Fui na Ghignone comprar minhas hqs do mês e acabei trombando com uma versão em Inglês de “O Homem Invisível” do H. G. Wells a um precinho beeeem camarada. Ok, eu compraria mesmo que o preço não fosse camarada, anyway, estou lendo.
O que eu acho mais interessante a respeito da história criada pelo Wells, ou ainda, pela personagem criada (o Griffin) é o que se pode pensar sobre como funciona a moral humana.
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Ahh, caramba. Muito, muito, mas muuuuito bom! Valeu a pena esperar para assistir Kill Bill vol2. Muito embora estejam falando para baixo e para cima que os diálogos são arrastados e em alguns momentos desnecessários, eu acho que foi o fator diferencial com relação ao primeiro filme.
Nessas horas que eu decididamente tiro meu chapéu até para o mais parnasiano dos poetas. Fazer poesia não é fácil mesmo.


