George, Eric, Patti e eu.

Mais ou menos assim: você percebe que George era seu Beatle favorito, quando em uma aula com um exercício de listening contando brevemente a história envolvendo a composição de Something, Layla e Wonderful Tonight, você não só conhece a história toda como ainda faz um diagrama no quadro, toda empolgada, para explicar o que rolou.

Se você não conhece a história: George casa com Patti. George está apaixonado e compõe Something. George passa a não dar muita bola para Patti. Patti usa o amigão do George, Eric Clapton, para fazer ciúmes para o marido. Eric se apaixona por Patti. Patti não tem certeza se rola largar o bítou. Eric compõe Layla, música meio ‘piada interna’, que só a Patti sacou na época. Patti larga George e casa com Eric. Eric compõe Wonderful Tonight, porque fica todo orgulhoso da pequena que está pegando. Anos depois, Eric e Patti se divorciam. Pans.

Moral da história versão aula: Nada como o amor para inspirar grandes canções.

Moral da história versão Hellfire: Patti era uma groupie vagaba.

18 comentários em “George, Eric, Patti e eu.”

  1. Vagaba nada.

    Aliás, Tears in Heaven não entra nessa não? Afinal a vingança do George não foi tirar o filho do Eric (não que ele tenha matado a criança a la Nardonis)?

    Vai entender.

    Mas eu gosto do George: MYYYYYYYYYYYYYYYYY SWEET LORD
    HALLEJUAHHHH

    etc.

  2. Era uma groupie vadia, mas sem ela não teríamos a mais bela música romântica da história (Something), o melhor final de piano do Rock (Layla), além da versão acústica bacanuda, e ainda não teríamos uma outra música romântica apaixonante, que é Wonderful Tonight.

    Que pena que não houve mais groupies vagabas como ela (haviam milhares de groupies vagabas, mas pelo visto elas não eram tão inspiradoras. A Baby Buel pelo menos gerou a Liv Tyler, então ela foi útil ao mundo).

  3. Wonderful Tonight é brega. Sobre as outras duas, eu concordo.

    Obviamente a conclusão do post foi uma forma irônica de mostrar minha dor de cotovelo fenomenal, visto que George era meu beatle favorito (como comentei no início do post) e yadda yadda yadda.

  4. Em tempo: a Penny Lane não era vagaba, e era esse um dos elementos que fazia dela uma personagem carismática. Aliás, tem um momento do filme que a Sapphire zoa com as groupies novas, essas sim vagabas.

  5. Quando você disse que eram graças às groupies-vagabas que ele criou, ficou implícito que ela era, ué. Para expressar o que você queria, teria que tirar o ‘vagabas’ da frente (porque, como disse, no filme tem uma diferenciação entre os dois tipos :mrpurple: )

    omg, os smiles voltaram :eba:

    pode deixar que eu atualizo o link sim. já está na época da organização dos links mesmo =]

  6. bem, lendo os comentários eu tenho que dizer que Tears in Heaven foi feita para o filho dele que caiu de uma janela e morreu
    [sem comparações com isabela ok]

    Reza a lenda que o garotinha estava vestindo uma fantasia de superman
    a empregada teve um colapso quando percebeu que havia deixado a janela aberta.

    E sobre o post, vc esquece de dizer que:

    1 – George percebe que Eric e Patti estão tendo um caso
    2 – George pega a mulher do Eric…

    fim :joy:

  7. A Olivia era mulher do Eric? Opa, a trama se complica, heim? O_o Ouvi dizer que o Eric fez um show em homenagem ao George uns tempos atrás. Que história mais bizarra essa, heim? :think:

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