fique pensando muito que hum, ele não existe. Eu só estou um pouco confusa sobre quem KW representaria para o menino Max. É a mãe? A irmã?

Penélope: Eu estou com uma lista considerável de “filme de mulézinha” para assistir, mas o que pesou na escolha desse (que tinha acabado de entrar na lista) foi o nome de James McAvoy no elenco, sujeito de quem sou fã desde semana retrasada (há!) quando assisti Desejo e Reparação. E gente, que filme mais fo-fi-nho! Christina Ricci interpreta Penélope, garota que nasceu com nariz de porco e procura casar com um rapaz rico para quebrar o que seria a maldição de uma bruxa.

E é isso. Bonitinho, divertido, fofo:  filme para mulézinha mesmo. Mas acho que visualmente pode acabar agradando também aos fãs de Tim Burton (não só pelo figurino, mas o quarto da menina parece cenário de filmes como Big Fish). Bem legal mesmo. A produção é de 2006, mas só chegou nos cinemas americanos (e em nossas locadoras) em 2008. Se o namorado não topar assistir com você, veja assim mesmo porque vale a pena.

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