Assisti nesse último final de semana O Segredo de Brokeback Mountain e confesso que estava com um pé atrás antes de começar a ver. Sabe como é, na minha cabeça o bafafá todo era por causa das personagens homossexuais (sobre isso falarei um pouco ali para frente). A questão é: independente de ser uma história de amor gay, é uma história muito bem conduzida.
Os dois atores estão ótimos, especialmente o Heath Ledger (bem, eu estava acostumada a vê-lo em filmes teens que não exigiam muito da atuação dele). E sabe, é foda você contar uma história de tal forma que o mais importante não seja que os dois cowboys machões são na verdade gays, mas contar a forma como um gostava do outro.
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Há uns seis anos atrás caiu em minhas mãos uma obra do Mark Twain da qual eu nunca tinha ouvido falar. Chamava-se
Ok, agora estou confusa. Quando era uma criancinha bem serelepe e estava cursando a primeira série do primeiro grau, lembro que a tia Valéria pediu para que desenhássemos algo sobre Curitiba, por causa do aniversário da cidade. Eu lembro nitidamente do meu desenho: era uma boca aberta num sorrisão bem bonito (dentro do que meus conhecimentos de desenho na época permitiam) e dentro do sorriso alguns prédios (incluindo o “CCI”) e o Passeio Público.
Ano passado estava procurando um presente de natal para minha sobrinha e, pensando na idade e tudo o mais, achei que o ideal seria dar algum livro que marcou minha infância para ela, já que a Bibi (para meu orgulho) também tem o bom hábito de ler. Aí fiquei na dúvida: dou para ela
Eu sei que prometi fazer uma restrospectiva de 1981 até 2006 para a celebração de nossa querida Anica, mas o fato que com a grana que ela deu, eu não faria 25 episódios mais nem morrrto! Ganho muito mais no Big Brother!