Quando estava lá no meu primeiro ano da escola de jornaleira (o único que cursei :mrpurple: ), lembro de um professor dizendo que a partir do momento que fizemos a matrícula, ler MUITOS (se possível TODOS) jornais e revistas seria fundamental. E eu tenho cá como hábito estar sempre atrás de notícias, em fontes variadas. Atualmente, é claro, acompanho a maioria dos periódicos pela web, mas também assino revistas como a Veja.
O negócio é: de uns tempos para cá ela está tão, mas TÃO exageradamente panfletária que parece ter esquecido algumas coisas que eu, com meu único ano de jornalismo, jamais esqueci. Não é questão de ser imparcial, porque todos sabem que a Veja não é imparcial – e nenhuma revista tem a obrigação de o ser, vide Carta Capital, por exemplo. Mas o que a Veja tem feito é um exemplo bizarro de mau jornalismo, conforme apontado por Luís Nassif: manipulação de informação, acusações com provas forjadas e por aí segue.
O Nassif fez um dossiê bem completinho apontado estas falhas da Veja, só não lê quem não quer. E o problema é bem esse: muita gente não quer. Não por ser a Veja, mas porque atualmente as pessoas não recorrem mais aos periódicos para buscar fatos, elas querem opiniões prontas para serem papagaiadas por aí. O sujeito compra a Veja para saber o que dirá sobre moda, comportamento, cultura e política. Então, por que mexer nesse vespeiro, né?
De qualquer modo, para aqueles que ainda não se deixaram dominar pela preguiça de pensar por si só, deixo como sugestão o blog do Nassif sobre a revista Veja. E, obviamente, entro na onda do Bender (sugestão do Minduim) e ajudo esse novo Google Bomb. Se quiser ajudar também, basta publicar um post em seu blog no qual onde você escreva Veja, seja colocado um link para o blog do Nassif.
E antes que me acusem de “esquerdinha”, “lulista” ou qualquer outra coisa, vai o recado: oi, liguem o cérebro e pensem por vocês, só para variar. É o que eu faço. A liberdade de formar opinião independente de partidos, apenas de acordo com os fatos, é algo formidável. Vocês deveriam tentar.





Salvador Camino
28 de fevereiro, 2008 às 10:55
Oi Ana, também escrevi um post para essa campanha… gostei muito do seu texto, compartilho de sua opinião há tempos.
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Minduim
28 de fevereiro, 2008 às 11:30
Como você mesma disse, isso não tem nada a ver com com posição política, mas sim com dar um basta em quem tem a pretensão de nos dizer o que pensar, e o que é correto ou não.
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Fabiano
28 de fevereiro, 2008 às 11:38
Lembro também de quando a Veja queimou o filme do Ibsen Pinheiro….
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Rodrigo
28 de fevereiro, 2008 às 15:22
Por isso votei no Ibsen para Deputado Federal. Além de ele fazer um bom trabalho, ainda é uma maneira de corrigir uma injustiça.
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Anica
28 de fevereiro, 2008 às 15:50
Para quem não sabe do que eles estão falando, o post deste blog refrescará a memória de alguns:
http://tourolouco.blogspot.com/2007/02/o-retorno-de-ibsen-pinheiro-volta-de-um.html
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Fabiano
28 de fevereiro, 2008 às 16:40
Eu também votei nele. Por isso e porque ele foi um dos melhores vice-presidentes do Inter
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Anica
28 de fevereiro, 2008 às 17:35
Eu ainda não consigo me conformar com a idéia de que vc torce para o inter, sky :ahhh:
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Anica
04 de março, 2008 às 10:47
UPDATE: http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/480001-480500/480156/480156_1.html
Sei que o Paulo Henrique Amorim não é flor que se cheire também, de qualquer modo eu acho interessante o apoio de outros jornalistas ao Nassif – especialmente porque ganhou destaque na págin do Ig.
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